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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Breve em Manicoré, panificadoras terão novas sacolas

Futuramente serão colocados banners nas devidas lojas que desejarem publicar

(Foto: Divulgação) Em Manicoré vários comerciantes já assinaram contrato com a MEGAPAO



A partir de janeiro de 2016, algumas panificadoras de Manicoré venderão os pães em uma nova sacola. Sacola essa, (Própria de Padaria Mais Recomendada) sendo bem diferentes de muitas.

Porém essas sacolas estão fazendo muito sucesso nas cidades do Brasil, á fora, em Manaus também a mesma sacola está sendo bem aceita nas panificadoras.  Projeto esse que chegou há poucos dias na cede do município. Essa sacola de pão vem impressa nela publicidade de lojas de Manicoré.

“A nossa Intenção é divulgar todo tipo de comercio ou outro tipo de negocio, lojas nas sacolas de pães. Em Manicoré vários comerciantes já assinaram contrato com a MEGA PÃO, querendo participar desse projeto que aos poucos está conquistando o brasileiro”. Adilson Oliveira, um dos sócios da MegaPao.

Futuramente serão colocados banners nas devidas lojas que desejarem publicar com a MegaPao, as padarias receberão totalmente de graça esses sacos de pão. Maiores informações liguem para (097) 99168 – 1267, falar com o senhor Davi Dayan.

Com Informação da Assessoria







quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Adjuto participa de abertura do projeto Integra

O programa Integra já foi apresentando em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia.

O programa é uma iniciativa da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB)(Shutterstock)

O presidente da Frente Parlamentar Estadual de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Amazonas (Frempeei-AM), deputado estadual Adjuto Afonso (PP), participou, na manhã desta terça-feira (26), da abertura do projeto Integra, que pretende capacitar em torno de 2,5 mil microempresários no Amazonas.

O programa é uma iniciativa da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e já passou por nove capitais que serão sede da Copa do Mundo de 2014.

Hoje, o projeto foi apresentado no hotel Ceaser Business, localizado na zona Centro-Sul de Manaus. Os cursos são voltados para a capacitação gerencial, formalização e aumento da competitividade de micro e pequenas empresas.

O presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Amazonas (Facea), Valdemiro Pinheiro, disse que o projeto prever a capacitação de 2,5 mil micro e pequenos empresários, além de certificar 750 estabelecimentos com selo de Excelência em Gestão e formalizar 500 empreendedores individuais.

 “Apresentamos o Programa aos nossos parceiros, empresários, comerciantes e donos de micro e pequenas empresas para mostrar quais os cursos e capacitações estamos oferecendo de forma gratuita”, explicou.

O presidente da Frempeei-AM, Adjuto Afonso, afirmou que esta é uma ótima oportunidade para que os microempresários possam melhorar a gestão de suas empresas. “São cursos que vão ajudar a gerir os negócios e melhorar a qualificação profissional de seus colaboradores. A Assembleia Legislativa, por meio da Frempeei, está à disposição”, afirma.

O programa Integra já foi apresentando em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia.



Com informação da Assessoria.

domingo, 13 de maio de 2012

Produção em olarias do AM está em baixa durante a cheia dos rios

Polo cerâmico em Iranduba e Manacapuru, que gera 3,5 mil empregos diretos, sofre as consequências da subida dos rios

Funcionamento de uma olaria no distrito de Cacau Pirera em período normal. Águas agora invade os galpões
Funcionamento de uma olaria no distrito de Cacau Pirera em período normal. Águas agora invade os galpões (Ney Mendes)

Afetadas pelas cheias dos rios Negro e Solimões, pelo menos cinco olarias estão com a produção praticamente paralisadas no polo ceramista de Iranduba e Manacapuru e outras sete estão na iminência de sofrer os mesmos problemas. Por enquanto, não há falta de produto no mercado e a manutenção do emprego de cerca de 200 trabalhadores formais dessas cerâmicas está em negociação com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-AM) para que seja assegurada via bolsa qualificação, uma modalidade do seguro-desemprego.
De acordo com o diretor da Associação de Ceramistas do Amazonas (Aceram), Sandro Santos, as olarias Violeta, Nova Veneza, Praiano, Trimanche e Vale Nevado estão com as atividades praticamente paralisadas, já que as águas estão “invadindo” as cerâmicas e deixando algumas “ilhadas”. Em breve, outras sete cerâmicas devem ter as atividades limitadas, como a Santo André, Rio Negro e Amazônia. “Como o processo de queima acontece através de canais, os fornos são os primeiros que param”, disse Santos. Na cerâmica Nova Veneza, no Cacau Pirera (distrito de Iranduba), as águas do rio Negro entraram na olaria afetando as atividades, sendo que a produção de 150 milheiros por semana caiu mais da metade. “A cerâmica está alagada e estamos trabalhando só com um galpão. Na semana que vem acredito que vou fechar a cerâmica toda”, contou Fabiana Viana, proprietária da olaria.
Conforme Santos, não está descartada a possibilidade de faltar o tijolo no mercado manauara, mas como o período é de baixa nas vendas e as empresas já tem um estoque para aproximadamente um mês (4 mil milheiros ou 4 milhões de tijolos) o risco fica mais distante, desde que não haja nenhum outro fator tão impactante. Segundo Fabiana, exceto os casos pontuais, a argila não tem sido um problema para o setor, que procura fazer estoque no verão. Porém, a escassez de insumos para queima (cavaco, serragem, palete, resto de madeira de construção) só se agrava. O preço do milheiro do tijolo nas olarias está “estável”, variando entre R$ 340 e R$ 370. Em Manaus, nas lojas de materiais de construção ouvidas pela reportagem o mesmo tijolo chega ao consumidor até 65% mais caro, tomando por base os valores mais altos da olaria (R$ 370) e da capital (R$ 612).
Polo
Atualmente, 28 olarias compõem o polo ceramista que gera cerca de 3,5 mil empregos diretos. Sandro estima que 200 vão precisar entrar na bolsa qualificação, na qual para evitar os custos da demissão o contrato do trabalhador é suspenso por até cinco meses e nesse período ele recebe uma bolsa equivalente ao seguro-desemprego. “Estamos aguardando a lista com o nome dos trabalhadores e das empresas”, disse o titular da SRTE-AM, Dermilson Chagas.
Outro pleito das olarias atingidas é a suspensão do contrato de demanda para fornecimento de energia firmado com a concessionária Amazonas Energia, tendo em vista que a produção será eliminada em muitas empresas ou ficará limitada. Na grande cheia de 2009, a mesma medida foi adotada e parte das olarias pagou a fatura pelo consumo.

CIMONE BARROS