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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Setor elétrico brasileiro está aberto a investimentos estrangeiros e sem restrições, diz Braga

MINISTRO APRESENTOU PANORAMA DO SETOR, PAUTADO PELO REALISMO TARIFÁRIO E PELO RESPEITO A CONTRATOS


(Foto: Acessória) O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, apresentou as perspectivas em investimentos




O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, apresentou as perspectivas em investimentos no evento Discussion on Opportunities in Brazilian Energy, promovido pelo Brazil - U.S. Business Council, realizado nesta segunda-feira (19/10), em Washington (Estados Unidos). Aos representantes de empresas e segmentos da economia americana, o ministro apresentou dados da matriz energética brasileira e as oportunidades do setor, como o leilão das hidrelétricas (UHEs) amortizadas, marcado para o dia 6 de novembro deste ano, que poderá contar com investimentos estrangeiros.  

“O Brasil neste momento não tem restrições a investimentos estrangeiros no setor elétrico. Todas as restrições foram retiradas. O Brasil tem tradição de cumprimento de contratos, e vive momento de realismo tarifário, de grande atratividade e oportunidades para o capital estrangeiro”, afirmou. 

O leilão das UHEs, que conta com concessões de usinas nos estados de Goiás, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com capacidade total de 6 GW, permite que participem da disputa proponentes que tenham participação societária direta de, no mínimo, 30% em empresa titular de empreendimento hidrelétrico mesmo que em outro país, desde que sejam respeitados os demais requisitos.

“Esse leilão é uma grande oportunidade de investimentos para brasileiros e estrangeiros. Todas essas usinas estão no centro de carga, localizadas no sudeste brasileiro”, destacou o ministro aos convidados. 

Também torna o país atrativo aos investimentos a tradição de respeito aos contratos, reforçou o ministro, bem como o realismo tarifário empreendido ao setor elétrico neste ano, levando o preço da energia a níveis favoráveis aos investimentos e permitindo financiamento, o que caracteriza o setor elétrico como uma “ilha de possibilidade de investimentos” dentro de um grande mercado de investimentos muito maior, que é o mercado brasileiro, afirmou o ministro.

As grandes oportunidades de investimentos no setor elétrico nos próximos anos estarão na geração solar, eólica, gás natural e biomassa, avalia o ministro. Em todo o setor energético, o ministro afirmou que o mercado de gás natural será um dos que mais devem crescer no país.

Segundo Braga, a energia solar vai crescer cerca de sete vezes até 2024, e a capacidade instalada em energia eólica irá triplicar, dentro do compromisso brasileiro de entregar 20% de sua matriz com energia renovável não hidráulica até 2030. 

Com Informação da Assessoria


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

TJAM descarta quase uma tonelada de CDs e DVDs piratas

Quase uma tonelada de CDs e DVDs piratas, fruto de apreensão por parte de operações policiais foi descartada hoje pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. O material foi triturado e seguirá para reciclagem.

Material pirata apreendido
Material pirata apreendido (divulgação)


O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) realizou nesta quarta-feira (31) o descarte de 18.659 CDs e DVDs piratas, totalizando quase uma tonelada de material. Resultado de operações policiais contra a comercialização de mídias piratas na cidade de Manaus, as mídias foram apreendidas este ano e agora irão para a reciclagem.

Esta é a terceira remessa desde 2011 que o Tribunal realiza, totalizando cerca de 100 mil mídias destruídas e recicladas. Os CDs e DVDs foram doados à empresa Coplast Indústria e Comércio de Resíduos Plásticos, que realiza a trituração em pequenas partes em Manaus, para depois reaproveitar a matéria-prima em indústria localizada no Paraná.



“Desta forma, o material proveniente do crime terá um descarte correto”, ressalta o juiz auxiliar da Presidência Adalberto Carim Antonio, e titular da Vara do Meio Ambiente e de Questões Agrárias (Vemaqa). “Esse material foi apanhado em situação irregular, certamente constituiria um problema ambiental muito grande se atirado ou deixado em ambiente aberto. A ideia é dar um destino ambientalmente correto, um descarte ecológico a este material, que será descaracterizado, triturado e daí seguirá para um reaproveitamento em uma empresa especializada”, acrescentou.

O gerente operacional da Coplast Indústria, Sidney Guerreira, explicou que o material do CD/DVD, policarbonato, ao ser reciclado, pode ser reaproveitado como matéria-prima para o farol de carro, farol de moto, e qualquer tipo de peça que possa ser injetada com policarbonato. "A iniciativa do Tribunal incentiva as pessoas que têm material obsoleto ou outro material plástico que possa ter destinação correta", acrescentou.

ACRITICA