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sábado, 18 de abril de 2015

Humaitá e Itapiranga querem a conclusão do “Luz para Todos”

O parlamentar está  preocupado com as constantes reclamações

O Governo federal está no caminho certo com a implantação do “Luz Para Todos”  (Foto: Geraldojose)


Na quinta-feira (16), o deputado estadual Sinésio Campos (PT) e o coordenador estadual do programa “Luz para Todos”, Robson Bastos, se reuniram com as vereadoras Ita Lobo (PT/Humaitá) e Geralda Pereira (PT/Itapiranga) e falaram da preocupação com a conclusão de obras do programa que foram iniciadas em 2014 e ainda não foram concluídas.

O parlamentar está  preocupado com as constantes reclamações que chegam até ele, relacionadas às obras de eletrificação que tiveram início e não foram concluídas. “Nossa preocupação é compartilhada com a população humaitaense, que aguarda com muita ansiedade a conclusão dessas obras e o início da mesma em outras localidades que precisam receber os benefícios do programa” disse Ita Lobo.

Geralda Pereira disse que em Itapiranga cresce o turismo religioso e em muitas comunidades não existe luz elétrica e por isso, entrou em contato com o deputado Sinésio Campos e com o coordenador Robson Bastos na esperança de que o pleito dos munícipes seja aceito.

Sinésio Campos esclareceu que “a eletrificação rural não é uma atividade para amadores, tem que ser executada por profissionais qualificados como é o corpo operacional existente atualmente no quadro da Eletrobrás Amazonas Energia e que se fosse fácil já teriam feito e que o desafio é grande e o Governo federal está no caminho certo com a implantação do “Luz Para Todos” que está transformando a vida de milhares de brasileiros e no Amazonas o desafio é ainda maior. Eu tenho certeza que todas obras pendentes serão concluídas em tempo hábil”.

Robson de Bastos acredita que já nessa nova etapa do programa ocorrerá a conclusão de obras pendentes. “A determinação do deputado Sinésio Campos que é o presidente da comissãode Geodiversidade, Minas, Gás e Energia da Assembleia Legislativa, é grande em encontrar soluções para desenvolver projetos e programas de potencial econômico e com a conclusão de obras pendentes do “Luz Para Todos”,  essa perspectiva aumenta,  e eu quero crer que todas as pendências sejam resolvidas ainda este ano” finalizou o coordenador.


Com Informação da Assessoria

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Sinésio volta alertar entrada ilegal de cimento no Amazonas

Campos alertou o fato da entrada ilegal do produto está causando prejuízos a economia do Estado

 

De acordo com indicações na embalagem o produto é produzido pela companhia (Foto Aleam)

Mostrando uma embalagem de saco de cimento vazio procedente de Lisboa (Portugal), o presidente da Comissão de Mineração, Geodiversidade, Recursos Hídricos, Gás e Óleo (Cmengh), deputado Sinésio Campos (PT) voltou a alertar, nesta quarta-feira, 3, da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), a entrada ilegal do produto no mercado da construção civil no Amazonas, de países da Europa e sul-americanos, como a Venezuela, Peru e Colômbia.

No dia 20 de junho, o parlamentar e o presidente da Comissão dos Direitos do Consumidor (CDC), deputado Marcos Rotta (PSD) entregaram ao superintendente regional da Polícia Federal, delegado Sérgio Fontes, informações documentadas em um dossiê denunciando grandes carregamentos de cimento de várias partes do mundo entrando ilegalmente no Amazonas por meio da BR-174 (Manaus-Boa Vista) ou pelo município de Tabatinga (a 1.115 quilômetros), na fronteira com Peru e Colômbia.

Durante a reunião, o superintendente informou que a PF investiga o caso há algum tempo. Nesta quarta-feira, Sinésio Campos ocupou a tribuna com um saco de cimento Cauê comprado em lojas de construção em Manaus. 

De acordo com indicações na embalagem o produto é produzido pela companhia portuguesa Cimpor – Indústria de Cimento S/A, com sede em Lisboa, e embalado e distribuído no País pela empresa InterCement Brasil S/A., sediada em São Paulo (SP).

Campos alertou o fato da entrada ilegal do produto está causando prejuízos a economia do Estado, com a evasão de divisas, e, também, o prazo de validade de seis do cimento indicado na embalagem, o que segundo o deputado, não atende as normas técnicas estabelecidas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Serviço Geológico do Brasil. “É importante alertar a sociedade para as normas minerárias, que estabelecer prazo de validade de apenas três meses do calcário”, afirmou.

