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sábado, 24 de outubro de 2015

Aniversário de Manaus

Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas e o principal centro financeiro


Imagem: Dângello) A Cidade mais populosa do Amazonas e da Amazônia, com uma população de mais de dois milhões


Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas e o principal centro financeiro, corporativo e econômicoda Região Norte do Brasil. É uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo.[12]Situa-se na confluência dos rios Negro e Solimões,[13] sendo uma das cidades brasileiras mais conhecidas mundialmente, principalmente pelo seu potencial turístico e pelo ecoturismo, o que faz de Manaus o décimo maior destino de turistas no Brasil.[14] 

Pertence à mesorregião do Centro Amazonense e à microrregião homônima, e destaca-se pelo seu patrimônio arquitetônico e cultural, com notáveis museus, teatros, templos, palácios e bibliotecas. Está localizada no extremo norte do país, a 3 490 quilômetros da capital nacional, Brasília.[4]

É a cidade mais populosa do Amazonas e da Amazônia, com uma população de mais de dois milhões de habitantes, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015.[6] Em nível nacional, se coloca como a sétima mais populosa do Brasil,[15] além da 131ª mais populosa do mundo. É sede da Região Metropolitana de Manaus, a mais populosa do norte do país e a décima-primeira mais populosa do Brasil, com 2 523 901 habitantes, representando 1,22% da população total brasileira.[16] 

Apesar de registrar uma das maiores economias do país e ser um de seus municípios mais populosos, Manaus possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as capitais brasileiras, com 0,737 pontos (considerado alto), o que a coloca na 23ª colocação entre as capitais estaduais do país, à frente somente de outras quatro capitais. Em sua região metropolitana, o índice é ainda mais baixo, com 0,720 pontos, o menor resultado entre as 16 principais regiões metropolitanas brasileiras.[17]

Originalmente fundada em 1669 pelos portugueses com o forte de São José do Rio Negro,[12] foi elevada à vila em 1832 com o nome de Manaos, em homenagem à nação indígena dos manaós,[1] sendo legalmente transformada em cidade no dia 24 de outubro de 1848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 4 de setembro de 1856 voltou a ter seu nome atual.[12] 

Ficou conhecida no começo do século XX, na época áurea da borracha, atraindo investimentos estrangeiros e imigrantes de algumas partes do mundo, sobretudo franceses. Nessa época foi batizada como "Coração da Amazônia" e "Cidade da Floresta".[12] 

Atualmente seu principal motor econômico é a Zona Franca de Manaus.
Com a sexta maior economia do Brasil, a cidade aumentou gradativamente a sua participação na composição da setor econômico brasileiro nos últimos anos, passando a responder por 1,4% da economia brasileira.[18]

No ranking da revistaAmérica Economía, Manaus aparece como uma das 30 melhores cidades no ramo de negócios da América Latina,[19]ficando à frente de capitais de países sul-americanos como Caracas, Assunção e Quito.[19] Foi uma das doze cidades-sede brasileiras da Copa do Mundo de 2014.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Pontos turísticos de Manicoré

O cenário exótico do município contempla um pólo turístico


Matupiri (Fotos: Edy Lima)


Capanãzinho 


Rio Atininga



Situada no médio Madeira, Manicoré é um município que tem fundação ligada ao período áureo da borracha. Esta região que era habitada por várias etnias e atraiu a vinda de imigrantes pelo grande potencial econômico representado pelos seringais, castanhais, rios, lagos piscosos e terra fértil em abundância.

O cenário exótico do município contempla um pólo turístico, juntamente com os rios e lagos Jauari, Jenipapo, Acará, Atininga, Capanãnzinho, Capanã Grande, Matupiri e Baetas, alem de dezenas de praias que aparecem durante o verão que se constituem numa opção de lazer para os nativos e para os turistas de modo geral.


Edy Lima DRT-AM 1823

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Estado entrega kits sangria para novos seringueiros em Manicoré


Atualmente, Manicoré é o maior produtor de borracha do Estado, chegando à marca de 300 toneladas em 2012, no período de junho a dezembro (safra)



Os kits contemplam as principais necessidades dos produtores para(Arquivo)

A Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) realiza, nesta quinta-feira (18), em Manicoré, mais uma ação do projeto de Revitalização da Borracha, como parte do programa Amazonas Rural.


Na ocasião, serão entregues 226 kits sangrias para novos seringueiros potencializarem o trabalho que já desenvolvem.

A entrega será feita às 10h, no Centro Juvenil Salesiano (avenida Eduardo Ribeiro, no centro de Manicoré).

Atualmente, Manicoré é o maior produtor de borracha do Estado, chegando à marca de 300 toneladas em 2012, no período de junho a dezembro (safra).

Os outros municípios que mais produzem borracha são, respectivamente, Eirunepé, Lábrea, Boca do Acre, Carauari e Itacoatiara.

Além da ação de quinta, já foram entregues kits sangria nos municípios de Santa Izabel do Rio Negro e Eirunepé. Com a expansão da produção, o Estado terá condições de atender parte da demanda nacional.

