Passeata contou com a participação de uma das fundadoras da Marcha da Maconha no Brasil, a publicitária carioca Maira Guarabyra
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| Empunhando faixas e cartazes, ativistas caminham pelas ruas da Zona Centro-Sul de Manaus |
Aproximadamente
400 pessoas participaram da “Marcha da Maconha”, neste sábado (19), à
tarde em Manaus, percorrendo as avenidas Constantino Nery e Djalma
Batista, Zona Centro-Sul da cidade, munidas de cartazes e faixas, com
dizeres em favor da legalização da droga, além de protestar contra a
atual política de combate ao entorpecente no País.
O
movimento considerado legal pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano
passado, durante o mês de maio ocorreu em mais de 30 municípios
brasileiros, além de outras cidades pelo mundo.
Em
Manaus, a passeata contou com a participação de uma das fundadoras da
Marcha da Maconha no Brasil, a publicitária carioca Maira Guarabyra.
Apesar
do número de participantes, o evento não contou com a segurança da
Polícia Militar, comum em eventos, como passeatas, caminhadas entre
outros.
“O
que é melhor para a segurança pública? Combater (a droga) com política
de saúde ou com armas? A proibição é que gera a violência, porque
demanda todo um aparato militar que causa milhares de mortes. E pior:
fortalece o crime organizado, como aconteceu nos EUA (década de 20), em
que a proibição potencializou a força da máfia”, argumenta a ativista.

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