quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

GUERRA CONTRA O MOSQUITO DA DENGUE:

Reportagem : Edy Lima .

 Agentes do Centro de Saúde e Endemias do Município de Manicoré estão numa batalha constantemente contra o mosquito da “Dengue’’ e o Carapanã da “Malaria.
Ao entardecer na cidade, ou seja, ao começo da noite, os agentes entrão, no combate contra essas pragas, que não é fácil de si controlar.
 Governo federal, Governo Estadual e Governo Municipal gastam milhões, rios de dinheiro em publicidades, usam Jornais, Televisão, Cartazes, Rádios, enfim todos os meios de comunicação, tudo isso para alerta os brasileiros, contra a dengue e a malária, e ainda tem gente que não ta nem aí pra coisa, que é uma pena.
Fotos : Edy Lima .
Um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) identificou as mudanças climáticas como um dos motivos pelo aumento de doenças como a dengue e a malária. Segundo o estudo, as mudanças climáticas também estão provocando a elevação do nível dos oceanos e uma instabilidade maior nos padrões meteorológicos.

O desaparecimento de rios também é uma conseqüência do aquecimento global. As ondas de calor, secas e enchentes estão prejudicando a saúde da população.
Segundo ele, pelo menos 150 mil pessoas morrem vítimas de malárias, enchentes, subnutrição e diarréia por ano. Os mosquitos transmissores da malária são encontrados agora em áreas onde não havia malária antes.

No caso da dengue, existem outros fatores responsáveis pela disseminação da doença, mas que certamente as mudanças climáticas fazem parte desses fatores.

A OMS estimou que, por ano, há cerca de 50 milhões de casos de dengue e dessas vítimas, 500 mil precisam ser hospitalizados. Além disso, cerca de 12.500 dos casos são de óbitos.

Só esse ano, a dengue já vitimou centenas de pessoas no município do Rio de Janeiro. Segundo informações, o número de pessoas atingidas pela doença cresce assustadoramente. De janeiro até agora, mais de 20.000 vítimas foram atendidas em conseqüência do ataque do mosquito.

Malária

A malária existe em cerca de 90 países, onde aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas (40% da população mundial) correm o risco de contágio.

No Brasil, principalmente na região amazônica, a malária registra por volta de 500 mil casos por ano. No entanto, na Amazônia a letalidade da moléstia é baixa e não chega a 0,1% do número total de enfermos. Em 2004, o Brasil teve cerca de 459.000 pacientes confirmados, inclusive houve registros fora das regiões convencionais.
Como amenizar o problema?

Para quem não sabe, desde a revolução industrial, o mundo passou a usar excessivamente o carbono do planeta armazenado em forma de carvão mineral, gás natural e petróleo para produzir energia. Com isso, os grandes reservatórios de carbono, que são as florestas, começaram a ser destruídos e queimados com muita intensidade.

As conseqüências dessas queimadas foram enormes quantidades de metano e dióxido de carbono sendo despejadas na atmosfera, intensificando o efeito estufa.

Falando assim, pode até não parecer perigoso, mas é esse aquecimento que está provocando as alterações climáticas, que ultimamente estão fazendo com que o nível dos oceanos aumente, além de provocar secas e redução no número de rios.

Sem dúvida, o aquecimento global é hoje um dos maiores desafios ambientais do século 21.  Por isso, segundo a OMS, uma reserva de fundos com valor aproximado de 10 milhões de dólares já foi feita e será destinada a um programa que tem como finalidade informar a população e os governos sobre os perigos das mudanças climáticas.


Nenhum comentário:

Postar um comentário