Manaus,AM - O coordenador da Unidade Gestora do Projeto
Copa (UGP Copa), Miguel Capobiango Neto, apresentou, na quarta-feira,
dia 25 de abril, durante o 1º Workshop de Mobilidade Urbana e
Acessibilidade, promovido pela Fundação Escola do Serviço Público de
Manaus (FESPM), o plano de acessibilidade da Arena da Amazônia.
De acordo com Capobiango, a Arena multiuso que está sendo
construída para abrigar os jogos da Copa de 2014 foi projetada para
atender todos os critérios de acessibilidade para pessoas que possuem
limitações de locomoção. O coordenador explicou que uma das intervenções
promovidas no projeto da Arena foi transformar os banheiros para
cadeirantes, que ficava dentro dos banheiros convencionais, em banheiros
familiares.
“O cadeirante precisa do auxílio de uma pessoa e por isso o
banheiro deles não pode ser feminino, nem masculino, deve ser
familiar”, disse Capobiango explicando que a sugestão surgiu durante uma
audiência pública realizada em junho do ano passado na Assembleia
Legislativa do Amazonas (Aleam).
A solução aplicada na Arena da Amazônia, segundo o
coordenador da UGP Copa, foi apresentada para a Fifa e para as demais
cidades-sede como exemplo de alternativa para atender a necessidade dos
portadores de necessidades especiais. Ainda visando atender essas
necessidades, a arena foi projetada com espaços para acomodar as
determinações da ABNT e a Legislação vigente quanto a espaços para
cadeirantes que terão acesso facilitado para assistir os jogos.
Mobilidade – Nos debates, Miguel Capobiango destacou que para
solucionar os problemas de mobilidade urbana da capital, não é
necessário apenas obras de duplicação de avenidas e criação de novas
vias de circulação. Para ele, é necessário valorizar o pedestre com a
priorização das calçadas e dar solução ao transporte coletivo para
reduzir o número de carros e aumentar o deslocamento da população nos
modais de transporte coletivos.
É com este objetivo, segundo ele, que o Governo do Estado e
a Prefeitura de Manaus assumiram o compromisso de executar as obras do
monotrilho e do BRT, formando um anel de transporte coletivo com mais de
42 km de extensão e que atende a todas as zonas da capital.
AGECOM
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