segunda-feira, 12 de maio de 2014

Fraudes em Pauiní nos benefícios para atender vítimas da enchente

O acordo entre o Governo do Estado e a representação do Sindicato

A boa notícia é que o Plano Nacional de Educação foi aprovado 



O deputado estadual José Ricardo (PT) denunciou do plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta quinta-feira (8), de que estaria tendo fraudes nos benefícios liberados pelo governo estadual e federal às pessoas afetadas pela enchente. O parlamentar foi informado de que em Pauini (a 923 km de Manaus) parentes do coordenador municipal da Defesa Civil, que moram na cidade, estariam recebendo o benefício, voltado para as famílias que tiveram perdas com a cheia.

c, Jeová Roberto (PT), José Ricardo vai encaminhar o documento ao Ministério Publico Estadual (MPE) e a Defesa Civil do Estado a fim de que providências sejam tomadas. “São pessoas que não se enquadrariam nos requisitos para receber o auxílio”, disse.

Educação

O acordo entre o Governo do Estado e a representação do Sindicato dos Trabalhadores da Educação será tema de uma Audiência Pública que o deputado está solicitando para acontecer no plenário da Aleam na próxima semana. O questionamento da classe diz respeito ao percentual de aumento de salário, cuja proposta era de 20%; o sindicato propôs 15% e no final prevaleceu 10% de forma parcelada, sendo uma parte a ser paga neste ano e o restante em 2015.

Segundo José Ricardo, a dúvida é como o governo vai cumprir. “Há previsão orçamentária; haverá relocação de recursos”, questionou o deputado, lembrando que os professores querem discutir o acordo antes do projeto ser encaminhado para votação na Assembleia.

A boa notícia é que o Plano Nacional de Educação foi aprovado na Comissão Especial de Educação no Congresso Nacional. José Ricardo disse que falta o plenário votar e ser encaminhado para sanção da Presidência da República. Além de aumentar os recursos para a educação, o Plano propõe uma reforma nos próximos dez anos e, com isso, chegar ao percentual de 10% do Produto Interno Bruto (PIB), gasto que hoje é de 4%.


Com Informação da Assessoria


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