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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Projeto de Josué Neto homenageia o radialista J. Nunes, que esteve no ar por 60 anos seguidos

Um Projeto de Resolução que dá novo nome à sala de imprensa 



(Foto: Aleam) Nunes começou sua carreira Rádio Difusora, onde trabalhou em programas




 Um Projeto de Resolução que dá novo nome à sala de imprensa da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) está tramitando na Casa. Pela proposta, a sala será denominada “Sala de Imprensa Radialista J. Nunes”, em homenagem ao consagrado radialista João Nunes Romero, que faleceu no último dia 22 de outubro, aos 80 anos, após décadas de serviços prestados à sociedade amazonense através dos programas de rádio que apresentou, como o tradicional “Avisos para o Interior”, que foi um grande sucesso quando o rádio era o meio mais rápido de se comunicar com familiares do interior.

O projeto, de autoria do presidente da Casa, deputado Josué Neto (PSD), visa reconhecer o trabalho de J. Nunes, que começou a atuar como radialista no Amazonas em 1955 e desde 1987 trabalhava como servidor da Assembleia Legislativa. “Servidor comprometido, pontual, sempre presente, J. Nunes foi admirado por todos os seus colegas de trabalho”, escreveu o deputado Josué Neto ao justificar, no texto da proposta, a importância de sua aprovação.

Nunes começou sua carreira Rádio Difusora, onde trabalhou em programas importantes como: Parabéns pra Você, Falando ao Coração, Informativo Rosas e Plantão Esportivo. No final da década de 80, já na Aleam, Nunes passou a desempenhar o cargo de assessor de comunicação das diversas comissões permanentes da Casa.

O projeto começou a tramitar no último dia 10 de novembro e foi encaminhada para as comissões técnicas da Casa.


Com Informação da Assessoria


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Homenagem ao jornal A Crítica pelos 66 anos de existência

O jornal A Crítica completou 66 anos no último dia 19

Na ocasião, Bosco lamentou a morte do colunista social do jornal A Crítica (Foto: Aleam)


Os meios de comunicação garantem o acesso à informação para muitos cidadãos. Em função da passagem dos 66 anos de existência do jornal A Crítica, o deputado Bosco Saraiva (PSDB) homenageou a empresa durante o pronunciamento no Pequeno Expediente desta quarta-feira (22). 

Ao longo dos anos o trabalho deste jornal consolidou-se, assumindo o papel de referência e contribuindo para o crescimento do Estado. O conteúdo divulgado visa sempre informar de forma imparcial, e garantir a defesa da liberdade de imprensa, propondo e alertando quanto aos grandes debates da sociedade.

“O jornal A Crítica completou 66 anos no último dia 19, isto é motivo de muita alegria para a nossa cidade. Eu que há 40 anos, mais ou menos, acompanho a vida deste matutino, li muitas vezes as colunas de Fábio Lucena, na taberna do seu Zé, no Morro da Liberdade, e isso ajudou a formar o meu caráter. Fico feliz em ver que o jornal  acompanhou a modernidade e segue sendo sustentáculo da democracia em Manaus e no Amazonas.”, declarou o parlamentar.

Na ocasião, Bosco lamentou a morte do colunista social do jornal A Crítica, Alex Deneriaz. O jornalista enfrentava problemas de saúde desde o início do mês de abril. Ele passou por diversos impressos da capital do Amazonas e também teve programas de colunismo social em TVs locais.

“Lamento profundamente a perda de Alex Deneriaz aos 52 anos. Ele com a sua competência, elegância, e sua particular forma de escrita nos deixa em uma idade de altíssima produção, sobretudo para a sua atividade com relação a vida nacional no eixo Rio – São Paulo.  Sua identificação com a nossa cidade e Estado era marcante. Eu não poderia deixar de fazer esse registro porque acompanhei os dias de sua luta através dos familiares, e lamentavelmente ontem houve essa perda irreparável para a vida social amazonense e o jornalismo. Meus sentimentos à todos os amigos mais próximos, aos seus leitores e especialmente a sua família”, disse o deputado. 


Com Informação da Assessoria



sexta-feira, 6 de março de 2015

1ª Dama do Município de Manicoré e Autoridades rendem homenagem às mulheres do município

As autoridades que renderam homenagem as mulheres foram

Da esquerda para a direita: Vereadora Nada, no centro da foto 1ª Dama Professora Nilcione Colares e prefeito Lúcio Flávio (Foto: Edy Lima)



Durante a semana o radialista Edy Lima gravou com autoridades do município, mensagens dedicadas as mulheres de Manicoré, pelo ‘Dia Internacional da Mulher que será no domingo 8 março. Como o programa Gerando Oportunidade vai ao ar somente de segunda à sexta-feira, foi preciso que as homenagens para as mulheres fossem antecipadas. Cada um homenageou as mulheres do seu jeito, com palavras simples mais de grande admiração pela classe feminina.  

As autoridades que renderam homenagem as mulheres foram: Professor Dr. João Ricardo (UFAM), Elda Lúcia Secretária Municipal de Educação (SEMED), Vereadores Sabá Medeiros, Zulândio Galdino (Uca), Nara, Luzinei Delgado, Miro Gomes e Markson Machado; Tenente de Exército Belforth (Tiro de Guerra 12002), Professora e 1ª Dama do Município de Manicoré Nilcione Colares e o Vice-prefeito Paulo Sérgio Barbosa.    

