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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Manicoré fará manifestação "Pró – BR 319"

O Poder Executivo de Manicoré, através do prefeito Lúcio Flávio e do Vice-prefeito Paulo Sérgio

(Foto: Ascom) Os prefeitos de Manicoré Lúcio Flávio, e Paulo Sérgio, não estarão sozinhos nessa manifestação



O Poder Executivo de Manicoré, através do prefeito Lúcio Flávio e do Vice-prefeito Paulo Sérgio, realizarão no domingo (25), uma reunião com lideranças e Secretários de Governo do Município de Manicoré. A reunião aconteceu no Centro de Referencia (CRAS).

Presidida pelo prefeito Lúcio Flávio, a reunião foi para combinar com todos para a realização de uma manifestação Pró - BR 319, que irá acontecer, terça-feira (27), pela manhã, no entroncamento da BR 174 com a BR 319.  Nesta segunda-feira (26) ficou decidido, que vários carros seguiram ainda hoje de balsa, até ao Distrito de Democracia.


E amanhã terça-feira (27) bem cedo, às 06 horas da manhã, os que estiverem no Distrito de Democracia, conforme combinado na reunião, iram em comboio pela BR 174 que dá acesso a BR 319. O motivo desta manifestação é Manicoré lutando por essa rodovia importante para o município, para o Estado do Amazonas e o Brasil.  

Enquanto isso, Deputados Estaduais e Federais do Amazonas, de Porto Velho-Ro e Senadores do Brasil, estarão também saindo de Porto Velho, em comboio pela BR 319, para ver de perto os pontos positivos e negativos da estrada, que por várias vezes já foi motivo de discutição entre Dnit e Ibama. Ao constatar as dificuldades ao longo da BR, deputados e senadores, reivindicaram, junto ao Governo Feral, as melhorias de trafego de veículos, do Amazonas, para todo o Brasil.

Os prefeitos de Manicoré Lúcio Flávio, e Paulo Sérgio, não estarão sozinhos nessa manifestação, os Vereadores da Câmara Municipal de Manicoré, também vão está juntos, nesse ato democrático. Exigindo que também se asfalte a nossa BR 174. A ansiedade por parte dos Manicoreenses, e do povo Amazonida, quanto o asfaltamento e melhorias da BR 319, é muito grande. Em Manicoré, não se fala em outra coisa, a não ser na liberação da estrada. 



Edy Lima DRT/AM 1823            

terça-feira, 17 de março de 2015

Manifestações contra o governo da presidente Dilma repercutem na Câmara

O vereador disse que o Governo respondeu às manifestações

As manifestações contra o governo da presidente Dilma Roussef (PT) e contra a corrupção (Foto: CMM)




As manifestações contra o governo da presidente Dilma Roussef (PT) e contra a corrupção, que mobilizaram milhares de pessoas nas ruas de Manaus e de todo o país repercutiu na Câmara Municipal de Manaus (CMM), ocasião que os vereadores foram à tribuna, na manhã desta segunda-feira (16), falar dos protestos.

O vereador Mário Frota (PSDB) fez questão de fazer um comparativo entre as duas manifestações que marcaram a semana: a de sexta-feira (13), Pró-Dilma, e a de domingo, contra o Governo. Em São Paulo 1 milhão de pessoas; em Curitiba, 80 mil pessoas; em Porto Alegre, 100 mil pessoas e em Manaus, 20 mil pessoas. Para ele, a manifestação em favor do Governo Dilma levou poucas pessoas para a rua.

Frota, que é um grande crítico do governo do PT e da presidente Dilma, citou várias frases e dizeres nos cartazes e faixas nos protestos.
Para o vereador Hiram Nicolau (PSD), o domingo foi o “dia do basta” e fez um questionamento: “Quando o MST (Movimento dos Sem Terra) vai para as ruas com suas foices, apoiando a presidente Dilma, o governo interpreta como ato democrático, e quando a população vai às ruas de forma organizada, pacífica e ordeira, é interpretada como tentativa de golpe”, afirmou.

De acordo com o vereador, a manifestação em Manaus foi gigantesca. “A oposição não é mais política, é civil, organizada e pacífica, que dá exemplo e recado. Quero ver o país andando para frente”, disse ele, parabenizando o cidadão por manifestar um gesto que é legítimo.
Segundo o vereador Luis Mitoso (PSD), as ruas falaram no domingo e os jornais retratam com fidelidade o “verde e amarelo” das ruas. “Diferente de sexta-feira (13), que foi uma manifestação partidária e paga. O Brasil estava de verde e amarelo, não de vermelho”, lembrou.

