Mesmo depois de morrer, usuários de redes sociais como o Facebook continuam com perfis ativos e recebendo mensagens
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| Mesmo depois de morrer, usuários de redes sociais como o Facebook continuam com perfis ativos e recebendo mensagens |
Apesar
de não haver números precisos, é cada vez maior o número de “espíritos
virtuais” de pessoas que morreram na vida real, mas continuam ativas na
rede social Facebook, como se estivessem vivas. Elas recebem, inclusive,
publicações diárias em seus perfis. Em meio a mais de um bilhão de
usuários em todo o mundo, não é tão estranho para alguns aficionados
pela rede social receber uma sugestão de amizade “póstuma” do Facebook
de pessoas que já se foram.
Em
Manaus, por exemplo, os perfis de pessoas conhecidas ou não continuam
ativos, mesmo depois da morte delas. Exemplos são os perfis do poeta e
compositor Anibal Beça e da jornalista Luciana Fontes, 34. A jornalista
deixou, na última publicação, o comentário “Até 2013” e morreu apenas
quatro dias depois da virada do ano, em um acidente de carro no Rio de
Janeiro.
Para algumas pessoas, os
perfis de pessoas falecidas são a chance de continuar vendo, lembrando e
homenageando os entes queridos. No entanto, para outras é uma
experiência triste e dolorosa de recordar a perda que desejam esquecer,
ou, pelo menos, da qual querem se distanciar.

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