O governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Assistência
Social e Cidadania (Seas), reabre nesta segunda-feira, 29, das 8h às 14h, o
restaurante Prato Cidadão no Centro, em novo endereço, na rua dos Andradas nº
465. A unidade foi inaugurada no dia 22 de abril de 2004, funcionava na esquina
das ruas Floriano Peixoto e Andradas e fechada no dia 30 de março deste ano
para atender em novo espaço físico.
A secretária da Seas, Regina Fernandes, disse que a mudança aconteceu
por causa do grande fluxo de pedestre e veículos (carros de passeio e ônibus)
na esquina da rua Floriano Peixoto e Andradas. “O novo ambiente foi totalmente
adaptado para fornecer 600 refeições ao preço de R$ 1 por pessoa e encontra-se
em local mais estratégico para oferecer maior conforto e comodidade na hora da
alimentação”, disse.
A unidade reabre às 8h para venda da senha da refeição, cadastro de
novos usuários e, a partir das 10h30, o almoço começa a ser servido.
O Prato Cidadão faz parte do Programa de Garantia à Alimentação
Adequada, criado pelo governo do Amazonas em 2004. Além do Centro, os
restaurantes populares funcionam na avenida Grande Circular, bairro São José,
zona Leste; avenida São Pedro, bairro Compensa, zona Oeste; rua 12, bairro
Alvorada, zona Centro-Oeste; rua Nova Jerusalém, bairro Novo Israel, zona Norte
e Jorge Teixeira, zona Leste.
Em oito anos, o programa Prato Cidadão serviu mais de 5,2 milhões de
refeição, garantindo benefício direto a 177.926 pessoas cadastradas nos
restaurantes. No período de 2004 a 2011, só o restaurante do Centro serviu
1,073 milhão de pratos, às 32.223 pessoas cadastradas. “A orientação do
governador Omar Aziz é oferecer a população uma alimentação rica em proteínas e
com valor calórico balanceado”, disse a secretária da Seas.
Regina Fernandes disse, também, que o objetivo principal do programa é
garantir o direito à alimentação adequada à população, como estabelece a nova
redação do artigo 6º da Constituição Federal. O projeto é destinado às pessoas
que fazem suas refeições fora do domicílio ou que se encontram em situação de
vulnerabilidade social, garantindo uma alimentação diária ao preço de R$ 1.
Antonio Lopes.
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