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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Valdelúcia e Isleia falam sobre a doença “Lepra” em programa de rádio

A prevenção contra qualquer doença ainda é o melhor método 

A enfermeira Isleia Gomes e a Técnica em Dermatologia Valdelúcia Tavares (Foto: Edy Lima)


A enfermeira Isleia Gomes e a Técnica em Dermatologia Valdelúcia Tavares, através da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Manicoré (SEMSA), ambas lotadas na Unidade Básica de Saúde Lucy Cavalcante, estiveram na manhã desta quinta-feira (23) no programa de rádio Gerando Oportunidade, falando para a população manicoreense, esclarecendo e tirando dúvidas sobre a Lepra (Hanseníase).

Enfermeira Isleia Gomes disse que a Lepra, hanseníase, morféia, mal de Hansen ou mal de Lázaro é uma doença infecciosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae (também conhecida como bacilo-de-hansen) que causa danos severos a nervos e a pele. Disse ainda que a lepra é uma doença contagiosa, que passa de uma pessoa doente, que não esteja em tratamento, para outra. Demora de dois a cinco anos, em geral, para aparecerem os primeiros sintomas.

Isleia Gomes falou que a lepra é transmitida por gotículas de saliva. O bacilo Mycobacterium leprae é eliminado pelo aparelho respiratório da pessoa doente na forma de aerossol durante o ato de falar, espirrar, tossir ou beijar. Quase sempre ocorrem entre contatos domiciliares, geralmente indivíduos que dormem num mesmo quarto.

Sintomas e sinas dessa bactéria, assim como a turbeculose, é bastante lento para se reproduzir a ponto de causar sintomas, de modo que o tempo de incubação após a infecção é de 2 a 7 anos. Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a supressão da sensação térmica, ou seja, a incapacidade de diferenciar entre o frio e o quente no local afetado.

A Técnica em Dermatologia Valdelúcia, falou a respeito das lepras existentes: Lepra turbeculoide ou paucibacilar; Lepra limítrofe ou boderline e a Lepra lepromatosa ou multibacilar. Disse ainda que além do homem, outros animais de que se tem notícia de serem susceptível à lepra são algumas espécies de macacos, coelhos, ratos e tatu. “Quanto ao bicho de casco, ou seja, a tartaruga, tracajá ou o jabuti, não tem noticias que esses animais podem transmitir a doença”. Esclareceu Tavares.

Valdelúcia Tavares finalizou a conversa com os ouvintes falando sobre o tratamento da lepra.  “Hoje em dia, a lepra é tratada com antibióticos, e esforços de Saúde Pública que são dirigidas ao diagnóstico precoce e tratamento dos doentes. A prevenção contra qualquer doença ainda é o melhor método de o indivíduo se cuidar, e de se proteger quanto a doenças futuras”.    

Edy lima DRT-AM 1823
            

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Ambulatório Digital de Dermatologia será implantado na Fundação Alfredo da Matta

Foto: Ascom/Am.

O Governo do Amazonas, por meio da Fundação Alfredo da Matta (Fuam), dá mais um passo para a implantação das ações de telemedicina na instituição. No dia 27 (sexta-feira) de junho, às 9h, no miniauditório da Fuam (Rua Codajás, nº 24, Cachoeirinha, zona sul),foi realizada a Oficina sobre Telessaúde.

A ação segue orientação do governador Omar Aziz de capacitação dos profissionais que atuam em diferentes setores da Fundação, para prepará-los para a implantação do programa de Telessaúde e do Ambulatório Digital de Dermatologia na instituição, segundo explicou a chefe do Departamento de Controle de Doenças e Epidemiologia, Valderiza Pedroza.

Na pauta da oficina, que será ministrada por técnicos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), serão fornecidas orientações sobre o funcionamento do Programa Telessaúde no Brasil, no Amazonas e como será na Fuam, suas ferramentas, estrutura, além do cadastro de profissionais médicos que participarão do Ambulatório Digital de Dermatologia.

Na Fuam, cada setor terá uma agenda de atividades que poderá incluir cursos, treinamentos, discussão de casos clínicos e consultas médicas envolvendo profissionais e instituições que fazem parte da Rede operacionalizada pela UEA.

