Especialista
afirma que assumir as rédeas da vida financeira requer posição firme
frente às tentações de consumo e disciplina para obedecer o orçamento
mensal
![]() |
| Em palestra de duas horas, Marcelo Oliveira dará dicas para pessoas que querem mudar hábitos de consumo |
Fazer
compras por impulso e se enrolar com as dívidas no cartão de crédito
são situações rotineiras em muitas famílias brasileiras. Apesar de
comuns, esses erros indicam que cada vez mais o consumidor perde o
controle sobre os gastos e, consequentemente, vive pressionado pela
necessidade de ganhar mais dinheiro.
No
entanto, acertar a megassena ou (na pior das hipóteses) conseguir uma
promoção na empresa não vai resolver o caos financeiro, a menos que o
indivíduo decida mudar seus hábitos e adotar novos padrões de consumo. É
o que afirma o sócio da corretora VIP Investimentos, Marcelo Oliveira.
No
próximo dia 28, o especialista vai ministrar uma palestra na Bemol do
Manauara Shopping, com o tema: “Finanças Pessoais: Assumindo o
controle”. O evento é gratuito e direcionado aos consumidores.
“Antes
de adotar um orçamento para controlar seu dinheiro, a pessoa precisa
ter disposição para mudar sua rotina de consumo. Entrar no eixo exige
sacrifício. Por isso, durante a palestra fazemos um trabalho forte de
conscientização em relação às compras por impulso para que a pessoa
identifique seus vícios”, afirma.
Marcelo
ressalta que uma decisão firme de ajustar a vida financeira leva a uma
nova postura no ato da compra. Segundo ele, duas perguntas precisam ser
feitas: A primeira é “Preciso mesmo desse item?”. A segunda remete à
necessidade de um controle simples: “Tenho como pagar por isso sem
comprometer meu orçamento?”.
‘Ralos’ do dinheiro
O
sócio da VIP Investimentos defende a elaboração de um orçamento
objetivo, onde estejam descritas a receita líquida e os gastos, conforme
a categoria: transporte, habitação, alimentação fora de casa, dentre
outros.
A partir do registro das
despesas, ele explica que será possível cortar os “ralos” do dinheiro e
ter uma sobra de recursos no fim do mês. “Ralos são pequenos gastos
diários que não são registrados. Eles fazem com que o dinheiro acabe
antes do fim do mês”, alerta Oliveira.
O ideal é que o saldo mensal fique entre 20% e 30%, mas se a pessoa conseguir segurar 10% já é um bom começo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário