O câncer de próstata é o sexto tipo de câncer mais comum no mundo e no Brasil, o segundo mais frequente
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O tratamento pode ser considerado como variável e depende do estágio(Ilustração/Saúde) |
"As
políticas públicas de combate ao câncer de próstata ainda estão aquém do
esperado pela população de nosso Estado.
O tratamento pode ser considerado como
variável e depende do estágio de como ele se encontra podendo ser dividido em
tumor localizado e metastático”, a observação é da deputada estadual Vera
Castelo Branco (PTB), 2ª Secretaria da Assembleia Legislativa do Amazonas
(ALEAM) que, preocupada com a situação, aprovou Projeto de Lei estabelecendo
obrigatoriedade de implantação de políticas públicas no Estado para prevenção e
combate à doença.
De
acordo com a deputada, autora do projeto, o governo do Amazonas, com a
aprovação da lei, deverá implantar políticas públicas na área da saúde pública
para a prevenção e combate ao câncer de próstata que consistirão em um conjunto
de ações a ser desenvolvidas mediante a disponibilização de informações à
população sobre os sintomas indicativos da ocorrência da doença.
Segundo
a parlamentar essas informações devem passar por uma avaliação médica
preventiva e precoce, exames periódicos, intervenção precoce e tratamento,
recomendando ainda que a equipe médica em atuação tenha experiência no
atendimento da área específica à qual se destina o projeto.
Vera
Castelo Branco assinalou que sem prejuízo de outros procedimentos, a prevenção
ao câncer de próstata será realizada em hospitais da rede pública, por meio de
procedimentos que atendam os meios preventivos da doença e que os casos, que
tenham apresentado resultado negativo na triagem efetuada, deverão passar por
acompanhamento médico.
Explicou
a deputada que os exames para a prevenção precoce da doença serão realizados
nos seguintes locais: nos hospitais e unidades básicas de saúde, afirmando
ainda, que para suprir a deficiência de profissionais com domínio nessa área,
serão firmadas parcerias com instituições conveniadas com o Sistema Único de
Saúde (SUS) e que deverá ser incentivada a pesquisa na área de prevenção dos
distúrbios desse tipo de câncer junto às agências de fomento ao ensino de
pós-graduação e pesquisa.
Com Informação da Assessoria

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