Com a cheia, cerca de 40 estaleiros perderam carreira – trilho para construção e reparo naval, e área, comprometendo seriamente a construção de novas embarcações, reparos, e os empregos e pagamento de financiamentos
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| Cheia dos rios prejudica atividades de estaleiros em Manaus, segundo sindicato |
Os
estaleiros de reparo e com poucas áreas são os que mais estão sofrendo
com a cheia, segundo o presidente do Sindnaval, Matheus Araújo. “A
situação está tão crítica quanto dos ribeirinhos”, disse o dirigente.
Com
a cheia, cerca de 40 estaleiros perderam carreira – trilho para
construção e reparo naval, e área, comprometendo seriamente a construção
de novas embarcações, reparos, e os empregos e pagamento de
financiamentos. “Os estaleiros de reparo estão quase todos parados, com
exceção dos que têm dique seco (balsa flutuante para fazer embarcação)”,
disse Matheus.
A maioria dos
estaleiros com problema está nas margens dos igarapés do São Raimundo,
Educandos, Quarenta e rio Negro, como no bairro Colônia Antônio Aleixo.
Entre os mais afetados estão o Bibi, Bering, Estaman, F. Barbosa, Ponta
Branca, Santo Antônio, Bons Amigos e Enchova.
Para
o Sindnaval, a grande cheia deste ano mostrou que ela será uma
constante e que o setor precisa o quanto antes da implantação do projeto
do polo naval, no Puraquequara. Antes o tempo entre um a grande cheia e
outra era de dez anos e agora reduziu para três.
“Estamos
aguardando retornar com o governador Omar Aziz e depois ele deve se
encontrar com a presidente Dilma Rousseff para que o projeto possa ser
incluído no PAC 2. A princípio ele vai demandar R$ 250 milhões”, disse
Matheus.

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