O investimento para aquisição dos kits sangria é de R$ 1,5 milhão e realizado em parceria com o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS).

Os kits contemplam as principais necessidades dos produtores para realizarem sua atividade econômica.

Cada kit é composto de um balde, 400 bicas, 400 tigelas, uma lanterna de cabeça, um terçado e duas facas de sangria. No total, estão previstos 2.000 kits para atender o estado, neste ano.

A produção da borracha no município de Manicoré, atualmente, envolve 592 produtores cadastrados, sendo 366 com cadastro mais antigo e 226 novos cadastrados.

Além de ações para fomentar a produção, a Sepror desenvolverá ações socioculturais para elevar a qualidade de vida dos seringueiros.



Fonte: Jornal Em Tempo

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Conab repassa R$ 90 mil a seringueiros do Amazonas

Dinheiro é referente à subvenção feita pelo Governo Federal, sobre o preço a borracha comercializado abaixo de R$ 3,50

Seringueiro faz demonstração de colheira de leite da seringa, durante Expoagro, em Manaus
Seringueiro durante o processo de colheira de leite da seringa (Arquivo A Crítica/Audimar Arruda)

Um repasse de R$ 90 mil foi liberado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em apoio à comercialização de 90 toneladas de borracha natural no Amazonas. A operação beneficiou 247 seringueiros de associações agroextrativistas localizadas nos municípios de Pauini, Jutaí e Itacoatira.
O pagamento foi realizado no âmbito da Política de Garantia de Preços Mínimos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio), que busca garantir a sustentação de preços aos extrativistas. O programa consiste no pagamento de um bônus ao extrativista quando comprovado que efetuou a venda de seu produto por preço inferior ao mínimo fixado pelo governo federal. No caso da borracha, o preço atual é de R$3,50/kg.
De acordo com o superintendente da Conab no Amazonas, Thomaz Silva, as associações negociaram a produção ao preço de R$2,50 kg com as usinas.
"Houve a necessidade, portanto, de a Conab garantir o preço mínimo, pagando mais R$ 1 por quilo", explica.
Em Pauini, a Associação de Trabalhadores Agroextrativistas (Atramp), recebeu R$ 24,56 mil pelas 24 toneladas de borracha natural comercializada. A atividade beneficiou 54 trabalhadores rurais. Já em Jutaí, a operação contemplou 77 extrativistas da Associação de Produtores (Asproju), com o pagamento de R$ 18,38 mil referentes a 18 toneladas de produtos vendidos.
Os agroextrativistas da Associação dos Produtores e Criadores do Paraná de Serpa, em Itacoatira, receberam R$ 47,35 mil, valor pago pela subvenção de 47 toneladas de borracha comercializadas, beneficiando 116 agroextrativistas do município.

ACRITICA

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Revitalização da cadeia produtiva da borracha é tema de convênio no Amazonas

O governo estadual e o Conselho Nacional das Produções Extrativistas vão desembolsar R$ 1.526.400 para atender 25 comunidades do Estado

A produção de borracha volta a ser discutida no Amazonas
A produção de borracha volta a ser discutida no Amazonas (Luiz Vasconcelos)

Convênio realizado entre o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) e o Governo do Amazonas pretende revitalizar a cadeia produtiva da borracha no Amazonas. O convênio terá uma verba de R$ 1.526.400 e contará com o auxilio da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror).
A assinatura do convênio acontecerá na próxima terça-feira (5) às 15h no Centro Cultural dos Povos da Amazônia onde serão distribuídos dois mil kits sangria para auxiliar os extratores de látex, também chamados de heveicultores. Os kits são compostos por 400 tigelas, 400 bicas, duas facas para sangria, um facão, um balde e uma lanterna de cabeça.
As comunidades extrativistas de 25 municípios produtores de borracha serão atendidas, sendo eles: Atalaia do Norte, Boca do Acre, Borba, Canutama, Carauari, Coari, Eirunepé, Envira, Fonte Boa, Humaitá, Ipixuna, Itacoatiara, Itamarati, Juruá, Jutaí, Lábrea, Manicoré, Nova Olinda Norte, Novo Aripuanã, Pauini, Santo Antônio do Içá, São Gabriel da Cachoeira, São Paulo de Olivença, Tapauá e Urucurituba. Para receber os kits as comunidades precisam estar cadastradas no Idam além de provar a existência de seringais nativos ou de cultivo.
O projeto intitulado de extensão e transferência de tecnologias para a dinamização da produção da borracha visa ampliar a produção da borracha natural extrativa em 25 municípios produtores do Estado do Amazonas com extensão, pesquisa, desenvolvimento e aplicação tecnológica.
Serão implementadas ações de assistência técnica e extensão florestal diferenciada, assim como o preparo das equipes técnicas extensionistas especializadas na cadeia produtiva da borracha. Há Também a intenção de promover melhoramento genético de seringais nativos; e estimular o aumento da produção de borracha no Estado do Amazonas.

ACRITICA