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terça-feira, 10 de março de 2015

1ª turma de acadêmicos da UEA 2015 participa do programa de rádio em Manicoré

A turma de Acadêmicos da UEA em Estágio Rural é formada 


A turma de Acadêmicos da UEA em Estágio Rural é formada por cinco estagiários (Foto: Edy Lima)



Acadêmicos de Medicina, Odontologia e Enfermagem da Universidade do Estado do Amazonas (UEA)- Estágio Rural estiveram pela manhã, dessa terça-feira (10) de março de 2015, no programa de rádio Gerando Oportunidade, apresentado pelo radialista Edy Lima, onde se apresentaram para os ouvintes da cidade e do interior.

Essa é a primeira turma de Acadêmicos em Estágio Rural desse ano de 2015. O assunto abordado no programa foi justamente à vinda deles para o estágio Rural de Acadêmicos no município de Manicoré. Todos foram unânimes, quando perguntado sobre a vinda, a recepção e a estádia deles em Manicoré.

“Estamos muito satisfeito, com a recepção por parte do prefeito Lúcio Flávio e do Vice-prefeito Paulo Sérgio, com o Secretário de Saúde do município Yuri Lelo reis e com todos os colegas, ou seja, com toda a equipe de profissionais da saúde do município (SEMSA). A forma que a população manicoreense nos recebeu, com todo calor humano, carinho e respeito, também é fundamental para o nosso estágio nesse município. Só temos que agradecer. Muito obrigado Manicoré”. Disseram os acadêmicos.

A turma de Acadêmicos da UEA em Estágio Rural é formada por cinco estagiários que são eles: Clizion Ferreira e Mayk Freitas, ambos se formando em medicina; Odontologas Kelly Costa e Leandra Freitas, e a acadêmica em enfermagem senhorita Danielle Santos. A maioria desses acadêmicos é do interior do amazonas. Terça-feira (17) de março, o Dr. Mayk Freitas e o Dr. Clizion Ferreira estarão no programa de rádio para falar, explicar e tirar dúvidas das pessoas sobre as Hepatites Virais.     



Edy Lima DRT-AM 1823

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A 4ª turma de acadêmicos da UEA em estágio rural já está em Manicoré

Pela manhã desta quarta-feira (24) eles estiveram no Programa

As acadêmicas de Odontologia são: Yasmim Gouvêa e Jackeline Farias. Os acadêmicos de Medicina são eles: Aron Batalha, Felipe Frazão e Diego Santos. Os acadêmicos de Enfermagem são: Ramiro Ferreira e Thales Silvestre, no total de sete acadêmicos em estagio rural. (Foto: Edy Lima)


A quarta equipe de Acadêmicos de Medicina, Enfermagem e Odontologia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) Estágio Rural em Saúde Coletiva já estão em Manicoré. A nova turma chegou ao município dia 08 de setembro de 2014 e ficaram estagiando no município até o dia 11 de outubro.

Pela manhã desta quarta-feira (24) eles estiveram no Programa de Rádio Gerando Oportunidade apresentado pelo Radialista Edy Lima, onde cada um se apresentou para os ouvintes da cidade e do interior. No bate papo pra lá de descontraído eles falaram o objetivo de suas vindas ao município de Manicoré.

Disseram que, "fomos muito bem recebidos pelo prefeito Lúcio Flávio e pelo Vice-prefeito Paulo Sérgio, pelo então Secretário de Saúde do Município Yuri Lelo Reis e por toda equipe da saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Manicoré (SEMSA)".

A acadêmica em odontologia senhorita Yasmim Gouvêa disse que, “Estamos muito felizes e ficamos muito satisfeito com o modo o qual fomos recebidos e estamos sendo tratados em Manicoré. Sem dúvidas desde o gestor municipal ao secretário de saúde, todos tem dado atenção especial quando se trata de saúde à população”. 

“Estamos também impressionados com a cidade de Manicoré, sem dúvidas o município de Manicoré é lindo e a população é um povo educado”. Disse a acadêmica em odontologia Jackeline Farias.

As acadêmicas de Odontologia são: Yasmim Gouvêa e Jackeline Farias. Os acadêmicos de Medicina são eles: Aron Batalha, Felipe Frazão e Diego Santos. Os acadêmicos de Enfermagem são: Ramiro Ferreira e Thales Silvestre, no total de sete acadêmicos em estagio rural.


