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domingo, 27 de janeiro de 2013

Amazonas registra recuo de 80,94% na criação de empregos

Foram criados 8,61 mil empregos em 2012 contra saldo de 45,19 mil em 2011. A performance de 2012 superou apenas a que foi anotada em 2009

Novo modelo de rescisão tornará mais transparente e seguro esse processo
A performance de 2012 superou apenas a que foi anotada em 2009 (Reprodução/Internet)
O Amazonas finalizou 2012 com um saldo de 8,61 mil empregos celetistas criados. Em relação a igual período de 2011, quando o mesmo indicador representava a criação de 45,19 mil empregos, houve recuo de 80,94%, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Os abalos sofridos na atividade econômica fizeram com que o Estado registrasse em 2012 o segundo menor quantitativo de empregos criados no Amazonas desde o início da pesquisa. Considerando a série ajustada, foram 223,83 mil admissões e 215,22 mil desligamentos no período, o que representou saldo de 8,61 mil empregos instituídos.

A performance do ano passado superou apenas a que foi anotada em 2009, quando a diferença entre admissões e demissões era de 7,04 mil empregos.

Indústria

Com a restrição de crédito e dificuldade de financiamentos, o setor industrial foi apontado como um dos mais prejudicados no ano de 2012. De acordo com o Caged, o saldo referente a esta atividade foi negativo no período, com o desligamento de 3,66 mil postos de trabalho. O balanço mostra que foram admitidos 56,04 mil trabalhadores nas fábricas amazonenses ao longo dos 12 meses do ano passado, mas em torno de 59,70 mil foram “mandados embora”.

LUANA GOMES

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Especialista diz que Amazonino está inviabilizado por falta de votos

“A população não dará a ele esse direito”, avalia o publicitário Durango Duarte

Publicitário Durango Duarte
Publicitário Durango Duarte (Ney Mendes)

Contrariando as avaliações sobre a postura do prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PDT), que vem negando com veemência sua participação nas eleições de outubro, o publicitário Durango Duarte, considera que o posicionamento de Amazonino não é relacionado a nenhuma estratégia para aumentar as expectativas sobre sua candidatura, mas, sim a falta de índices eleitorais que o credenciem a disputar de ‘igual para igual’ o cargo de Chefe do Executivo da Cidade.
“Não se trata de estratégia, não é uma questão pessoal, ou financeira. Mas, sim uma questão técnica”, disse, ressaltando “Se ele se visse em condições estritamente eleitorais de participar diretamente do pleito, ele já teria anunciado, e inclusive, já estaria em campanha”.
Em conversa com a reportagem do Portal acritica.com, Durango, que há 18 anos trabalha com a análise e pesquisa do quadro eleitoral na cidade, afirmou que com base nas analises feitas junto à população, pode-se constatar que o prefeito Amazonino Mendes não será alçado novamente ao cargo, “A população não dará a ele esse direito” conclui o publicitário.
O pesquisador, que não quis revelar os dados técnicos das pelo menos 17 pesquisas realizadas na cidade, desde o início do ano, apontou que o possível o nome que substituirá Amazonino sairá das indicações individuais do senador Eduardo Braga (PMDB)/governador Omar Aziz (PSD), ou mesmo da aliança entre os dois.
“O que podemos constatar é que não será um desses nomes que estão ai (Hissa Abrão, Pauderney Avelino, Marcos Rotta), e sim uma figura nova”, destacou, avaliando que será preciso musculatura política e financeira para se arcar com os altos preços da briga pela prefeitura, que segundo ele custa em torno de R$ 40 milhões.
Em clima de eleição
As polêmicas em torno de uma nova candidatura de Amazonino vêm sendo regadas pelas ações do prefeito, que há pelo menos seis vem redistribuindo verbas do orçamento da prefeitura para alavancar programas populares de sua gestão.
O prefeito remanejou R$ 53,3 milhões, do orçamento da prefeitura para projetos como: o ‘Leite do meu Filho’, que distribui leite para criança de famílias de baixa renda, e que recebeu R$ 3,1 milhões desde agosto.
No dia 1º de março quando inaugurou o Complexo Viário Engenheiro Luiz Augusto Veiga Soares, também conhecido como Viaduto da Bola do São José, no bairro de mesmo nome, Zona Leste de Manaus, o prefeito exibiu mais de uma hora de um vídeo institucional com as principais obras inauguradas durante sua gestão. Na ocasião ele mandou um recado, “Aguardem. O Negão (como é popularmente conhecido) vai ser só obra daqui para o final do ano”, disse.

JOELMA MUNIZ

domingo, 22 de abril de 2012

Quem toma água durante a prova tira nota maior, aponta estudo

Psicólogos ainda não sabem ao certo qual o motivo do desempenho aprimorado de quem ingere líquidos durante um exame.


Estudantes que tomaram água tiveram resultados até 10% melhor. (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)



Um estudo levado a cabo por psicólogos do Reino Unido chegou a uma conclusão bastante curiosa: estudantes que tomam algum líquido (preferencialmente água) durante a realização de uma prova têm desempenho até 10% melhor do que quem não toma nada.

Apesar de os motivos para tal fato ainda não estarem totalmente esclarecidos, os psicólogos afirmam que o grande benefício seria a hidratação. Conforme publicou o The Telegraph, os psicólogos responsáveis pela pesquisa afirmaram que estar mais bem hidratado causa impacto positivo no cérebro.

A pesquisa foi feita com centenas de estudantes universitários do primeiro e segundo ano de seus cursos, bem como alunos da pré-graduação. Entre os alunos do primeiro ano, os que tomaram água durante a prova obtiveram desempenho até 5% melhor. Entre os alunos de cursos preparatórios para a universidade, os resultados foram até 10% superiores em relação aos dos colegas que não ingeriram líquido.

Contudo, entre os alunos do segundo ano de graduação, não houve nenhuma diferença significativa entre os que tomaram ou não água durante a prova.
Explicação?

Para Mark Gardner, um dos colaboradores da pesquisa, o efeito maior da ingestão de líquidos nos mais jovens pode ser psicológico, auxiliando na redução da ansiedade durante a realização de um teste.

Outra possibilidade apontada pelo psicólogo é o comportamento do estudante. “Alunos mais jovens podem não ter uma alimentação saudável, podem ter ficado fora até tarde na noite anterior, e [por isso] podem precisar beber mais água para não ficarem desidratados”, relatou Gardner.