Eficiência e agilidade – O Ambulatório Digital de Dermatologia permitirá, por exemplo, que profissionais da saúde em municípios do interior do Estado troquem informações e discutam casos clínicos com profissionais da Fuam. Se necessário, o paciente também pode passar por consulta com o profissional de Manaus, via videoconferência, em tempo real.

“Com esta ferramenta vamos agilizar a resolução de casos nos municípios do interior, quando o encontro presencial entre nossa equipe de Manaus e os profissionais dos municípios não for possível”, afirma o diretor-presidente da Fuam, o médico Carlos Chirano. “Os encontros e consultas virtuais ampliarão a capacidade de acesso e cura dos pacientes”, completa o médico.

Após a oficina e cadastro dos profissionais médicos, a Agenda de atendimento será formalizada e implantada. “A ideia é mantermos uma agenda semanal, viabilizando o contato com municípios do interior”, destaca Valderiza Pedroza.

Agência de Comunicação do Amazonas.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Dermatologistas unem-se para diagnosticar hanseníase em todo país

Campanha Sociedade Brasileira de Dermatologia contra a Hanseníase realizada diagnóstico gratuito da doença 

 

  De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país com maior incidência de Hanseníase no mundo, ficando atrás apenas da Índia. Antigamente conhecida como lepra, a doença afeta principalmente a pele e os nervos, pode ocasionar a perda de membros e sua transmissão ocorre, inclusive, pelo ar. Para combatê-la, no dia 05 de maio, hospitais e postos de saúde de todo o país unirão forças para atender, gratuitamente, a população a fim de identificar e dar início ao seu tratamento, por meio da campanha Sociedade Brasileira de Dermatologia contra a Hanseníase. Para isso, os interessados deverão dirigir-se a um dos locais credenciados, entre 8h e 14h, onde serão atendidos de acordo com a ordem de chegada.

A iniciativa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) pretende contribuir com o combate à doença que, a cada ano, atinge quase 35 mil brasileiros. “A campanha promovida pela SBD reforça o empenho dos dermatologistas na luta contra a hanseníase, que é uma doença negligenciada”, ressalta a coordenadora geral da campanha, a médica Marilda Milanez.

Na Amazonas, na cidade de Manaus haverá três postos de atendimento para orientar e atender a população, com a expectativa de descobrir e tratar novos casos de hanseníase. “muito importante esse tipo de campanha, pois, não a muita divulgação da doença e precisamos chamar atenção dos casos de hanseníase”, explica a coordenadora regional da campanha, Dra. Maria de Fátima. A médica chama os dermatologistas para participar da campanha e divulgação da mesma.


A hanseníase é uma doença crônica infecciosa que atinge principalmente a pele e os nervos e, se não for tratada adequadamente, pode causar sérias lesões e até a perda de membros. “A importância do diagnóstico precoce é fundamental para o controle da doença e o sucesso do tratamento”, afirma Milanez. O período de incubação da Hanseníase varia de três a cinco anos e sua manifestação ocorre, inicialmente, com o aparecimento das citadas manchas dormentes pelo corpo, de cor avermelhada ou esbranquiçada. Outros sintomas podem ser placas, caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações. O tratamento da doença é feito a partir da associação de antibióticos, administrados por via oral, para matar a bactéria. “Sua duração média varia de seis meses até um ano, mas assim que o tratamento é iniciado, a pessoa deixa de transmitir a doença”, explica a Dra. Marilda Milanez.


SERVIÇO:
Campanha Sociedade Brasileira de Dermatologia contra a Hanseníase
Data: 05/05/2012
Hora: 08h às 14h
Locais de atendimto:
- Hospital Universitário Getúlio Vargas: Rua Martins Santana, Nº 1053 – Manaus
- Fundação de Medicina Tropical do Amazonas - Setor de Dermatologia: Av. Pedro Teixiera, 25, Dom Pedro - Manaus
- Instituto de Dermatologia Tropical e Venereologia - Fundação Alfredo da Mata: Rua Codajás, 24, Cachoeirinha - Manaus

Fonte: Fabio Barros (www.approach.com.br)