Internamente, entrosou-se com os companheiros como se não tivesse passado mais de dois anos afastado
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O sucesso de Robinho em dois jogos foi considerável(Foto: Internet) |
O sucesso de Robinho em dois jogos foi considerável. Chamado para ocupar a função de falso 9 na ausência de Diego Costa, o atacante do Milan cumpriu com perfeição o papel que se esperava dele.
Internamente, entrosou-se com os companheiros como se não tivesse passado mais de dois anos afastado da seleção. Antes do chamado de Felipão, sua última convocação havia sido com o antecessor Mano Menezes, no começo do segundo semestre de 2011, para o amistoso contra a Alemanha.
Em poucos dias, Robinho assumiu o pandeiro do samba da seleção ao lado de Dante e reviveu a persona de "presidente da resenha", como definiu Galvão Bueno na transmissão da Rede Globo no último sábado. Nos treinos, não chegou a se destacar, mas mostrou alguma personalidade ao arriscar lances de efeito diante do treinador, como lançamento de letra e passes mais arriscados, embora nem sempre funcionassem.
Quando a bola rolou para valer, porém, Robinho fez valer toda sua experiência. Contra Honduras, ele entrou no intervalo e participou de dois dos cinco gols brasileiros. Em um deles, deu uma assistência de calcanhar para Hulk, e em outro lance isolado mandou uma bola na trave.
Na última terça, ele brilhou ainda mais. Opção para o início do segundo tempo, Robinho chegou mais vezes ao gol rival que seu antecessor Jô. Em menos de 45 minutos, ele perdeu um gol claro, teve outro anulado por impedimento, quase fez um de placa após chapelar um zagueiro, e - o mais importante - marcou, de cabeça, o gol da vitória brasileira sobre o Chile.
O sucesso de Robinho em dois jogos foi considerável. Chamado para ocupar a função de falso 9 na ausência de Diego Costa, o atacante do Milan cumpriu com perfeição o papel que se esperava dele.
Internamente, entrosou-se com os companheiros como se não tivesse passado mais de dois anos afastado da seleção. Antes do chamado de Felipão, sua última convocação havia sido com o antecessor Mano Menezes, no começo do segundo semestre de 2011, para o amistoso contra a Alemanha.
Em poucos dias, Robinho assumiu o pandeiro do samba da seleção ao lado de Dante e reviveu a persona de "presidente da resenha", como definiu Galvão Bueno na transmissão da Rede Globo no último sábado. Nos treinos, não chegou a se destacar, mas mostrou alguma personalidade ao arriscar lances de efeito diante do treinador, como lançamento de letra e passes mais arriscados, embora nem sempre funcionassem.
Quando a bola rolou para valer, porém, Robinho fez valer toda sua experiência. Contra Honduras, ele entrou no intervalo e participou de dois dos cinco gols brasileiros. Em um deles, deu uma assistência de calcanhar para Hulk, e em outro lance isolado mandou uma bola na trave.
Na última terça, ele brilhou ainda mais. Opção para o início do segundo tempo, Robinho chegou mais vezes ao gol rival que seu antecessor Jô. Em menos de 45 minutos, ele perdeu um gol claro, teve outro anulado por impedimento, quase fez um de placa após chapelar um zagueiro, e - o mais importante - marcou, de cabeça, o gol da vitória brasileira sobre o Chile.

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