TF-X é o segundo protótipo da Terrafugia; mais compacto, ganhou motorização híbrida plug-in e hélices retráteis
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A autonomia divulgada é de pelo menos 500 milhas, cerca de 805 km(Divulgação) |
Pensando
em desenvolver alternativas para desafogar os congestionamentos das grandes
cidades, a Terrafugia, empresa de Massachusetts (EUA) continua evoluindo em
seus projetos de carros voadores.
A
marca acaba de apresentar seu segundo conceito, o TF-X, uma evolução do
protótipo Transition, lançado há um ano pela empresa.
O
novo protótipo ganhou visual mais semelhante a um automóvel e também ficou mais
compacto que seu “irmão” mais velho, ou seja, você não precisa ter uma enorme
garagem para guardá-lo.
Mesmo
assim, a marca garante que quatro ocupantes podem viajar confortavelmente no
TF-X.
O interessante é que o modelo pode decolar verticalmente, sem necessidade
de uma pista.
Após
levantar voo, as duas hélices dobram-se para trás e são desativadas, enquanto um
motor híbrido plug-in, localizado atrás da cabine de pilotagem, oferece a
propulsão necessária para atingir os 322 km/h, que é sua velocidade máxima.
A
autonomia divulgada é de pelo menos 500 milhas, cerca de 805 km.
O
projeto do TF-X é um tanto ousado, mas a Terrafugia garante que operar este
protótipo é mais seguro do que dirigir um automóvel moderno.
Neste
quesito, a marca equipou o modelo com um sistema de sensores, que calcula se
haverá combustível suficiente para percorrer a distância até o ponto de
chegada, prevê o melhor lugar para desembarque e o espaço aéreo restrito.
Caso
o “piloto-motorista” ache que seu carro voador não conseguirá realizar o pouso
automático, há um paraquedas de backup, que pode ser acionado para auxiliar o
pouso emergencial.
O
melhor é que, de acordo com a companhia, qualquer um pode conduzir o TF-X,
bastam apenas cinco horas de curso.
Estima-se
que o carro voador chegue ao mercado por cerca de US$ 150 mil, o que equivale a
R$ 301 mil (sem contar os impostos), no entanto, o fabricante definirá o valor
próximo ao seu lançamento, que, segundo ele, não está tão longe assim de
acontecer.

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