sexta-feira, 18 de julho de 2014

Ambulanchas são entregues pelo prefeito de Manicoré

O evento de entrega aconteceu no Porto Fluvial Valdomiro Gomes


As ambulanchas custaram em média cada uma aos cofres da prefeitura cerca (Foto: Edy Lima)

Na tarde da última quinta-feira (17), o prefeito de Manicoré Lúcio Flávio do Rosário (PSD), vice-prefeito Paulo Sérgio (PSC), vereador presidente da Câmara Municipal de Manicoré Sabá Medeiros (PV), secretário de saúde do município Yuri Lelo Reis, funcionários do município e secretários de governo estiveram na cerimônia de entrega de seis ambulanchas para o município de Manicoré.

O evento de entrega aconteceu no Porto Fluvial Valdomiro Gomes e contou com a participação da população em geral. As seis ambulanchas que foram entregues na quinta-feira vai para os ‘Polos’, no interior onde atenderam não só a comunidade polo mais também vai atender as comunidades adjacentes da mesma. 

A prefeitura de Manicoré usou recursos próprios para construir as ambulanchas em Manaus, sendo que das seis já entregas, restam mais dez, em um total de dezesseis ambulanchas todas equipadas com materiais de primeiro socorros. Cada ambulancha mede 8 metros de comprimento e vem com o motor de polpa 40 HP.

Prefeito Lúcio e Vice-prefeito Paulo Sérgio, ambos entregando chave da ambulancha ao piloto da mesma Ronivon (Foto: Edy Lima)


As ambulanchas custaram em média cada uma aos cofres da prefeitura cerca de R$ 35 Mil reais, sendo que o total das dezesseis custou ao município de Manicoré R$ 560 Mil reais.  Ainda faltam mais dez a ser entregues ao município e segundo o prefeito Lúcio Flávio estarão chegando daqui aproximadamente uns dez dias.
As primeiras comunidades contempladas com as ambulanchas foram: Uruá, Lago do acará, Capanãzinho, Capanãgrande, Cachoeirinha e Verdum.

“Essas dezesseis lanchas equipadas commateriais de primeiro socorro irão com certeza ajudar e muito as pessoas que moram distantes da cidade de Manicoré, em casos de emergência, ou seja, picada de cobra, mordida de jacaré ou até mesmo porque caíram de um pé de açaizeiro.acidentes como esses são corriqueiros na nossa região”. “Sofrendo um acidente como esses o caboclo ribeirinho que mora longe da cede não conseguiria chegar até tempo para buscar um tratamento adequado, atéporque muitas das vezes usa-se barco ou motores rabeta que levaria horas ou dias para chegar ao hospital regional da cidade, e com esses novos transportes o tempo será bem menos, sem dúvida”. “Disse Lúcio Flávio”.



Edy Lima DRT/AM 1823

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