Orlando Farias trabalhou no Jornal A Crítica de 1º de outubro de 1997 a 1º de novembro de 2001. Orlando Farias era colecionador de prêmios Esso de Jornalismo
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| Orlando Farias, quando do lançamento do seu livro |
O
Jornalista Orlando Farias, 55 anos, editor do Blog da Floresta, que
editou a Coluna Sim & Não do Jornal A Crítica no período 1997/2001,
faleceu na tarde desta terça-feira, de infecção generalizada, no
Hospital e pronto Socorro 28 de agosto, em Manaus.
Orlando
Farias escreveu em 2010 o livro “A Dança dos Botos”. Orlando ganhou o
prêmio Esso de Jornalismo em duas oportunidades. Orlando escrevia
sempre em parceria com colegas jornalistas. Entre os parceiros de
prêmios estão Wilza Freire, Siglia Regina e Rodrigo Araújo.
Em
2001, em parceria com o jornalista Rodrigo Araujo, Orlando foi vencedor
do prêmio Esso de Jornalismo, com a matéria “Soldados teme guerra na
fronteira”. “Orlando era, sem dúvida um colecionador de prêmios. Ele
sempre escrevia em parceria. Foi assim comigo, com a Wilza Freire e a
Síglia Regina. Era um ótimo jornalista”, afirmou Rodrigo Araujo.
Morte repercute entre políticos
Líder
do PMDB na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), o
deputado estadual Marcos Rotta lamentou a morte do premiado jornalista
Orlando Farias, vítima de uma infecção generalizada no início da tarde
desta terça-feira (19), no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.
Orlando
Farias, que era editor do Blog da Floresta, teve sua trajetória
profissional reconhecida nacionalmente como correspondente do Jornal do
Brasil (JB) e, principalmente, pela conquista de dois prêmios Esso-Norte
e Imprensa Embratel.
O jornalista
também foi repórter do jornal A Notícia, redator da coluna “Sim &
Não”, do jornal A Crítica, e da Coluna “Encontro das Águas”, do jornal
Correio Amazonense, e da coluna Contexto, do Amazonas EM TEMPO.
Para
o peemedebista, com a morte de Orlando Farias o Amazonas perde um
grande profissional e, além de tudo, um grande entusiasta de assuntos
relacionados ao nosso Estado. “Por meio de suas matérias, ele colocou o
nome do Amazonas na mídia nacional. Era um profissional competente e,
tenho certeza, que deixou um grande legado à categoria jornalística do
Estado”, ressaltou Rotta, ao destacar a raça e a perseverança do
jornalista, que há quase cinco anos trocou o jornal impresso, onde
galgou toda a sua trajetória profissional, para apostar no jornalismo
on-line, ao fundar o “Blog da Floresta”.
Jornalista Leanderson Lima relembra trabalhos premiados de Orlando Farias
A
primeira foi em 1999, quando, em parceria com a jornalista Síglia
Regina, escreveu “Violência entre galeras faz legião de mutilados”. A
segunda foi em 2001, quando escreveu, em parceria com Rodrigo Pacheco
Araújo, “Medo – Soldados temem guerra na fronteira”. Ambos os prêmios
foram conquistados quando ele ainda trabalhava no jornal A CRÍTCA.
Orlando
era uma figura. Tive oportunidade de trabalhar com ele em duas
ocasiões. Em A CRÍTICA, quando da minha primeira passagem pelo jornal,
em 2003, e também no Correio Amazonense, em (2005 – 2006). Nos idos de
2003, não tinha contato com ele, ainda dava os meus primeiros passos na
redação.
Até então só o conhecia pelo
nome, pois colecionava algumas reportagens de autoria dele sobre
achados arqueológicos no interior do Amazonas nos anos 90.
Mas
tive oportunidade de conversar algumas vezes com ele quando passei pelo
Correio Amazonense. De lá guardo na lembrança algumas histórias
pitorescas, quando ele e assinava a coluna de opinião do jornal, bem
como produzia reportagens especiais.
Vi
de perto quando ele produziu o que, na minha modesta opinião, foi o seu
último grande trabalho em jornal impresso, a reportagem "O Delírio da
Morte", em parceria com o jornalista Castelo Branco. A reportagem
investigava o alto índice de suicídio de indígenas em São Gabriel da
Cachoeira. Com esse trabalho, a dupla conquistou o Prêmio Embratel de
Jornalismo, em 2006.
Vá em paz, Orlando! Que Deus possa consolar sua família neste difícil momento.

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