Apesar do adiantado da hora, Piau se diz otimista com possibilidade de se votar o projeto ainda hoje
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| Câmara dos Deputados, em Brasília |
O
relator da reforma do Código Florestal na Câmara, o deputado federal
Paulo Piau (PMDB-MG), admitiu na noite desta terça-feira (24) a
possibilidade de mudar seu parecer e agradar ao governo federal, desde
que haja acordo de seu partido com a base governista. O governo é contra
a retirada da área mínima de preservação em margens de rios.
“Se
houver tempo de alterar o relatório poderemos alterar, mas se não
houver nenhuma acordo, claro que será apreciado o meu relatório”,
afirmou o parlamentar.
Piau voltou a se reunir com os representantes da bancada peemedebista na Câmara, enquanto o presidente da Casa, Marco Maia, foi até o Palácio do Planalto onde conversa com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti sobre o tema.
Apesar do adiantado da hora, Piau se diz otimista com possibilidade de se votar o projeto ainda hoje.
Piau voltou a se reunir com os representantes da bancada peemedebista na Câmara, enquanto o presidente da Casa, Marco Maia, foi até o Palácio do Planalto onde conversa com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti sobre o tema.
Apesar do adiantado da hora, Piau se diz otimista com possibilidade de se votar o projeto ainda hoje.
O
texto do Código Florestal está na Câmara dos Deputados para ser
apreciado e votado. O relator, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), pode
suprimir partes do texto que foi aprovado no Senado, voltar ao texto que
já tinha sido aprovado na Câmara em maio de 2011 ou alterar apenas a
redação do projeto de lei.
Ambientalistas
são unânimes ao dizer que o texto do Senado é melhor do que o aprovado
anteriormente na Câmara por estabelecer cultivos permitidos em áreas
de proteção ambiental além de delimitar áreas de proteção mais
claramente. O receio é o relator voltar com aspectos prejudiciais ao
meio ambiente presentes no texto da Câmara, o que Piau já sinalizou em
seu site que fará. Como pontos cruciais como o perdão de multas para
desmatadores e regras que permitiriam um maior desmatamento não podem
ser totalmente alterados. Os ambientalistas defendem o veto do projeto
pela presidente Dilma Rousseff, o que foi prometido na época das
eleições pela então candidata petista.

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