Nos últimos anos, em quase todo mundo, ganharam destaque as comemorações do Dia Internacional da Mulher. Depois de milhares de anos em que a mulher permaneceu em posição familiar, social e profissional inferior à do homem, finalmente passaram a ser reconhecidas como iguais e parceiras do homem na direção de empresas, da família, e até de países.

A mulher deixou de ser valorizada apenas por suas funções de mãe, de responsável pelo lar e pela família, quanto ao conforto dentro de casa: passou a assumir postos de mando e de decisão, o que representa um grande progresso.

Infelizmente, em muitos países da África e da Ásia, subsistem condições de desigualdade, e de humilhação, o mesmo acontecendo nas regiões pobres da América Latina, onde a mulher padece o peso de preconceitos, injustiças dentro de casa e das empresas, e sofre violências que começam já na infância.

Essa repressão sexual e social ainda é um fato que devemos combater com vigor.
Em Nova York, Estados Unidos, no dia 8 de março de 1857, um grupo de operárias ocupam a fábrica onde trabalham, reivindicando diminuição da jornada de trabalho que era de 14 a 16 horas, condições saudáveis de trabalho e salários menos miseráveis. 

Depois de serem confinadas em um lugar isolado da fábrica, todas morreram queimadas em um incêndio. Depois, na Dinamarca, em 1910, realiza-se o 1º Congresso Internacional de Mulheres.

Em homenagem às 129 operárias mortas, passou-se a comemorar no dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher.       



Edy Lima DRT-AM 1823

terça-feira, 10 de julho de 2012

Musical com artistas amazonenses faz homenagem a Chico Buarque

Encabeçado pelos cantores Zezinho Corrêa, Márcia Siqueira, Lucilene Castro, Cinara Nery e Marcos Paulo, o musical “...Mas podem me chamar de Chico” também terá temporada gratuita durante todos os sábados de agosto, no Teatro da Instalação

Chico Buarque
Chico Buarque (Divulgação)

O significado do nome Francisco é aquele que nasceu na França, mas existem pelo menos três Chicos que marcaram a história da Música Popular Brasileira: o carioca Chico Buarque, o paraibano Chico César e o amazonense Chico da Silva. É o repertório desses três compositores que será apresentado gratuitamente no palco do Teatro Amazonas, nos dias 1º e 2 de agosto, em forma de musical. Encabeçado pelos cantores Zezinho Corrêa, Márcia Siqueira, Lucilene Castro, Cinara Nery e Marcos Paulo, o musical “...Mas podem me chamar de Chico” também terá temporada gratuita durante todos os sábados de agosto, no Teatro da Instalação.

Dentre as composições de Chico Buarque que serão incluídas no repertório estão “Apesar de você”, uma das canções de protesto que mais marcaram a resistência cultural à ditadura militar, e trechos dos musicais “Ópera do Malandro” e “Calabar”. Do repertório de Chico da Silva, os cantores vão incluir sambas que ganharam projeção nacional, como “Diário de um boêmio”, “Sufoco” (gravada por Alcione), e toadas inesquecíveis do Garantido como “Boi do Carmo” e “Vermelho”. “Mama África” e “Tempos” são algumas das músicas de Chico César que vão garantir a linha mais moderna e universal do espetáculo, com um pé nas influências nordestinas do paraibano.

O musical tem apoio da Secretaria de Cultura. Segundo Lucilene Castro, que vem flertando com o repertório do amazonense Chico da Silva há algum tempo, o grupo de cantores e amigos já se reuniu para apresentações em vários momentos e sempre alimentou a ideia de produzir um trabalho desse porte em Manaus. “Vai ser uma soma de esforços e dos nossos talentos individuais. Pretendemos entrelaçar as influências e aproximar o público de várias gerações musicais do Amazonas e do Brasil”, afirmou. Além das apresentações individuais, os cantores ensaiam para fazer duetos e números em grupo.

ELEMENTOS CÊNICOS
 
Lucilene comenta que os musicais, naturalmente, envolvem mais elementos do que os shows. Com experiência consolidada em produções como o Concerto de Natal e o Festival Amazonas de Ópera, o diretor artístico William Pereira vai comandar a preparação cênica do espetáculo com a co-direção de Márcio Braz. “Não somos atores, e sim cantores com uma proposta de interpretação. A parte cênica vai ser mais como um apoio à nossa apresentação”, afirmou Lucilene. Em produção há um mês, o espetáculo já está com os arranjos das 45 músicas definidos. O responsável por essa área é o diretor musical Hudson Alves, integrante da orquestra Amazonas Band com passagens pelo Festival de Música do Amazonas. A banda de quatro músicos que vai acompanhar os cantores dá o tom acústico ao espetáculo. Além dos elementos cênicos, a parte coreográfica deve entrar em fase de produção nos próximos dias.

EXPERIÊNCIA
 
O jovem cantor Marcos Paulo será uma das novidades de “...Mas podem me chamar de Chico”. Ele foi convidado para substituir Nícolas Junior, que ficou impossibilitado de participar da produção por conta de compromissos da agenda. “Fiquei feliz com o convite porque vou dividir o palco com as melhores vozes de Manaus. Apesar de pertencer mais ao estilo pop, sou muito aberto à MPB, que tem composições bem trabalhadas. Pretendo também levar para a apresentação um pouco da minha identidade”, declarou Paulo, que vai fazer dueto com Zezinho Corrêa na música “O amor está no ar”, de Chico da Silva.

Serviço
 
O que é: Musical “...Mas podem me chamar de Chico”
Onde: Teatro Amazonas, Largo de São Sebastião, Centro
Quando Dias 1º e 2 de agosto
Quanto gratuito

ROSIEL MENDONÇA