Em relação às demais reivindicações da categoria não incluídas nos projetos do governo
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O projeto de Lei nº 154/14, referente à concessão do tíquete-alimentação (Imagem: Ooutroladodamoeda) |
O presidente Josué Neto (PSD) conduziu a votação das matérias de forma
conciliatória, mantendo os debates dos deputados sem alterações e controlando
as manifestações dos professores ligados à Associação Movimento de Luta dos
Professores de Manaus (Asprom) e ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do
Estado do Amazonas (Sinteam), que representam a maior parte da categoria, e que
acompanharam a votação nas galerias.
Colocado em votação, o projeto de Lei nº 146/14, que se refere ao
reajuste salarial constitucional da data-base dos servidores da Seduc, com
índice de 5,67%, e ao aumento real de 4,33% para o mês de janeiro de 2015,
totalizando os 10% negociado entre a categoria e o governo do Estado, foi
aprovado com a concordância de todos os deputados presentes em plenário.
Da mesma forma, o projeto de Lei 147/14, que trata da reestruturação
remuneratória na tabela de vencimento da carreira de magistério para professor
e pedagogo, conforme o reajuste concedido, abrangendo também as tabelas de
vencimento da progressão diagonal, da 1ª à 4ª avaliações de progressão, para as
oito categorias de referência nas duas funções e nas duas cargas horárias (20h
e 40h semanais), foi aprovado pelo plenário também por unanimidade.
O projeto de Lei nº 154/14, referente à concessão do
tíquete-alimentação, recebeu emenda modificativa do relator, deputado Tony
Medeiros (PSL) e foi aprovado por unanimidade. Todos os projetos referentes aos
servidores da Seduc foram aprovados com os votos de 13 deputados presentes no
plenário da Assembleia Legislativa e três declarações de voto, dos deputados
Cabo Maciel (PR), Marco Antonio Chico Preto (PMN) e Fausto Souza (PSD).
Debates continuam
O bloco de oposição fechou questão em torno das quatro emendas
apresentadas ao projeto original, com os deputados Marcelo Ramos (PSB) e José
Ricardo Wendling (PT) pedindo destaque para votação em separado. Na votação
três emendas foram rejeitadas pelo plenário, e uma do deputado José Ricardo foi
indeferida pelo relator do PL 154, deputado Tony Medeiros, com sugestão para
ser transformada em indicação ao governo.
Em relação às demais reivindicações da categoria não incluídas nos
projetos do governo, o deputado Sinésio Campos (PT) propôs a continuação das
discussões dentro da comissão paritária criada entre governo, professores e
Assembleia Legislativa. Segundo ele, é preciso uma maior discussão para a
questão da implantação do plano de saúde e outras reivindicações, uma vez que
os critérios não estão muito claros para que fossem amparados desde agora na
lei.
Com Informação da Assessoria

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