Felipão deixa o comando do Brasil após 29 partidas. Apesar de conquistas, como a Copa das Conmfederações em 2013, o gaúcho acumulou brigas e desafetos ao longo de 20 meses e a maior derrota da história da Seleção
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Luiz Felipe Scolarim mostrou-se resignado de disputar apenas o terceiro lugar com a Holanda após a derrota para a Alemanha |
Depois de 29 partidas à frente da Seleção
Brasileira, o gaúcho Luiz Felipe Scolari, o Felipão, não é mais o comandante da
equipe nacional. Depois de uma boa campanha pré-Copa do Mundo 2014 e o título
na Copa das Confederações 2013, o “técnico do penta” pediu demissão da
Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na noite deste domingo (13). As
derrotas vexatórias para Alemanha, por 7 a 1, e Holanda, por 3 a 0, culminaram
na sua saída.
Das 29 partidas em sua segunda passagem pela
Seleção, Felipão contou com 19 vitórias, seis empates e quatro derrotas. Com
ele, sai também toda a comissão técnica, inclusive o coordenador técnico Carlos
Alberto Parreira. A CBF deve oficializar a mudança nesta segunda-feira e
iniciar a procura por um novo treinador.
No sábado (12), após a
derrota para a seleção holandesa, Felipão já havia afirmado à imprensa que
entregara o cargo para a CBF. "Quem tem de decidir (o futuro) é o
presidente (da CBF). Como já tínhamos combinado, com o encerramento da
competição entregaríamos o cargo. Era o combinado ganhando ou perdendo. Então
vou terminar meu relatório, entregar ao presidente, e ele tem qualidade para
analisar e decidir o futuro da Seleção", declarou na ocasião, no Estádio
Nacional Mané Garrincha, em Brasília.
Em pouco mais de um ano, provavelmente em outubro, começam as eliminatórias sul-americanas para o Mundial de 2018, na Rússia. Antes disso, em julho de 2015, será disputada a Copa América, no Chile, e em 2016 a Copa América Centenário, nos EUA, e as Olimpíadas do Rio. A CBF, que terá novo presidente (Marco Polo del Nero) a partir de abril de 2015, precisa definir o quanto antes a comissão técnica para o novo ciclo.
Os quase 20 meses de trabalho de Luiz Felipe Scolari tiveram poucas turbulências. Mas isso não quer dizer não viveu problemas no comando da seleção. Diego Costa, Louis van Gaal, Ronaldinho Gaúcho e bancários foram alguns dos obstáculos encontrado pelo treinador em seus relacionamentos como uma das pessoas mais importantes do futebol brasileiro.
Em pouco mais de um ano, provavelmente em outubro, começam as eliminatórias sul-americanas para o Mundial de 2018, na Rússia. Antes disso, em julho de 2015, será disputada a Copa América, no Chile, e em 2016 a Copa América Centenário, nos EUA, e as Olimpíadas do Rio. A CBF, que terá novo presidente (Marco Polo del Nero) a partir de abril de 2015, precisa definir o quanto antes a comissão técnica para o novo ciclo.
Os quase 20 meses de trabalho de Luiz Felipe Scolari tiveram poucas turbulências. Mas isso não quer dizer não viveu problemas no comando da seleção. Diego Costa, Louis van Gaal, Ronaldinho Gaúcho e bancários foram alguns dos obstáculos encontrado pelo treinador em seus relacionamentos como uma das pessoas mais importantes do futebol brasileiro.
A CBF ainda não se pronunciou oficialmente
sobre a demissão de Scolari, mas nos bastidores fala-se que o presidente
da entidade José Maria Marin pensa em contratar um técnico estrangeiro para
substituir o gaúcho. Ele já tinha sido contra essa ideia no final de 2012
quando contratou o brasileiro, mas agora já cogita essa possibilidade.
A contratação de um estrangeiro depende também
do apoio dos jogadores brasileiros. O lateral Daniel Alves chegou a falar nessa
possibilidade após a derrota do Brasil para a Holanda.
Entre os brasileiros, o mais cotado é Tite.
Ele ganhou diversos títulos com o Corinthians entre 2001 e 2013. Ele passou o
último semestre sem trabalhar, apesar de ter recebido vários convites. Mas
algumas federações estaduais são contra o ex-corintiano.
De forma urgente, a CBF pode recorrer a
Alexandre Gallo, observador da Seleção e técnico da equipe sub-20. Gallo teria
ainda a desculpa do projeto da Olimpíada de 2016, no Rio, competição em que o
Brasil jamais venceu e jamais levantou o ouro.
Jornal a Crítica

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