Álvaro Campelo (PP) disse que, na movimentação de domingo, ficou evidenciado que a tese de golpismo e ação de parte da mídia, como queriam passar os aliados da presidente Dilma, “caíram por terra”. “A manifestação veio da insatisfação do povo e independente de ter votado ou não na presidente”, disse ele, ao afirmar que, com a manifestação o Governo, está fragilizado, ao contrário do que quiseram passar os ministros da presidente. O vereador criticou ainda o fato da Petrobras, de acordo com as notícias, estar ajudando pela segunda vez o Paraguai, ao reduzir o preço do combustível no país vizinho. “Lá o preço do litro da gasolina caiu, enquanto aqui a gente paga um preço absurdo”, lembrou.

O vereador Sildomar Abtibol (PROS) manifestou preocupação quanto ao momento político. Para ele, os vereadores devem discutir o quanto antes a reforma política, uma das reivindicações dos movimentos sociais. “O Congresso discute o mandato tampão de dois anos para que as eleições sejam unificadas. Precisamos discutir, porque senão pode chegar uma reforma sem a participação dos vereadores”, advertiu. O vereador sugere um encontro com todos os vereadores e participação dos congressistas que estão à frente das discussões em Brasília (DF).

Joãozinho Miranda (PTN), por sua vez, afirmou que também está preocupado com a Reforma Política, mas destacou que a Associação Brasileira da Câmaras Municipais (Abracam) já tem mobilização em relação ao tema, tanto que recebeu convite para participar. “Passarei para o presidente da Casa e para os demais vereadores que tiverem interesse”, informou. Para o vereador, as manifestações tanto pró quanto contra são legítimas. “Sou contra a corrupção, que não tem freio, não tem punição. No Brasil, o crime compensa”, disse ele, que criticou a delação premiada, onde o individuo ganha os benefícios da lei, mas não devolve o que roubou. “A corrupção está impregnada em toda a sociedade, todo mundo dá o jeitinho, faz cópia de livro, tira xerox e quem  leva a culpa somos nós, os políticos. Em todo o Brasil existe político honesto”, defendeu.

Pela oposição, Professor Bibiano (PT), vê que fica difícil combater a corrupção sem Reforma Política. Para ele, a corrupção tem raízes, mas existem políticos de conduta ilibada. “Essa podridão pode mudar, mas não por leis, que muitas vezes não são cumpridas”, disse ele, que apresentou requerimento para a realização de audiências publicas, em parceria com a CNBB (Conferência Nacional de Bispos do Brasil), para tratar da reforma política e do fim do financiamento de campanha. Segundo ele, o financiamento de campanha por empresas é a raiz do mal, pois o político passa a defender o interesse dos empresários.

Na discussão, o vereador Waldemir José (PT) chegou a criticar os dados superestimados da manifestação publicados. Baseado em dados da Folha de São Paulo, de acordo com o vereador, o número de participantes chegou a 210 mil em São Paulo e não 1 milhão como o divulgado. De acordo com ele, a população de São Paulo mandou recado também para o PSDB. “Vamos abrir os olhos. A população pediu por liberdade e democracia, tinha até faixa de Fora Supremo”, disse ele.

O vereador disse que o Governo respondeu às manifestações com o lançamento do Pacote Anticorrupção com cinco medidas, entre elas, o fim do Caixa 2 de campanha, enriquecimento ilícito, confisco de bens, criação de Juizados Especiais para crime de improbidade e aproximação com os movimentos sociais.
O vereador disse que para somar o seu mandato às reivindicações do movimento, apresentou proposta de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escolas Municipais Rurais que estão abandonadas. “As manifestações das ruas, de combate a corrupção, tem que chegar a todas as esferas dos governos”, afirmou.
Arlindo Júnior (PROS) lembrou que outras manifestações de insatisfação contra o governo foram feitas lá atrás, antes das eleições. “Queria que fizessem na hora certa, na hora do voto”, disse.


Com Informação da Assesoria


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Em assembleia, professores da rede pública aceitam reajuste salarial de 10%

Contraproposta do Governo foi aprovada pelo Sinteam


Professores protestaram em frente à sede do Governo na última terça-feira (29)(Euzivaldo Queiroz)




A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores de Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) decidiu em assembleia, na tarde desta terça-feira (6), pela aprovação da contraproposta salarial de 10% apresentada pelo Governo. A reunião ocorreu no Sindicato dos Estivadores, Centro, e causou indignação em alguns grupos que cobravam aumento de 20%. Na local, professores relataram que foram impedidos de participar da reunião e a Polícia Militar foi acionada.

