Afinal o que isso significa para o Estado do Amazonas e sua economia?
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Ele afirmou ainda que não se maneja o jacaré em nosso Estado (Foto: Infoescola) |
De acordo com Lisboa, a matéria do Portal informou que a Delegacia
Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (Dema) registrou, na
quinta-feira (20), por volta das 16h, a apreensão de 7 toneladas de carne
de jacaré ilegal realizada por policiais militares do Batalhão Ambiental, numa
embarcação que trafegava pelo rio Solimões, nas proximidades do município de Manacapuru
(a 68 km de Manaus).
Essa ação foi desencadeada após denúncias anônimas e ocorreu na
noite de quarta-feira (19) por volta das 20h na embarcação Comandante Dilson
Pantoja. Ao ser vistoriada pela equipe do Batalhão Ambiental foi constatado o
transporte ilegal. O procedimento criminal foi encaminhado à Justiça e o piloto
vai responder pelo crime de caça ilegal da fauna silvestre. A carne apreendida
será doada a instituições assistenciais de Manaus.
De acordo com o deputado Wilson Lisboa, o comandante do Batalhão
Ambiental deveria estar nesse momento recebendo outorga pela maravilhosa ação
que sua equipe fez ao apreender as 7 toneladas de carne de jacaré. “Afinal o
que isso significa para o Estado do Amazonas e sua economia? Nada. Vimos na
semana passada a luta de nossa bancada para conseguir prorrogar nosso modelo de
desenvolvimento por mais 50 anos. Uma vitória que vai ofuscar o desenvolvimento
desse falido e combalido Estado do Amazonas, representado por 62 municípios”,
avaliou Lisboa, afirmando que não está contra a prorrogação da ZFM.
Enquanto isso, destacou o deputado, “Manaus em sua pujança financeira
corresponde à quarta ou quinta capital do País em arrecadação, ficando os
demais municípios do Estado se assemelhando ao Estado do Piauí ou Alagoas no
Nordeste por serem paupérrimos, sem ter orientação e política pública
implementada de desenvolvimento econômico que venha realmente ser firmada a
eles para que haja uma independência da capital do Amazonas”.
No Amazonas, afirmou o deputado, temos água, madeira, peixes e jacaré.
“O que se vê é que os esforços não estão caminhando da mesma forma. Enquanto se
empreende uma força brutal para se prorrogar a ZFM, que tem 98% de sua
arrecadação no Estado, e se aplica em obras necessárias mais faraônicas,
deixa-se o resto dos municípios relegados à própria sorte, ou seja, pobreza e
miséria”.
Ele afirmou ainda que não se maneja o jacaré em nosso Estado por pura
falta de boa vontade e por não se ter políticas para o desenvolvimento para o
interior com a criação de fábricas para beneficiar a carne e o couro desse
animal.
Com Informação da Assessoria

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