A TV A Crítica completa deste sábado 40 anos em alto estilo: passa a transmitir sua programação em 3D, feito inédito na Região
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| Tecnologia de transmissão em 3D adotada pela TV A Crítica marca um novo tempo na televisão não só no Amazonas |
A
TV A Crítica completa neste sábado (2) 40 anos. Para celebrar a data,
coloca no ar a primeira TV em terceira dimensão (3D) da região Norte e
Nordeste. Além disso, volta a exibir aos sábados o telejornal “A Crítica
na TV”, oferecendo aos telespectadores um novo suporte de comunicação,
a tela touchscreen, que será utilizada nos programas jornalísticos a
partir da próxima semana.
As
novidades foram anunciadas ontem pelo diretor-presidente do Sistema A
Crítica de Rádio e Televisão, Dissica Calderaro, a publicitários e donos
de agências. De acordo com ele, com todas essas novidades, a televisão
no Amazonas entra em uma nova fase e passa a ocupar um lugar de destaque
e pioneirismo. No Brasil, somente a Rede TV, em São Paulo e outras duas
praças, transmitem a programação em 3D.
As
comemorações dos 40 anos de TV iniciaram no dia 3 de março. Nessa data,
em que se celebrou o aniversário da diretora-presidente da RCC, Rita de
Araújo Calderaro, a TV A Crítica inaugurou a programação em HD.
“Agora, a partir de hoje, toda a população vai poder desfrutar de um
conteúdo diferenciado, produzido em full HD e transmitido em 3D”,
explicou Dissica Calderaro.
A
transmissão em 3D está disponível no sistema digital no canal 4.2
(antena “normal” da TV, não é a cabo). O investimento para que toda a
mudança fosse realizada foi alto e, para isso, a empresa adquiriu
equipamentos de ponta na feira NAB Show, em Las Vegas. “Trouxemos dos
Estados Unidos o que há de mais moderno e treinamos todos os nossos
colaboradores para que os telespectadores tenham o melhor do 3D em suas
casas”, detalhou o diretor-presidente.
Para ver
Dissica
disse também que os telespectadores que irão assistir TV A Crítica em
3D verão imagens como jamais foram vistas na televisão local. “É algo
fascinante. A experiência de ver uma competição de natação, por
exemplo, será outra. É como se a água invadisse sua casa”.
Para
usufruir da tecnologia 3D (no canal 4.2), o telespectador precisa
adquirir uma televisão específica. Para quem ainda não possui o
aparelho, o canal HD continua no 4.1.
Convidados
Durante
todo o dia de ontem, a TV A Crítica recebeu donos e representantes das
agências de publicidades de Manaus. Para Vanessa Edwards, do atendimento
da Mene & Money, elogiou a iniciativa. “A mídia local vinha muito
focada na Internet. Sem dúvida é um marco e uma ferramenta novo a ser
explorada pelos nossos clientes”, disse.
Para
o diretor de mídia da Ecomídia, Moisoniel Filho, será muito mais
divertido trabalhar. “Imagine fazermos um comercial de supermercado e
colocarmos o efeito 3D, por exemplo, nas frutas. Será bacana brincar com
os efeitos”, afirmou Filho.
Na
avaliação do diretor executivo da Athos Comunicação, Moisés Guerra, a
transmissão da TV A Crítica em 3D é uma quebra de paradigma. “É prova de
que somos capazes de inovar”.
A
partir das 19h deste sábado (2), a apresentadora Rejane Negreiros estará
à frente da reestreia do jornal A Crítica na TV aos sábados. Desde
2009, o telejornal estava fora do ar nos fins de semana. “O jornal
acabou saindo por conta da grade nacional, mas volta com a
interatividade da tela touchscreen”, conta a diretora de jornalismo da
TV A Crítica, Dalva Andrade.
A partir
das 11h, também de hoje, vai ao ar o “Especial TV A Crítica 40 anos”
comandado pela apresentadora Baby Rizzato. Ela comandará toda a festa,
receberá convidados e chamará de Londres os jornalistas que farão a
cobertura das Olimpíadas.
Ninguém
melhor que a Baby para comandar o programa especial já que em agosto ela
completa 40 anos na emissora. Foram convidados para o programa
ex-apresentadores como a jornalista Junha Januário e João Cruz.
“Tentamos localizar a Tia Cida, que tinha um programa infantil na década
de 80, para estar conosco, mas não há localizamos. Ela foi um marco
para a TV A Crítica”, disse Dalva.
Durante
o programa, que terá duração de 1h30, os jornalistas que estão em
Londres entrarão ao vivo e contarão um pouco do dia-a-dia na cidade.
“Cada jornalista entrará de um ponto diferente de Londres interagindo
com os manauaras”, explicou Dalva.
Olimpíada
Segundo
Dalva, até o final da Olimpíada os jornalistas e a equipe de apoio
estarão em Londres para trazer tudo o que “rolará” nas Olimpíadas de
2012. “O detalhe é que todos foram treinados para ”se virar sozinhos“.
Dominam o jornalismo e a técnica de edição de imagem”.

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