A nota informa que “a intenção do grupo é de se colocar à disposição do órgão e elucidar quaisquer questionamentos que o mesmo (MPE-AM) possua sobre o acordo realizado com o município para a operação dos sistemas de abastecimento de água
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| Amazonino assinou contrato com a empresa Águas do Brasil, a qual e a nova concessionária responsável pelo abastecimento de água de Manaus |
A
empresa Águas do Brasil, a qual responde, agora, por Manaus Ambiental, e
que substituirá a Águas do Amazonas na gestão do abastecimento de água e
saneamento básico na capital, informou, via nota, que vai entrar em
contato com o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM), para
disponibilizar a documentação referente ao contrato celebrado com a
Prefeitura de Manaus, bem como os detalhes do plano de trabalho a ser
desenvolvido na cidade.
A nota
informa que “a intenção do grupo é de se colocar à disposição do órgão e
elucidar quaisquer questionamentos que o mesmo (MPE-AM) possua sobre o
acordo realizado com o município para a operação dos sistemas de
abastecimento de água e esgotamento sanitário que será feito pela
empresa”.
A assessoria de comunicação
informou que o encontro deve ocorrer na próxima semana por iniciativa
da empresa. Entre as informações apresentadas, estará como serão
aplicados os investimentos e a fonte dos mesmos.
No
início da semana, o prefeito Amazonino Mendes (PDT) anunciou a quebra
de contrato com a empresa Águas do Amazonas, a qual atua na cidade desde
2000, em decorrência da venda da Companhia de Saneamento do Amazonas
(Cosama). Horas depois, o prefeito anunciou a assinatura do contrato com
a Águas do Brasil, composta por quatro empresas.
Contudo, o MPE-AM informou, em seguida, que preparava uma ação para ingressar na Justiça no intuito de cancelar a transação, que foi realizada sem licitação.
O
grupo Águas do Brasil, que vai responder pelo nome de Manaus Ambiental,
promete investir R$ 3,4 bilhões nos próximos 18 anos no sistema de
abastecimento e saneamento básico de Manaus. A meta divulgada pela
empresa é, até 2016, levar água para 98% da população. E, até 2040,
tratar 90% dos esgotos da cidade. Hoje, apenas 15% da rede são tratados
(dados da prefeitura).

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