Edy Lima DRT/AM 1823


terça-feira, 3 de junho de 2014

Acadêmicos do estágio rural UEA falam da prevenção de câncer de colo do útero

Papanicolaou, que é oferecido também pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde.


Dia 12 de junho os acadêmicos retornaram para Manaus (Foto: Edy Lima)


Acadêmicos do estágio rural da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), em medicina e enfermagem,estiveram na manhã desta terça-feira (03), no programa de rádio Gerando Oportunidade falando para os ouvintes a sobre a importância da prevenção de câncer de colo do útero: Claudia Nogueira, Giácono Lima, André Borges e Diana Lima tiraram dúvidas e responderam as perguntas dos ouvintes sobre o assunto.

Câncer de colo de útero, também conhecido por câncer cervical, é uma doença de evolução lenta que acomete, sobretudo, mulheres acima dos 25 anos. O principal agente da enfermidade é papilomavírus humano (HPV), que pode infectar também os homens e estar associado ao surgimento do câncer de pênis.
Antes de tornar-se maligno, o que leva alguns anos, o tumor passa por uma fase de pré-malignidade, denominada NIC (neoplasiaintraepitelial cervical), que pode ser classificadaem graus I, II, III e IV de acordo com a gravidade do caso.
Embora sua incidência esteja diminuindo, o câncer de colo de útero ainda está entre as enfermidades que mais atingem as mulheres e levam a óbito no Brasil.
Felizmente, as estatísticas estão mostrando que 44% dos casos diagnosticados no País são de lesão in situ precursora do câncer, que ainda está restrita ao colo e não desenvolveu características de malignidade. Nessa fase, a doença pode ser curada na quase totalidade dos casos.

Tipos de tumor

Os dois tipos mais frequentes de tumor maligno de colo de útero estão associados à infecção pelo HPV. São eles: os carcinomas epidemoides (80% dos casos) e os adenocarcinomas (20% dos casos).
Fatores de risco

A infecção pelo HPV, responsável pelo aparecimento das verrugas genitais, representa o fator de maior risco para o surgimento do câncer de colo de útero. Apesar de existir mais de uma centena de subtipos diferentes desse vírus, somente alguns estão associados ao câncer de colo uterino. São classificados como de alto risco os subtipos 16, 18, 45, 56; de baixo risco, os subtipos 6,11,41,42 e 44 e de risco intermediário, os subtipos  31, 33, 35, 51 e 52.
Podem ser citados, ainda, como fatores de risco:
Início precoce da atividade sexual;
Múltiplos parceiros sexuais ou parceiros com vida sexual promíscua;
Baixa da imunidade;
Cigarro;
Más condições de higiene.
Sintomas

Nas fases iniciais, o câncer de colo de útero é assintomático. Quando os sintomas aparecem, os mais importantes são: 1) sangramento vaginal especialmente depois das relações sexuais, no intervalo entre as menstruações ou após a menopausa; 2) corrimento vaginal (leucorreia) de cor escura e com mau cheiro.
Nos estágios mais avançados da doença, outros sinais podem aparecer. Entre eles, vale destacar: 1) massa palpável no colo de útero; 2) hemorragias; 3) obstrução das vias urinárias e intestinos; 4) dores lombares e abdominais; 5) perda de apetite e de peso.
Diagnóstico

A avaliação ginecológica, a colposcopia e o exame citopatológico de Papanicolaou realizados regular e periodicamente são recursos essenciais para o diagnóstico do câncer de colo de útero. Na fase assintomática da enfermidade, o rastreamento realizado por meio do Papanicolaou permite detectar a existência de alterações celulares características da infecção pelo HPV ou a existência de lesões pré-malignas.
O diagnóstico definitivo, porém, depende do resultado da biópsia. Nos casos em que há sinais de malignidade, além de identificar o subtipo do vírus infectante, é preciso definir o tamanho do tumor, se está situado somente no colo uterino ou já invadiu outros órgãos e tecidos (presença de metástases). Alguns exames de imagem (tomografia, ressonância magnética, RX de tórax) representam recursos importantes nesse sentido.
Prevenção

A prevenção do câncer de colo de útero está diretamente associada ao esclarecimento e avanço educacional da população a respeito dos fatores de risco e de como evitá-los.  Dada a importância do diagnóstico precoce, as mulheres precisam ser permanentemente orientadas sobre a necessidade de consultar o ginecologista e fazer o exame de Papanicolaou nas datas previstas, como forma de identificar possíveis lesões ainda na fase de pré-malignidade.
No entanto, a vacinação das meninas  nos primeiros anos de vida contra o HPV continua sendo medida preventiva bastante eficaz, apesar de não proteger contra todos os subtipos do vírus.

