O Brasil tem muito discurso, o Governo Federal fala muito bem, mas, como se nota, não faz nada pelo crescimento da educação no país”, disse ele, ao garantir que o Brasil não está, ainda, preparado para ocupar seu espaço no mundo moderno
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Esse discurso de que o Brasil estaria entre as oito potências mundiais sem(Divulgação) |
O deputado Sidney Leite (DEM) declarou, na última quinta-feira (11), na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) que
a educação no Brasil não está sendo levada a sério.
Municiado por uma cópia do jornal “O Estado
de São Paulo”, Leite disse que durante a realização do Fórum Econômico Mundial,
em Genebra, na Suíça, foi divulgado um relatório sobre os parâmetros da
educação em todo o mundo, dando ao Brasil a 116ª posição, “atrás de países
reconhecidamente menores do que o Brasil, como a Venezuela, Uruguai e
Tanzânia”.
Segundo ele, o discurso do Governo não condiz
com a realidade, porque os investimentos em educação e cultura são
insignificantes e não colocam o setor num patamar de destaque no mundo.
Ele citou alguns programas educacionais como
fundamentais para o crescimento do setor, como o Exame Nacional de Desempenho
de Estudantes (Enade), por exemplo, e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento
do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), mas disse que
ainda faltam muitos investimentos para dar uma maior visibilidade e melhoria de
qualidade à educação.
“O Brasil tem muito discurso, o Governo
Federal fala muito bem, mas, como se nota, não faz nada pelo crescimento da
educação no país”, disse ele, ao garantir que o Brasil não está, ainda,
preparado para ocupar seu espaço no mundo moderno.
“Esse discurso de que o Brasil estaria entre
as oito potências mundiais sem estar com o setor educação em evolução não passa
de eufemismo”, afirmou Sidney Leite.
Segundo ele, existe um apagão na educação que
o governo não faz questão de acabar porque diz, sempre, que não tem dinheiro
para novos investimentos.
“O governo afirma que faltam recursos para o
setor, mas tramitam, no Congresso Nacional, vários projetos que poderão
garantir novos rumos para a educação brasileira, os quais não são aprovados
porque o governo deixa cozinhar em ‘banho Maria’, uma vez que a maioria em
plenário é sua”, garantiu.
Na avaliação do parlamentar é necessário que
a sociedade brasileira tome ciência desse problema, e cobre medidas urgentes do
governo para a educação.
“Não basta mudar a Lei de Diretrizes e Bases
(LDB) para termos uma educação de qualidade no país. É fundamental que
avancemos no custo amazônico, na escola dotada de maior tecnologia e na
educação continuada”, observou Leite, para que os professores, com maior
preparo, possam desenvolver um melhor trabalho.
O deputado propôs a formação de um pacto pela
educação, para que a escola esteja, sempre, em primeiro foco, inclusive com a
solicitação de programas para a questão indígena e educação rural.
Com informação da Assessoria
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