sábado, 21 de abril de 2012

Jornal A Crítica 63 anos - Compromisso honrado para sempre

O texto de abertura deste caderno especial, comemorativo dos 63 anos de A CRÍTICA, é um extrato de um editoral de primeira página publicado em 1994 e assinados pelo jornalista Umberto Calderaro Filho, fundador de A CRÍTICA

A Crítica de Umberto Calderaro
A Crítica de Umberto Calderaro

O texto de abertura deste caderno especial, comemorativo dos 63 anos de A CRÍTICA, é um extrato de um editoral de primeira página publicado em 1994 e assinados pelo jornalista Umberto Calderaro Filho, fundador de A CRÍTICA. Para além de uma declaração de amor ao seu povo, ao seu Estado, ele é um líbelo em favor de uma Manaus que tanto precisava de seus filhos num momento de extrema dificuldade.
Naquelas poucas linhas Umberto Calderaro estabeleceu as diretrizes que até os dias atuais, quando sob a presidência de Ritta de Araújo Calderaro, tratamos de seguir sem tomar desvio algum.
“O jornal, na nossa família, sempre esteve em primeiro lugar. Desde os tempos do Umberto, tudo era para o jornal. E o jornal era para a cidade. Ele embutiu isto na minha cabeça e na da Cristina (Calderaro). E agora este pensamento é que guia também, como uma estrela, os meus netos. E a nossa direção sempre foi servir da melhor maneira possível aos nossos leitores e ao nosso Estado”, testemunha dona Ritta.
Hoje reforçamos a máxima que ostentamos, cotidianamente, na primeira página: somos um jornal “De mãos dadas com o povo”. Erámos assim naquele longínquo 19 de abril de 1949, quando, com uma pequena rotativa emprestada, A CRÍTICA passou a ter circulação regular e ininterrupta.
“De mãos dadas com o povo” estávamos também quando Umberto Calderaro criou o “Peladão”, bancou o “Carnaval do Povo” e realizou as primeiras coberturas do Festival de Parintins. “De mãos dadas com o povo” ainda permanecemos hoje quando A CRÍTICA capitaneia uma rede, a Rede Calderaro de Comunicação, com a marca de seu fundador, a marca da ousadia empresarial, ora demonstrada com o projeto Londres.
É “De mãos dadas com o povo” que a RCC criou um portal de internet completo, moderno e ágil. Agora é com as mãos firmemente atadas ao povo que Calderaro tanto amou – e ensinou os seus a amar – que o jornal se reiventa, cria história e oferece nas próximas páginas uma leitura que bem poderia ser uma carta de compromisso com a cidade. As soluções estão aqui, basta agora querermos implementá-las.

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