Quinze municípios do Amazonas vão receber recursos federais para
investimentos em ações de estruturação da Vigilância Alimentar e Nutricional. A
verba será repassada a 969 municípios de 26 estados brasileiros. Serão
investidos R$ 11 milhões na aquisição de equipamentos antropométricos que são
utilizados no acompanhamento do estado de saúde dos usuários de Unidades
Básicas de Saúde (UBS). O investimento está previsto na portaria 2.392,
publicada no Diário Oficial da União.
No Amazonas, as cidades de Benjamin Constant (R$ 3.000,00), Boca do Acre (R$ 9.000,00), Borba (R$ 24.000,00), Carauari (R$ 9.000,00), Eirunepé (R$ 12.000,00), Humaitá (R$ 21.000,00), Iranduba (R$ 21.000,00), Manacapuru (R$ 21.000,00), Manicoré (R$ 9.000,00), Maués (R$ 18.000,00), Nova Olinda do Norte (R$ 12.000,00), Rio Preto da Eva (R$ 12.000,00), São Gabriel da Cachoeira (R$ 6.000,00), Tabatinga (R$ 15.000,00) e Tefé (R$ 6.000,00).
No Amazonas, as cidades de Benjamin Constant (R$ 3.000,00), Boca do Acre (R$ 9.000,00), Borba (R$ 24.000,00), Carauari (R$ 9.000,00), Eirunepé (R$ 12.000,00), Humaitá (R$ 21.000,00), Iranduba (R$ 21.000,00), Manacapuru (R$ 21.000,00), Manicoré (R$ 9.000,00), Maués (R$ 18.000,00), Nova Olinda do Norte (R$ 12.000,00), Rio Preto da Eva (R$ 12.000,00), São Gabriel da Cachoeira (R$ 6.000,00), Tabatinga (R$ 15.000,00) e Tefé (R$ 6.000,00).
De acordo com o Ministério, os equipamentos a serem adquiridos vão ser
definidos de acordo com a necessidade específica de cada UBS. Os recursos são
para aquisição de balanças convencionais, pediátricas, portáteis e instrumentos
para aferição de medidas corporais. O incentivo também pode ser destinado para
a compra de balanças, com capacidade de até 200 quilos, que são adequadas às
pessoas obesas.
O Ministério da Saúde informou ainda que a verificação de peso e altura e a
classificação do estado nutricional dos brasileiros são medidas já realizadas
nas Unidades Básicas. Os equipamentos ajudarão na coleta desses dados e no
acompanhamento dos usuários do Sistema Único de Saúde. Essas informações são
inseridas no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) e
contribuem para o desenvolvimento de políticas públicas mais efetivas.
G1
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