A assembleia começou por volta de 15h30 desta terça e durou cerca de uma hora. Além do percentual de reajuste, outras reivindicações inseridas na pauta e discutidas com o governador José Melo na última sexta-feira (2) também foram aprovadas pelo Sinteam, como o vale-alimentação, vale-transporte e plano de saúde. Na ocasião, a categoria exigiu do Governo o percentual de 15% e informou que caso não fosse aceito, uma paralisação não estaria descartada.
Durante a reunião, professores criticaram a postura do Sinteam em não permitir que um grupo composto por aproximadamente 30 professores participasse da discussão. “Sou uma das fundadoras do Sindicato e não me deixaram participar. É um absurdo não fazer parte de uma reunião onde vai se falar do próprio salário”, disse a professora Gleice Oliveira. Duas viaturas da PM foram deslocadas até o local para acompanhar a movimentação.
De acordo com Marcus Libório, presidente do Sinteam, a entrada do grupo não foi autorizada pelo fato dos mesmos não serem sindicalizados. “Estamos apenas respeitando o Estatuto, onde diz que somente as pessoas sindicalizadas podem participar de assembleias, o que não foi o caso desses trabalhadores. Apesar disso a reunião foi produtiva e o ganho será para todos”, completou o presidente.
Contrários à aprovação exigindo aumento de 20%, cerca de seis grupos componentes do coletivo ‘Educadores em Luta’ mostraram-se insatisfeitos com a atitude do Sindicato. “Não concordamos pelo fato do edital de convocação ter sido publicado somente hoje (terça-feira) e por isso iremos encaminhar um manifesto à Justiça”, disse Gleice. A categoria deve receber uma resposta do Governo até esta quinta-feira (8) sobre a pauta de reivindicações. 
 Manifestação
No dia 29 de abril (terça-feira), cerca de 250 professores realizaram uma manifestação em frente à sede do Governo, localizada na Zona Oeste de Manaus, cobrando melhores condições de trabalho, mudanças na data base e benefícios trabalhistas. A categoria foi recebida na última quinta-feira (3) pelo governador José Melo, onde foi apresentada a contraproposta de 10%. O reajuste da classe tinha vencimento no mês de março, segundo o Sinteam.


Fonte: A Crítica

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Movimento nacional mostra descontentamento do povo brasileiro


A gente vive esse novo momento e essa nova realidade no nosso país

Um movimento rico e oportuno e ninguém pode dizer que é uma manifestação ( Foto/Paulo André)


Em seu pronunciamento desta terça-feira (18), no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), o deputado estadual Sidney Leite (DEM) disse que o Brasil acaba de sair de um processo de letargia e passa a cobrar oportunidades e renda.

O parlamentar lembrou que a inflação está se assanhando, o Produto Interno Bruto (PIB) caindo, logo, essa demonstração “é uma característica do amadurecimento do processo democrático”, de que o povo brasileiro está descontente.

Na opinião de Sidney Leite é um movimento rico e oportuno e ninguém pode dizer que é uma manifestação coordenada por partido A ou B que foi às ruas protestar.

Paralelamente, o deputado disse que há também a mobilização pela via das mídias sociais.

“A gente vive esse novo momento e essa nova realidade no nosso país, cujo debate não pode simplesmente ser maquiado, porque é motivado por uma série de coisas como o combate a corrupção, a falta de investimentos em saúde e educação em detrimento a outras ações que não tem tanta importância”, assegurou.

O deputado disse que entrou para a vida pública, por meio dos movimentos estudantis, que foram às ruas por vários motivos: Defender o voto aos 16 anos, pela redemocratização do país, para garantir avanços na Constituição de 88 e outros assuntos.

“Nós nos mobilizamos em nível nacional por uma série de causas em defesa dos avanços democráticos”, disse Leite, ressaltando que sempre respeitou a instituições democráticas.

“Na época não tinha pretensão de ser político”, completou.

Repressão policial
Oriundo de Maués (a 276 km de Manaus), Sidney Leite disse que seu município tem uma tradição de luta muito forte, tanto é que teve dois senadores da República e numa única legislatura conseguiu eleger quatro deputados estaduais.

No entanto, o deputado lamenta que as autoridades do município estejam usando da repressão policial para conter as lutas dos trabalhadores.

Segundo o parlamentar, um vereador de Maúes foi preso no último fim de semana por estar apoiando uma manifestação dos professores e estudantes, por meio do facebook  “Foi acusado de formação de quadrilha e que estaria incitando a ordem”, mencionou, lamentavelmente que essa mancha fique na história política da sua terra.