Vacinas

Existem duas marcas de vacinas aprovadas para prevenir a infecção por determinados subtipos do HPV, alguns deles responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo uterino.
A vacinação é recomendada para meninas ainda na infância, em três doses, antes do início da atividade sexual.  No entanto, como ainda não há vacinas contra todos os subtipos do vírus, que são muitos, mulheres já vacinadas devem continuar fazendo o exame preventivo de rastreamento, o Papanicolaou, que é oferecido também pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde.
Tratamento

Parte das mulheres sexualmente ativas, que entra em contato com o HPV, pode debelar a infecção espontaneamente ou com tratamento médico pertinente. Caso isso não ocorra, o tratamento tem por objetivo a retirada ou destruição das lesões precursoras pré-malignas.
No entanto, uma vez confirmada à presença de tumores malignos, o procedimento deve levar em conta o estágio da doença, assim como as condições físicas da paciente, sua idade e o desejo de ter, ou não, filhos no futuro.
A cirurgia só deve ser indicada, quando o tumor (carcinoma in situ) está confinado no colo do útero. De acordo com a extensão e profundidade das lesões, ela pode ser mais conservadora ou promover a retirada total do útero (histerectomia).
A radioterapia externa ou interna (braquiterapia) tem-se mostrado um recurso terapêutico eficaz para destruir as células cancerosas e reduzir o tamanho dos tumores. Apesar de a quimioterapia não apresentar os mesmos efeitos benéficos, pode ser indicada na ocorrência de tumores mais agressivos e nos estádios avançados da doença.
Recomendações

Não existe idade mínima para as meninas receberem as vacinas disponíveis contra a infecção pelo HPV, apesar de a orientação ser ministrá-la a partir dos 9 anos de idade;
Toda mulher precisa estar consciente de que o exame de Papanicolaou realizado periodicamente representa uma estratégia de rastreamento do câncer de colo uterino que pode salvar vidas.

Nunca é demais ressaltar, que o uso da camisinha em todas as relações sexuais é um cuidado indispensável contra a infecção não só pelo HPV, mas também por outros agentes de doenças sexualmente transmissíveis. Dia 12 de junho os acadêmicos retornaram para Manaus. 

terça-feira, 20 de maio de 2014

Acadêmicos de enfermagem e medicina falam de ‘Hipertensão em programa de rádio

Diana cursando enfermagem e o acadêmico Diácomo estudante de medicina 

Diácono e Diana responderam e tiraram duvidadas dos ouvintes no programa (Foto: Amaral Pinheiro)



Acadêmicos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Estágio Rural em Saúde Coletiva: Diana cursando enfermagem e o acadêmico Diácomo estudante de medicina estiveram nesta sexta-feira (20), no programa de rádio Gerando Oportunidade apresentado pelo radialista Edy Lima, falando sobre Hipertensão. Diácono e Diana responderam e tiraram duvidadas dos ouvintes no programa.  

Acadêmica Diana responde:O que é hipertensão arterial?  Hipertensão ou pressão alta é uma doença degenerativa que eleva a pressão dos vasos sanguíneos, estreitando-os.
Tem cura? Não. Mas pode ser controlada com medicamentos e algumas mudanças no estilo de vida do paciente.

Quais os sintomas? A hipertensão é assintomática em 90% dos casos. Os pacientes que têm queixas relatam sensação de desconforto na nunca ou uma forte pressão na cabeça. Entretanto, durantes os picos hipertensivos pode haver tonturas, dores de cabeça, fadiga, inquietação e sangramento no nariz.

Como é feito o diagnóstico? É feito baseado na verificação da pressão arterial com um aparelho próprio.

Qualquer elevação de pressão é sinal e hipertensão? Não. A pressão pode subir momentaneamente – influenciada pelo estado psicológico da pessoa, hábitos e atividades cotidianas – e depois voltar ao normal. Para o diagnóstico da hipertensão, o paciente deve apresentar níveis de pressão acima dos limites da normalidade, obtidos em médias consecutivas, em duas ou mais visitas ao médico.
O que é a hipertensão do jaleco branco? Algumas pessoas apresentam a pressão arterial elevada apenas quando medida em consultório médico ou clínica e normal em outras ocasiões.

