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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Prefeitura e IBGE estudam criação de novos distritos na zona rural de Parintins

Caburi, Vila Amazônia, Zé Açú, Maranhão e Santo Antônio do Tracajá estão entre os que deverão ter vantagens diversas

 

(Foto: Parintins) O prefeito em exercício, vereador Everaldo Batista, participou da reunião e avaliou como





Durante reunião na terça-feira, 27, a Prefeitura de Parintins por meio da Secretaria de Planejamento e Administração e a gerência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trataram da possibilidade das regiões do Caburi, Vila Amazônia, Zé Açú, Maranhão e Santo Antônio do Tracajá tornarem-se distritos.

As localidades poderão contar com várias vantagens que incluem serviços de correios e a instalação de torres de operadoras telefônicas. Foi discutida também a ampliação do perímetro urbano de Parintins que vai englobar os loteamentos da cidade, como o bairro Pascoal Alággio, o residencial Vila Cristina e entre outros bairros localizados ainda em perímetro rural.

De acordo com o secretário de planejamento, Flávio Alcebíades, a prefeitura tem o papel fundamental na transformação dos locais em distritos e vai realizar junto a Câmara Municipal e IBGE uma consulta sobre o assunto. Ele explicou que os benefícios serão inúmeros e que os distritos obterão melhor atenção do Município, Estado e da União. Disse ainda que de imediato, a prefeitura buscará instalar junto as operadoras torres telefônicas no distrito de Mocambo, assim como em cada um dos novos distritos.

O prefeito em exercício, vereador Everaldo Batista, participou da reunião e avaliou como proveitosa para o progresso do município. Ele elogiou a iniciativa do prefeito Alexandre da Carbrás na criação de novos distritos e disse que as regiões só irão ganhar com benefícios na área educacional, na saúde e principalmente na comunicação.

Na cidade, disse Everaldo, também foi levado em conta os bairros que até hoje não contam com serviços do correios e que precisam tornar-se o quanto antes áreas urbanas.
O representante do IBGE, Fernando de Souza Lima, explicou que Parintins possui áreas que devem ser consideradas como perímetros urbanos, devido a surgimento de novas construções e moradias.

Ele também ressaltou que a criação de novos distritos será relevante, visto que existem regiões com número expressivo de moradores e serviços de saúde, educação e etc. “Então, no momento da criação do distrito é importante que obedeçam alguns critérios pra poder o IBGE inserir no DTB – Divisão Territorial Brasileira e pra isso é preciso que mande a documentação com informações dos locais”, afirmou.

O coordenador de planejamento, Joselito Pimentel, ressaltou que a secretaria de planejamento tem tomado o corpo técnico da questão e é um desejo antigo do prefeito Alexandre em transformar algumas localidades em distrito e transformar bairros da cidade em áreas urbanas. “A população pode ficar tranquila que com relação ao planejamento, ainda esse ano de 2016, temos o fechamento da questão dos distritos e o projeto que vem resgatar perímetro urbano da cidade”, garantiu.


Com Informação da Assessoria


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O Rio Madeira

Foi um dos principais cursos d’água a ser perlustrado


O Rio Madeira, conhecido pelos indígenas pelo nome de Cayarí (Fotos: Edy Lima)



Observe essa foto. Na água muitos pedaços de madeira descem arrastados pela correnteza 


Fim de tarde, começo de uma longa noite no rio Madeira




O Rio Madeira, conhecido pelos indígenas pelo nome de Cayarí, ele é formado pelos rios Bêni e Mamoré, de águas barrentas e violentas, é um dos principais tributários da margem direita do Rio Amazonas, do qual faz parte integrante o Município de Manicoré.

Foi um dos principais cursos d’água a ser perlustrado por homens civilizados, notadamente por portugueses, com o objetivo de conhecimento do rio, das suas riquezas naturais e das nossas fronteiras, especialmente com a Bolívia, em uma época em que tudo aqui era completamente desconhecido pelo mundo, normalmente pelas autoridades interessadas das províncias do Grão-Pará e Maranhão.  

O caudaloso Rio Madeira, dizem os historiadores: “Nasce nos pés da cordilheira dos Andes na Bolívia, tem o curso de 3.240 km, sua largura média é de 4 km, formando alagadiços e igapós.

Fonte: Livro Histórias do Nosso Chão’.
Escritor: Arindal Vínicius


Edy Lima DRT-AM 1823