Acadêmicas em Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA)
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(Foto: Edy Lima) Doutora Jéssica disse que o câncer de boca se caracteriza por feridas nos lábios |
Acadêmicas
em Medicina da Universidade do Estado do Amazonas (UEA)- Estágio Rural, Clívia
Noronha cursando Medicina, e Jéssica Geni cursando Odontologia, estiveram na
manhã desta quinta-feira (04), no programa de rádio “Gerando Oportunidade”,
falando para os ouvintes da cidade e do interior sobre o ‘Câncer de Boca’.
Doutora
Jéssica disse que o câncer de boca se caracteriza por feridas nos lábios, na
língua e em toda a região bucal. Essas lesões têm o aspecto esbranquiçado ou
avermelhado, em algumas situações pode chegar a sangrar. Em nível avançado, o
câncer pode levar a dificuldades de fala, de mastigação, dor e a formação de
ínguas no pescoço.
Os
tumores bucais são mais freqüentes em homens do que em mulheres e atingem
principalmente adultos com mais de quarenta anos que fumam e bebem. Drª.
Jéssica Geni, falou que esses são os principais motivos ligados a doença. “Também
podemos citar três grandes fatores de risco: álcool, cigarro e más condições de
higiene e conservação dentária. Infelizmente esses fatores costumam existir
juntos, o que resulta num risco ainda maior”.
Qualquer
ferida que demore a cicatrizar deve ser avaliada por um especialista como o
cirurgião de cabeça e pescoço ou o estomatologista, que é responsável pelas
doenças da boca. “A diferença básica entre as lesões cancerígenas em relação às
demais, como afta e herpes, é que não desaparecem ou melhoram, têm
caráter progressivo e normalmente são indolores”, explicou a Drª Jéssica.
A acadêmica Jéssica finalizou a entrevista
falando que, o auto-exame ajuda a identificar a doença precocemente, quando o
câncer é diagnosticado, a cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia são
associadas a outros tipos de tratamento. Se descoberto na fase inicial o
paciente tem 80% de chances de cura. É importante que as pessoas estejam
atentas aos sinais e busquem ajuda o mais rápido possível. Os cuidados e o
exame clínico são as melhores maneiras para diminuir o número de vítimas.
Edy Lima DRT/AM 1823

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