Essa proposta noticiada pelo governo federal é absolutamente estapafúrdia
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No entanto, ele explicou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação do nosso País é clara ao afirmar(Foto/Judiclaysantos) |
O anúncio do Governo Federal de publicar um decreto, por esses dias, autorizando a entrada no Brasil, para o exercício da atividade médica, de aproximadamente 6 mil médicos, formados em universidades cubanas deixou preocupado e perplexo o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB).
O
deputado assinalou não ter nenhuma restrição em relação à entrada de médicos
estrangeiros ou brasileiros que façam seu curso no exterior para o exercício de
suas atividades no Brasil.
No entanto, ele explicou que a Lei de Diretrizes e Bases
da Educação do nosso País é clara ao afirmar que qualquer profissional, seja de
qual atividade for, que faça seu curso superior em universidades fora do
Brasil, precisa para exercer sua profissão no País passar por um processo de
revalidação de diploma.
Marcelo
Ramos explicou que essa regra não existe somente para a classe médica, mas para
todas as profissões, independente de onde o indivíduo foi formado, se em Haward
ou Sorbonne.
Eles terão que fazer uma prova de revalidação para poder atuar no
país.
Essa
proposta noticiada pelo governo federal é absolutamente estapafúrdia, pois ele
anuncia a criação de um convênio a ser assinada com a universidade Panamericana
e Cubana, onde o médico formado nessa universidade poderá atuar no Brasil sem a
revalidação do diploma, mas os médicos formados em qualquer outra universidade
do mundo, para atuar no Brasil, precisarão fazer a revalidação do diploma.
“Isso
não é sério, pois o Governo não pode aproveitar o momento de sacrifício de dor
do povo brasileiro para encontrar uma solução oportunista, demagógica e que não
resolve efetivamente problema”, disse o deputado.
Com Informação da Assessoria

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