O deputado disse que recebeu informações dando conta da utilização do cimento português na construção de residências de programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, no interior do Amazonas. “A Polícia Federal tem que agir rapidamente para evitar um grande prejuízo a sociedade. Esse cimento está sendo desovado aqui no Amazonas de forma escancarada porque a Europa não tem como vender seus produtos”, reafirmou o parlamenta, que também é líder do governo na Assembleia Legislativa.



Com Informação da Assessoria

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Audiência Pública sobre calcário agrícola em Silves


A proposta da Itautinga/Nassau é construir uma estrada de 102 quilômetros, que vai ligar a mina de Jatapú a Vila de Balbina

O evento vai reunir representantes do Grupo de Trabalho do Governo do Amazonas(jdemito/ Arquivo)

A Comissão de Geodiversidade, Recursos Hídricos, Minas, Gás e Energia da Assembleia Legislativa (ALEAM), presidida pelo deputado Sinésio Campos (PT), promove nesta sexta-feira, 26, no município de Silves (a 212 quilômetros de Manaus), a Audiência Pública - "O processo de pesquisa mineral e o escoamento do calcário agrícola na mina no rio Jatapú, na região do rio Uatumã".

O encontro terá início partir das 16h, na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco (avenida Governador Eduardo Braga, bairro Panorama). Essa é a terceira reunião promovida pela Comissão de Mineração da ALEAM.

Nos dias 21 e 22 de março as audiências reuniram mais de 500 pessoas nos municípios de Urucará, São Sebastião do Uatumã e Presidente Figueiredo. Para esta sexta-feira a expectativa é

“A orientação do governador Omar Aziz é fazer levantamos de todo o processo e esclarecer os moradores daquela área a importância do minério para o desenvolvimento da agricultura no Amazonas”, disse Sinésio Campos, que é líder do governo na Assembleia.

O deputado informou os encontros tem o objetivo de vão esclarecer aos moradores da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã o processo de pesquisa, exploração, produção e escoamento do minério.

A proposta da Itautinga/Nassau é construir uma estrada de 102 quilômetros, que vai ligar a mina de Jatapú a Vila de Balbina, em Figueiredo.

O evento vai reunir representantes do Grupo de Trabalho do Governo do Amazonas, formado pelas secretarias de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (Semgrh), Planejamento (Seplan), Produção Rural (Sepror) e de Políticas Públicas (Searp), Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Centro de Unidade de Conservação (Ceuc) da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS)  e diretores da Utautinga/Nassau.



Com Informação da Assessoria


sábado, 2 de março de 2013

Situação do calcário do rio Jatapu em Audiência Pública na ALEAM

Para o deputado Sinésio Campos, uma rodada de reuniões com todos os componentes envolvidos deve ser agendada para o período de 11 a 15 de Março

Alguns problemas sociais que Presidente Figueiredo enfrentaria.(Aleam)
O deputado Sinésio Campos (PT), líder do Governo na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), realizou na última quinta-feira (28), uma Audiência Pública da Comissão de Geodiversidade,  Recursos Hídricos, Minas, Gás e Energia para discutir a situação do calcário do rio Jatapu, em São Sebastião do Uatumã (a 247 quilômetros) e Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros) para a agricultura.

O secretário de Mineração, Daniel Navas, esteve presente ao encontro quando o representante do Grupo Itautinga, José Emídio, disse que não poderia investir mais dinheiro na elaboração de um projeto definitivo, porque o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) não havia liberado a licença de exploração do minério e para a utilização de uma estrada pelo centro da mata que levaria à mina.

O representante do Prefeito de Presidente Figueiredo, Neilson Cavalcante, disse que o município se tornou parceiro do grupo Itautinga, porque viu na solicitação da empresa, a seriedade e a solução de alguns problemas sociais que Presidente Figueiredo enfrentaria.

O Grupo Itautinga garante que os investimentos seriam maiores e mais maciços, caso o Ipaam e o Governo do Estado liberassem o projeto. “Não se pode produzir cimento bom e barato se as dificuldades são enormes” disse Emídio, ao afirmar que se o produto faltasse na cidade a imprensa seria a primeira a culpar a Itautinga pelos prejuízos. ”Mal sabe ela (imprensa) que a culpa é de outras pessoas”, acentuou.

Para o deputado Sinésio Campos, uma rodada de reuniões com todos os componentes envolvidos deve ser agendada para o período de 11 a 15 de Março, para que todos possam expor suas ideias.

Com Informação da Assessoria