O evento de entrega aconteceu no Porto Fluvial Valdomiro Gomes

As ambulanchas custaram em média cada uma aos cofres da prefeitura cerca (Foto: Edy Lima)
As ambulanchas custaram em média cada uma aos cofres da prefeitura cerca (Foto: Edy Lima)
Na tarde da
última quinta-feira (17), o prefeito de Manicoré Lúcio Flávio do Rosário (PSD),
vice-prefeito Paulo Sérgio (PSC), vereador presidente da Câmara Municipal de
Manicoré Sabá Medeiros (PV), secretário de saúde do município Yuri Lelo Reis,
funcionários do município e secretários de governo estiveram na cerimônia de
entrega de seis ambulanchas para o município de Manicoré.
O evento de
entrega aconteceu no Porto Fluvial Valdomiro Gomes e contou com a participação
da população em geral. As seis ambulanchas que foram entregues na quinta-feira
vai para os ‘Polos’, no interior onde atenderam não só a comunidade polo mais
também vai atender as comunidades adjacentes da mesma.
A prefeitura
de Manicoré usou recursos próprios para construir as ambulanchas em Manaus,
sendo que das seis já entregas, restam mais dez, em um total de dezesseis
ambulanchas todas equipadas com materiais de primeiro socorros. Cada ambulancha
mede 8 metros de comprimento e vem com o motor de polpa 40 HP.
Prefeito Lúcio e Vice-prefeito Paulo Sérgio, ambos entregando chave da ambulancha ao piloto da mesma Ronivon (Foto: Edy Lima) |
As
ambulanchas custaram em média cada uma aos cofres da prefeitura cerca de R$ 35
Mil reais, sendo que o total das dezesseis custou ao município de Manicoré R$
560 Mil reais. Ainda faltam mais dez a
ser entregues ao município e segundo o prefeito Lúcio Flávio estarão chegando
daqui aproximadamente uns dez dias.
As primeiras
comunidades contempladas com as ambulanchas foram: Uruá, Lago do acará,
Capanãzinho, Capanãgrande, Cachoeirinha e Verdum.
“Essas dezesseis
lanchas equipadas commateriais de primeiro socorro irão com certeza ajudar e
muito as pessoas que moram distantes da cidade de Manicoré, em casos de
emergência, ou seja, picada de cobra, mordida de jacaré ou até mesmo porque caíram
de um pé de açaizeiro.acidentes como esses são corriqueiros na nossa região”. “Sofrendo
um acidente como esses o caboclo ribeirinho que mora longe da cede não
conseguiria chegar até tempo para buscar um tratamento adequado, atéporque
muitas das vezes usa-se barco ou motores rabeta que levaria horas ou dias para
chegar ao hospital regional da cidade, e com esses novos transportes o tempo
será bem menos, sem dúvida”. “Disse Lúcio Flávio”.
Edy Lima DRT/AM 1823
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