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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Audiência na Assembleia discute atuação do profissional de Educação Física

O diretor do Instituto de Educação Física da Ufam, Sidney Neto, destacou o papel da Universidade nesse contexto como formador 




Educação do Estado para a busca de informações sobre(Imagens.Us)



Com o objetivo de discutir os novos rumos para a Educação Física nas escolas do Estado do Amazonas, o deputado estadual e presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Sidney Leite (DEM), realizou no miniplenário Beth Azize, Audiência Pública, na quinta-feira (11), para discutir a questão com profissionais e estudantes da área.

A Mesa foi composta ainda por Tarcisio Anchieta, representando a Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel); Joel Sordeira, representando a Secretaria de Estado da Educação (Seduc); João Carlos Silva, representando a Secretaria Municipal de Educação (Semed); Jonivelson Vieira, vice-presidente do Conselho Regional de Educação Física; e Sidney Neto, diretor do Instituto de Educação Física da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Na opinião de Sidney Leite, o esporte só traz benefícios, “sendo o objetivo dessa Audiência Pública, discutir a atuação desse profissional na formação, passando por sua atividade na escola e interagindo com a comunidade, sem esquecer o Dia do Profissional da Educação Física e sua importância nas escolas.

O deputado destacou que o grande desafio de hoje é que, com o mundo moderno e avanço das tecnologias, a expectativa de vida da população aumentou. “Nós que temos essa preocupação, não só, com a saúde, mas com a formação e a questão da educação estamos puxando essa audiência em primeiro momento para reavaliar a condição e formação de trabalho do profissional de educação física”, disse.

Sidney Leite destacou que a aproximação com os órgãos de Educação do Estado para a busca de informações sobre a atividade será ampliada.  No caso da infraestrutura, o objetivo é conhecer a realidade da oferta de espaços adequados para os alunos da rede pública e com especial atenção para os portadores de necessidades especiais.

O deputado anunciou que a Comissão de Educação da Assembleia vai trabalhar também para o estímulo da Educação Física no desenvolvimento do desporto, no sentido de ampliar a oferta de talentos esportivos no Estado. Segundo Leite, todas essas questões levarão em consideração também as realidades das comunidades rurais e indígenas do Amazonas.

O diretor do Instituto de Educação Física da Ufam, Sidney Neto, destacou o papel da Universidade nesse contexto como formador de profissionais qualificados para atuar tanto na capital como no interior do Estado, demonstrando o bom momento por que passa o mercado para o profissional em Educação Física, movido pela preocupação generalizada da população com o bem-estar e a saúde.



Com Informação da Assessoria

quinta-feira, 22 de março de 2012

Sem registro, técnico do CDC-Manicoré é afastado

Oyama Júnior foi obrigado a se retirar do campo no jogo contra o São Raimundo, nesta quarta-feira, na Colina, por não possuir registro profissional

De acordo com o diretor do CREF, Jean Azevedo, as fiscalizações devem continuar
De acordo com o diretor do CREF, Jean Azevedo, as fiscalizações devem continuar (Antonio Lima)

O CDC-Manicoré começou o segundo turno do Campeonato Amazonense com o pé esquerdo, além da goleada de 6 a 0 que recebeu do São Raimundo, nesta quarta-feira (21), na Colina, Zona Oeste de Manaus, o time também ficou sem o técnico Oyama Júnior, que por não ter registro profissional foi retirado do campo por fiscais do Conselho Regional de Educação Física – CREF. Na ocasião o presidente do órgão, Jean Azevedo, disse que para comandar uma equipe de futebol ou ser preparador de goleiro é preciso ser graduado em Educação Física ou ter um documento que comprove que trabalha como técnico desde 1998. Como Oyama é formado em outra área e atua como treinador desde 2007 não pode mais ficar a frente do Bacurau.
O Diretor financeiro do CDC, Manoel Santos lamentou o ocorrido e disse que esse “constrangimento” poderia ter sido evitado.
“Foi vergonhoso para o técnico e para toda equipe, ele estava fazendo o seu trabalho e foi obrigado a deixar, acredito que o CREF deveria ter informado isso para os times e para FAF antes do início do torneio, assim todo esse transtorno poderia ser sido evitado”, comentou Santos.
De acordo com o presidente do Conselho, Jean Azevedo a exigência do Registro Profissional não é nenhuma novidade.
“Nós fazemos essa fiscalização há 13 anos, logo entendemos que a tanto a Federação Amazonense como os clubes estão cientes disso. E nós ressaltamos que a necessidade da graduação e do registro é válida não só para técnicos, mas também para auxiliares técnicos, preparadores de goleiros e preparadores físicos”, afirmou Azevedo.
Ainda segundo o presidente o CREF conhece todos os times que possuem técnicos habilitados. E por isso as fiscalizações devem acontecer de uma forma mais discreta nos treinos e em alguns jogos.
“Não queremos chamar atenção, até concordo que o que ocorreu ontem (quarta) foi constrangedor, mas agora vamos atuar apenas em treinos e sortear algumas partidas, nosso intuito é fazer com a Lei 9.696/98 seja cumprida e por isso vamos fiscalizar principalmente as categorias de base”, finalizou.
O CDC vai enfrentar o Rio Negro, no Sábado (24), novamente na Colina, por isso o grupo permanece em Manaus e as atividades por enquanto serão comandadas pelo preparador físico, Euder Nascimento.
“Vamos tentar solucionar esta questão o mais rápido possível, nosso time precisa de um técnico, o Oyama deve continuar como um auxiliar e o Euder vai comandar os trabalhos até conseguirmos alguém para assumir o elenco”, declarou o diretor.

LORENNA SERRÃO