Classe política foi o principal alvo dos gritos de ordem e faixas de protestos empunhadas pelos manifestantes, a maioria de jovens
| Os participantes da 18ª edição do Grito dos Excluídos se reuniram no Parque dos Bilhares, no bairro Chapada, na Zona Centro-Sul, por volta das 16h de sexta-feira |
Em
sua 18ª edição, o movimento Grito dos Excluídos, em Manaus, reuniu
cerca de 5 mil pessoas, segundo os organizadores, para cobrar dos
governantes eleitos e os que vão se eleger um basta para as mazelas
sociais da cidade, como o deficiente fornecimento de água, o precário
serviço de transporte público e a ausência de políticas públicas para a
habitação.
A classe política foi o principal alvo dos gritos de ordem e faixas de protestos empunhadas pelos manifestantes, a maioria de jovens. Até quem participava pela primeira vez do Grito dos Excluídos, e que ainda vai ter que esperar dois anos para votar pela primeira vez, se sentiu à vontade para expressar o descontentamento com os políticos.
Os
participantes da 18ª edição do Grito dos Excluídos se reuniram no
Parque dos Bilhares, no bairro Chapada, na Zona Centro-Sul, por volta
das 16h de sexta-feira (7). Animados por performances teatrais,
alegorias, poesias e muita música de protesto, os manifestantes, sob a
coordenação de lideranças da Igreja Católica, encerraram a caminhada as
18h30, na praça do Bariri, na avenida Kako Caminha, bairro Presidente
Vargas, Zona Sul.
Grupos de idosos
ligados à Igreja Católica usaram do humor para ilustrar a difícil vida
de quem não tem água encanada em casa. Com baldes de água na cabeça,
eles dançavam em meio aos participantes, e tiravam fotos com os
políticos que passaram pelo local.
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