Com qual Frequencia a pressão deve ser verificada? Pessoas que não têm pressão alta devem fazer a verificação pelo menos uma vez ao ano. Os que já diagnosticaram a doença devem verificar a pressão de acordo com indicações médicas.

Não fumar e adotar uma dieta balanceada, com consumo moderado de sal. Finalizou o acadêmico de medicina Diácomo (Foto: Edy Lima)

Existe algum cuidado que deve ser tomado no momento da aferição da pressão? Obesos e crianças precisam de um equipamento específico para o seu grupo por causa do tamanho da faixa que envolve o braço, o manguito. O paciente não deve cruzar as pernas e deve manter o abraço apoiado na altura do peito, estar com a bexiga esvaziada, não ter fumado ou bebido antes do procedimento, nem ter ingerido alimentos energéticos como café.

Quando a pressão é considerada alta? Entre crianças, a pressão geralmente varia entre 10/6 e 11/6 mm Hg (milímetros de mercúrio). Nos adultos espera-se uma pressão arterial entre 11/7 e 13/8 mm Hg. Considera-se alta a pressão quando a máxima ultrapassa 13 e a mínima 8.
Mas o que significam os dois números que aparecem na medição? O primeiro se refere à pressão máxima sistólica, de contração do coração; o segundo número é a pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa.

Acadêmico de medicina Diácomo responde: Quem está mais propenso a ter hipertensão? O homem ou a mulher? Durante a idade adulta, o número de hipertensos tende a ser superior entre os homens. Entretanto, após a menopausa, as mulheres têm uma prevalência de hipertensão igual ou superior à dos homens e com maior gravidade.

E quais as causas dessa doença? Ainda não há uma causa específica da hipertensão. Sabe-se que fatores como gravidez, obesidade, sedentarismo, tabagismo e alcoolismo aumentam as chances de adquirir a doença. E além de um componente hereditário, existem doenças que podem provocar a pressão alta. Entre as mais frequentes estão: diabetes, insuficiência renal e hipertireoidismo.

Existe alguma relação entre insônia e pressão alta? Sim. A insônia também provoca pressão alta. Durante o sono a frequência cardíaca tende a diminuir. Se o individuo não dorme bem e tem uma noite agitada sua pressão arterial não terá esse descanso.
O tratamento provoca efeitos colaterais? Todo medicamento pode provocar efeitos colaterais. Alguns anti-hipertensivos podem favorecer o surgimento de tosse, prurido, vermelhidão na pele ou disfunção erétil.

O que pode acontecer com o paciente que não tratar a hipertensão? As expectativas de vida de uma pessoa hipertensa é 40% menor que a de um individuo sadio. Uma vez diagnostica, a doença deve ser tratada até o fim da vida, uma vez que não tem cura. Quando ignorada, pode ocasionar insuficiência renal, trombose, AVC hemorrágico, aneurisma da aorta e outras doenças relacionadas ao coração.   
Que alimentos auxiliam no controle da pressão arterial? Bom. A dieta do hipertenso deve ser a mais natural possível. Alimentos ricos em fibras e potássio mostraram benefícios no controle da pressão arterial. Ex.: Feijões, ervilha, vegetais de cor verde-escura, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomate, batata e laranja.

O que um hipertenso não deve comer? Devem ser evitados alimentos muito temperados e ricos em sódio (sal) e gorduras saturadas. O consumo exagerado de café, chocolate e doces também são prejudiciais.

Porque o sal aumenta a pressão arterial? O sal retém líquidos no organismo e altera um sistema que os rins têm para equilibrar o corpo com relação à frequência cardíaca. 

Como dosar o consumo de sódio na alimentação? Essa substância é encontrada em quase todos os alimentos que ingerimos, mesmo sem a adição de sal na preparação e ainda que não tenha sabor salgado. Esta pequena quantidade de sal é capaz de suprir as necessidades diárias do organismo. É saudável uma pessoa ingerir até 6g de sal por dia. Entretanto, costumamos ingerir mais de o dobro dessa quantidade.

Como prevenir essa doença? Deve-se manter o peso ideal, não ingerir bebidas alcoólicas, fazer exercícios com regularidade, não fumar e adotar uma dieta balanceada, com consumo moderado de sal. Finalizou o acadêmico de medicina Diácomo.