quinta-feira, 26 de abril de 2012

ACESSIBILIDADE DA ARENA DA AMAZÔNIA É DISCUTIDA EM WORKSHOP


Manaus,AM - O coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP Copa), Miguel Capobiango Neto, apresentou, na quarta-feira, dia 25 de abril, durante o 1º Workshop de Mobilidade Urbana e Acessibilidade, promovido pela Fundação Escola do Serviço Público de Manaus (FESPM), o plano de acessibilidade da Arena da Amazônia.
De acordo com Capobiango, a Arena multiuso que está sendo construída para abrigar os jogos da Copa de 2014 foi projetada para atender todos os critérios de acessibilidade para pessoas que possuem limitações de locomoção. O coordenador explicou que uma das intervenções promovidas no projeto da Arena foi transformar os banheiros para cadeirantes, que ficava dentro dos banheiros convencionais, em banheiros familiares.
“O cadeirante precisa do auxílio de uma pessoa e por isso o banheiro deles não pode ser feminino, nem masculino, deve ser familiar”, disse Capobiango explicando que a sugestão surgiu durante uma audiência pública realizada em junho do ano passado na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).
 A solução aplicada na Arena da Amazônia, segundo o coordenador da UGP Copa, foi apresentada para a Fifa e para as demais cidades-sede como exemplo de alternativa para atender a necessidade dos portadores de necessidades especiais. Ainda visando atender essas necessidades, a arena foi projetada com espaços para acomodar as determinações da ABNT e a Legislação vigente quanto a espaços para cadeirantes que terão acesso facilitado para assistir os jogos.
Mobilidade – Nos debates, Miguel Capobiango destacou que para solucionar os problemas de mobilidade urbana da capital, não é necessário apenas obras de duplicação de avenidas e criação de novas vias de circulação. Para ele, é necessário valorizar o pedestre com a priorização das calçadas e dar solução ao transporte coletivo para reduzir o número de carros e aumentar o deslocamento da população nos modais de transporte coletivos.
É com este objetivo, segundo ele, que o Governo do Estado e a Prefeitura de Manaus assumiram o compromisso de executar as obras do monotrilho e do BRT, formando um anel de transporte coletivo com mais de 42 km de extensão e que atende a todas as zonas da capital.

AGECOM

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