domingo, 12 de maio de 2013

Ramos critica proposta que autoriza entrada de 6 mil médicos cubanos para atuar no Brasil


Essa proposta noticiada pelo governo federal é absolutamente estapafúrdia

No entanto, ele explicou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação do nosso País é clara ao afirmar(Foto/Judiclaysantos)

O anúncio do Governo Federal de publicar um decreto, por esses dias, autorizando a entrada no Brasil, para o exercício da atividade médica, de aproximadamente 6 mil médicos, formados em universidades cubanas deixou preocupado e perplexo o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB).

O deputado assinalou não ter nenhuma restrição em relação à entrada de médicos estrangeiros ou brasileiros que façam seu curso no exterior para o exercício de suas atividades no Brasil. 

No entanto, ele explicou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação do nosso País é clara ao afirmar que qualquer profissional, seja de qual atividade for, que faça seu curso superior em universidades fora do Brasil, precisa para exercer sua profissão no País passar por um processo de revalidação de diploma.

Marcelo Ramos explicou que essa regra não existe somente para a classe médica, mas para todas as profissões, independente de onde o indivíduo foi formado, se em Haward ou Sorbonne. 

Eles terão que fazer uma prova de revalidação para poder atuar no país.

Essa proposta noticiada pelo governo federal é absolutamente estapafúrdia, pois ele anuncia a criação de um convênio a ser assinada com a universidade Panamericana e Cubana, onde o médico formado nessa universidade poderá atuar no Brasil sem a revalidação do diploma, mas os médicos formados em qualquer outra universidade do mundo, para atuar no Brasil, precisarão fazer a revalidação do diploma.

“Isso não é sério, pois o Governo não pode aproveitar o momento de sacrifício de dor do povo brasileiro para encontrar uma solução oportunista, demagógica e que não resolve efetivamente problema”, disse o deputado.



Com Informação da Assessoria

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