Agentes de endemias paralisam atividades em protesto contra demissões, em Manaus
Os trabalhadores fazem protesto em frente à sede do governo Estadual em Manaus. Eles também reivindicam benefícios. A paralisação das atividades na capital do AM e no interior do Estado deve atingir a população
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| Borrifação de biolarvicida é um dos métodos de prevenção à malária realizado pelos agentes |
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de 500 agentes de endemias do Amazonas realizam uma manifestação na
tarde desta segunda-feira (18), em frente à sede do governo do Estado,
no bairro Compensa, Zona Oeste. Eles protestam contra a possibilidade de
serem demitidos, e pedem a regularização de horas extras (8hs) de
trabalho, das atividades, desde o dia 23 de março de 2010. Segundo o
sindicato dos trabalhadores, foi recebida remuneração de somente 6
horas. A categoria decidiu a realização do ato em assembleia geral no
dia 1 de Junho, e aguarda uma resposta do governo.
A
paralisação das atividades na capital do Amazonas e no interior do
Estado deve atingir a população, já que os trabalhadores fazem a
orientação sobre prevenção de doenças tropicais.
“Os
1.441 agentes que atuam em atividades de campo, no combate à malaria e
dengue, executando pesquisa de focos, eliminação de criadouros, tratando
as doenças endêmicas, e agora também atuando no programa S.O.S
Enchente, estão enfrentando dificuldades para trabalhar”, ressalta
Alessandro Lira, presidente do Sindicato dos Agentes de Endemias
(SindAgentes).
De
acordo com o SindAgentes, o retrato da crise é formado pela possível
demissão de 243 Agentes de Endemias, demora na regularização e pagamento
das 8 horas de trabalho, data-Base não está sendo respeita,
ticket-alimentação defasado, e o não recebimento de vale-transporte,
entre outras precariedades.
Os
trabalhadores de endemias estatuários e do quadro suplementar da
Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) são amparados pela Lei 11.350/96,
que desprecariza a relação trabalhistas dos Agentes de Combate a
Endemias (ACE) e Agentes Comunitários de Saúde (ACES).
Governo
A Agência de Comunicação do Governo do Estado (Agecom) ficou de enviar nota de posicionamento após levantamento das informações, e decisões junto aos trabalhadores.

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