Omar falou de uma forma bem clara, me dê os instrumentos de controlar, de fiscalizar para que os empresários e os atacadistas, que serão beneficiados
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Sinésio citou o exemplo da presidenta Dilma, que isentou os produtos(Aleam) |
Abrindo a discussão no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), na última quarta-feira (27), o líder do governo, deputado Sinésio Campos (PT) destacou a atitude do governador Omar Aziz (PSD) de recuar no aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre o óleo diesel e a gasolina, de 25% para 30%, aprovado pela Lei Complementar 112, e que deveria vigorar a partir do dia 1º de abril.
Para Sinésio, foi “um gesto republicano de diálogo permanente com este Poder” a atitude do governador de fazer uma reunião conjunta com os deputados tanto da base do governo quanto da oposição, “buscando equacionar uma situação que concretamente precisávamos resolver”.
E isso, segundo ele, foi feito mediante ao apelo da ALEAM que foi atendido pelo governador Omar Aziz.
O líder governista também abordou a questão do aumento dos preços da cesta básica, assunto que segundo ele foi tratado com o governador que pediu aos parlamentares “os instrumentos necessários para realizar a ação”.
O líder governista também abordou a questão do aumento dos preços da cesta básica, assunto que segundo ele foi tratado com o governador que pediu aos parlamentares “os instrumentos necessários para realizar a ação”.
Sinésio
citou o exemplo da presidenta Dilma, que isentou os produtos da cesta
básica de tributos federais “e não deu em nada, ao contrário, aconteceu o
aumento da cesta básica”.
“Nós tratamos do assunto e o governador Omar falou de uma forma bem clara, me dê os instrumentos de controlar, de fiscalizar para que os empresários e os atacadistas, que serão beneficiados com uma decisão minha, retornando o valor da alíquota, repassem o benefício ao consumidor, caso contrário não adianta reunir com eles e não ver na ponta o resultado”, disse Sinésio.
“Eu venho falando desde que o governador Omar tomou a decisão, que ele está chateado com a forma como se faz alguns acordos e encaminhamentos e que não são honrados”, prosseguiu Sinésio, afirmando que em conseqüência do posicionamento do governador, no final da reunião ficou acertado a formação de um grupo de trabalho entre a Assembleia e o Poder Executivo, com o objetivo de encontrar um instrumento para buscar a solução do problema.
O líder do governo concordou que se for para tomar uma atitude tem que ser coletiva, tem de ser conjunta, porque senão é deixar de entrar dinheiro para o Estado resolver as questões sociais, para ficar nas mãos dos empresários.
“Nós tratamos do assunto e o governador Omar falou de uma forma bem clara, me dê os instrumentos de controlar, de fiscalizar para que os empresários e os atacadistas, que serão beneficiados com uma decisão minha, retornando o valor da alíquota, repassem o benefício ao consumidor, caso contrário não adianta reunir com eles e não ver na ponta o resultado”, disse Sinésio.
“Eu venho falando desde que o governador Omar tomou a decisão, que ele está chateado com a forma como se faz alguns acordos e encaminhamentos e que não são honrados”, prosseguiu Sinésio, afirmando que em conseqüência do posicionamento do governador, no final da reunião ficou acertado a formação de um grupo de trabalho entre a Assembleia e o Poder Executivo, com o objetivo de encontrar um instrumento para buscar a solução do problema.
O líder do governo concordou que se for para tomar uma atitude tem que ser coletiva, tem de ser conjunta, porque senão é deixar de entrar dinheiro para o Estado resolver as questões sociais, para ficar nas mãos dos empresários.
“O que queremos agora é que o grupo de trabalho encontre e mostre a fórmula certa”, concluiu.
Com Informação da Assessoria

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