Tem que perguntar do secretário por que reformas no meio do ano letivo. Será que não é possível fazer no período das férias?
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O parlamentar contou que a escola passa por uma reforma em sua estrutura(www.revistareciclarja.com) |
Dando continuidade a sua pauta sobre a educação oferecida pela rede de ensino pública do Estado, o deputado estadual José Ricardo (PT) fez, durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), um relato da visita realizada a Escola Estadual Eldah Bitton Telles da Rocha, localizada no bairro da Compensa, zona Oeste de Manaus.
O parlamentar contou que a escola passa por uma reforma em sua estrutura, que abriga 40 salas de aula, e que a obra contempla avanços, como a construção de um novo refeitório, auditório e a implantação de uma subestação de energia elétrica. Mas a instituição, segundo ele, ainda possui deficiências como o reduzido acervo da biblioteca, a falta de bibliotecário e a carência de funcionários para atender todos os setores da escola, que possui mais de mil alunos por turno.
O parlamentar afirmou que irá encaminhar ao secretário de educação do Estado um relatório da visita e questionou o por quê de a reforma na escola não ter sido realizada no período das férias, evitando assim a suspensão das aulas.
“Nós vamos acompanhar a reforma e com algumas preocupações: primeiro, em relação à paralisação. Tem que perguntar do secretário por que reformas no meio do ano letivo. Será que não é possível fazer no período das férias? A previsão da obra é de poucos meses, então no período das férias daria perfeitamente para fazer a reforma. Vai haver uma paralisação de um mês e meio e a preocupação da gestora é de que se ultrapassar o prazo vai prejudicar o ano letivo, então vamos acompanhar esta situação”, prometeu.
O petista informou ainda que subscreveu uma representação encaminhada pelo vereador de Manaus, Professor Bibiano (PT), à presidência nacional do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) referente a investigações sobre a gestão da Manausprev onde há suspeita de um prejuízo acima de R$ 50 milhões entre 2012 e 2013.
“Entendemos que estamos falando de recursos públicos, falando de milhões de recursos que pertence ao povo, principalmente aos servidores municipais e na hora em que gestores utilizam os recursos, fazem aplicações equivocadas em bancos que estão sob intervenção do Banco Central, alguns até já extintos e, portanto, recurso público perdido, algo precisa ser feito. Neste caso, uma representação para ser feita uma investigação minuciosa ao que foi feito e as conseqüências dessas aplicações e depois, logicamente, o encaminhamento jurídico necessário na medida em que tenha as devidas comprovações”, declarou.
Com Informação da Assessoria

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