Com a presença confirmada no templo do futebol, a Seleção de Felipão não apenas vai dar alegria
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A primeira final foi a mais traumática(Arquivo) |
Quando a tabela da Copa das Confederações foi divulgada, o grande temor era o
Brasil não chegar à final e ficar longe do Maracanã.
Com a presença confirmada
no templo do futebol, a Seleção de Felipão não apenas vai dar alegria aos
cariocas como também terá a chance de entrar para a história como a segunda a
conquistar um título no principal estádio do país.
Apesar de ser a casa da Seleção, o Maracanã não foi palco de muitas
conquistas. Na verdade, o duelo com a Espanha será apenas a terceira decisão em
uma competição oficial e pode ser considerado um tira-teima.
A primeira final
foi a mais traumática: a derrota para o Uruguai por 2 a 1 na final da Copa de
50.
Trinta e nove anos depois, a Seleção voltou a disputar uma final no Maracanã,
novamente contra os uruguaios, e levou a melhor: 1 a 0 pela Copa América de
89.
Na ocasião, a Seleção de Sebastião Lazaroni sofria forte pressão pelas más
atuações e ainda carregava nas costas o peso de 40 anos sem vencer a Copa
América e mais 19 sem um título internacional (o último havia sido a Copa de
70).
Para completar a festa, a primeira conquista oficial no Maracanã ficou
marcada para sempre na memória.
“É uma emoção diferente ser campeão em seu país, até por tudo o que passamos. Vínhamos de uma excursão desastrosa na Europa e o Brasil não vencia a Copa América há quatro décadas”, afirmou Lazaroni.
Para quem pode fazer história, a final de domingo já começa a mexer com os
ânimos. Craque da Seleção, Neymar pode — e quer — se consagrar no principal
palco do futebol brasileiro.
“Fico muito feliz por fazer parte de mais uma
história do Maracanã.
Queremos cravar os nossos nomes na história do estádio
vencendo a Copa das Confederações”, disse.

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