Apesar da época, vendedores falaram ao radialista com pouco ânimo sobre
Segundo os comerciantes, tambaqui, pacu, jaraqui, o pirarucu e a sardinha (Fotos: Edy Lima) |
Mas o que se encontrou foi somente o peixe ‘Tambaqui’, criado em cativeiro |
O quilo do peixe tambaqui está sendo vendido a R$ 10,00, em qualquer ponto de venda na cede |
O último Domingo de Ramos deu-se início
às celebrações da Semana Santa. Esse período também é marcado pelo consumo de
peixe em boa parte das refeições de quem segue as tradições e o costume de
evitar a carne vermelha. Em Manicoré distante da Capital de Manaus, a 332 km em
linha, o radialista Edy Lima saiu às ruas da cede do município visitando feiras
e pesquisando preços de cada pescado que são mais consumidos pela população
manicoreense.
Mas o que se encontrou foi somente o
peixe ‘Tambaqui’, criado em cativeiro. Segundo os comerciantes, tambaqui, pacu,
jaraqui, o pirarucu e a sardinha, estão entre as espécies mais procuradas pelos
consumidores. Apesar da época, vendedores
falaram ao radialista com pouco ânimo sobre o aumento das vendas. “Infelizmente
devido à cheia do rio e igarapés, nosso peixe sumiu”. Disse o pescador Papinha.
Jaraqui, pacu, sardinha, acará Açu,
Surubim e outras espécies que são comercializadas no Mercado Municipal de
Manicoré e em outras feirinhas do município, infelizmente o consumidor não está
encontrando. Comerciantes informaram que esses peixes acima citados possam
faltar durante a Semana Santa na mesa do Manicoreense.
O quilo do peixe tambaqui está sendo
vendido a R$ 10,00, em qualquer ponto de venda na cede. Questionado pelo preço
do quilo do tambaqui, que estaria sendo vendido ao consumidor a um preço
elevado, um dos comerciantes disse que “Nós estamos comprando esse peixe à R$
8,00 o quilo, por isso precisamos vender à R$ 10,00 o quilo e ganhar R$ 2,00 de
lucro’.
O tambaqui de viveiro foi encontrado em
quase todas as barracas de venda e feiras espalhadas pelos bairros da cidade de
Manicoré. As espécies que não foram encontradas: O Jaraqui, a Branquinha, o
Pacu, a Sardinha, o Aracu, Acará Açu, a Matrixã, Dourado de Couro, Surubim,
Filhote e outros.
Até o fechamento dessa matéria, nenhum
barco pesqueiro tinha ancorado no porto da cidade.
Edy Lima DRT-AM 1823
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