De acordo com a polícia, com base nas informações de testemunhas e familiares, o autor do crime teria tido um ataque de fúria e acabou atingindo a vítima dentro da casa onde moravam na Estrada do Aeroporto
| Crime ocorreu no município de Novo Aripuanã |
Com
três golpes de terçado, o paraibano Sinézio Rocha, de 32 anos, é
suspeito de matar o próprio pai, o agricultor Joaquim Rocha, 75, no
município de Novo Aripuanã (distante a 225 quilômetros de Manaus). De
acordo com a polícia, o crime ocorreu por volta das 10h30 desta
quinta-feira (12) e chocou os moradores daquele município.
Segundo
o delegado do 69º Distrito Policial, Robson Reis, com base nas
informações de testemunhas e familiares, o autor do crime teria tido um
ataque de fúria e acabou atingindo a vítima dentro da casa onde moravam
na Estrada do Aeroporto, bairro da TV. “Ele matou o pai dele após
desferir três terçadadas que atingiram a cabeça, a nuca e o braço
esquerdo do senhor Joaquim”, disse o delegado.
A
família informou para a polícia que o suspeito possui deficiência
mental e, há duas semanas, teria deixado de tomar a sua medicação. “O
rapaz deixou de tomar o remédio controlado faz duas semanas e teria tido
um surto”, contou Reis.
O
futuro do suspeito do crime está nas mãos de médicos que deverão emitir
um laudo confirmando se realmente ele possui alguma doença psíquica ou
distúrbio mental. “Eu vou esperar o laudo médico para tomar alguma
decisão. O Robson será conduzido à Manaus para ser atendido no Hospital
de Custódia e Tratamento Psiquiátrico. Por enquanto, como autoridade
policial, entendo que é uma pessoa que deve ser punida”, declarou o
delegado Robson Reis.
A vítima residia com a esposa e o filho em Novo Aripuanã, há pelo menos vinte anos, desde quando chegaram da cidade da Paraíba, no Nordeste, de onde são naturais. “A esposa do seu Joaquim está sob efeito de calmantes. Foi um crime bárbaro”, lamentou o chefe de polícia.
O corpo foi conduzido ao necrotério do município após passar por procedimentos médicos no hospital geral. O velório será na residência da família, onde ocorreu o fato.
A vítima residia com a esposa e o filho em Novo Aripuanã, há pelo menos vinte anos, desde quando chegaram da cidade da Paraíba, no Nordeste, de onde são naturais. “A esposa do seu Joaquim está sob efeito de calmantes. Foi um crime bárbaro”, lamentou o chefe de polícia.
O corpo foi conduzido ao necrotério do município após passar por procedimentos médicos no hospital geral. O velório será na residência da família, onde ocorreu o fato.
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