Com Informação da Assessoria

domingo, 9 de setembro de 2012

'Grito dos Excluídos' vira ato de cobrança a governantes

Classe política foi o principal alvo dos gritos de ordem e faixas de protestos empunhadas pelos manifestantes, a maioria de jovens

Os participantes da 18ª edição do Grito dos Excluídos se reuniram no Parque dos Bilhares, no bairro Chapada, na Zona Centro-Sul, por volta das 16h de sexta-feira
Os participantes da 18ª edição do Grito dos Excluídos se reuniram no Parque dos Bilhares, no bairro Chapada, na Zona Centro-Sul, por volta das 16h de sexta-feira (Alexandre Fonseca)

Em sua 18ª edição, o movimento  Grito dos Excluídos, em Manaus, reuniu cerca de 5 mil pessoas, segundo os organizadores, para cobrar dos governantes eleitos e os que vão se eleger um basta para as mazelas sociais da cidade, como o deficiente fornecimento de água, o precário serviço de transporte público e a ausência de políticas públicas para a habitação.
(Alexandre Fonseca)


A classe política foi o principal alvo dos gritos de ordem e faixas de protestos empunhadas pelos manifestantes, a maioria de jovens. Até quem participava pela primeira vez do Grito dos Excluídos, e que ainda vai ter que esperar dois anos para votar pela primeira vez, se sentiu à vontade para expressar o descontentamento com os políticos.

(Alexandre Fonseca)

Os participantes da 18ª edição do Grito dos Excluídos se reuniram no Parque dos Bilhares, no bairro Chapada, na Zona Centro-Sul, por volta das 16h de sexta-feira (7). Animados por performances teatrais, alegorias, poesias e muita música de protesto, os manifestantes, sob a coordenação de lideranças da Igreja Católica, encerraram a caminhada as 18h30, na praça do Bariri, na avenida Kako Caminha, bairro Presidente Vargas, Zona Sul.

Grupos de idosos ligados à Igreja Católica usaram do humor para ilustrar a difícil vida de quem não tem água encanada em casa. Com baldes de água na cabeça, eles dançavam em meio aos participantes, e tiravam fotos com os políticos que passaram pelo local.


LÚCIO PINHEIRO

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Grevistas da Ufam farão panfletagem em pontos de ônibus de Manaus

A ação faz parte do calendário oficial da greve de 9 a 13 de julho, que foi definido em reunião do CLG da Ufam, realizada na manhã da última segunda-feira (9)

Munidos de faixas, cartazes e com discursos reivindicatórios, cerca de 500 servidores participam de um ato público unificado na manhã desta sexta-feira (6)
Na última sexta-feira (6), uma passeata dos servidores federais quem estão em greve no Amazonas reuniu 1,2 mil pessoas no Centro de Manaus (Antonio Lima)

Com o objetivo de informar e chamar a atenção da sociedade para as reivindicações dos docentes da Universidade Feferal do Amazonas (UFAM), que estão paralisados desde o dia 17 de maio por tempo indeterminado, professores, técnicos administrativos e estudantes da Ufam realizam nesta quinta-feira (12) uma panfletagem em terminais de ônibus de Manaus.

Os manifestantes se dividirão em dois grupos para atuar no Terminal de Integração 3 - T3 (no bairro Cidade Nova, na zona Norte) e no T5 (no bairro São José, na zona Leste).

Segundo o coordenador do Comando Local de Greve (CLG) e presidente da Associação dos Docentes da Ufam (Adua), Antônio Neto, a ação faz parte do calendário oficial da greve de 9 a 13 de julho, que foi definido em reunião do CLG da Ufam, realizada na manhã da última segunda-feira (9).

Incluso nesse cronograma, o Fórum das Entidades Federais realizado, na tarde desta terça-feira (10), na sede do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho do Amazonas (Sitra-AM/RR), definiu outro ato unificado dos servidores federais.
Depois da passeata que reuniu 1,2 mil pessoas no Centro de Manaus na sexta-feira (6), os trabalhadores realizarão na próxima quarta-feira (18), uma passeata com concentração na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

“A concentração será 8h, sairemos em passeata com uma parada no Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e depois seguiremos para a Ufam”, explicou Neto.
Além dessas entidades, está prevista a participação no ato unificado do Sitra-AM/RR, Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Amazonas (Sindsep/AM) Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica no Amazonas (Sinasefe-AM), dos Trabalhadores da Educação Superior do Estado do Amazonas (Sintesam), dos Servidores da Justiça Eleitoral do Amazonas (Sinjeam) e dos Trabalhadores na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no Amazonas (Sintect/AM). Também confirmaram presença representantes da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas/AM), da Associação dos Servidores da Justiça Federal do Amazonas (Assejuf/AM), do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), do Movimento Social de Luta por Moradia Digna (MSLMD), do Comando de Greve Estudantil da Ufam e da Assembleia Nacional dos Estudantes - Livre (Anel).

ACRITICA

domingo, 3 de junho de 2012

Protesto e erros marcam concurso da Semsa, em Manaus

Candidatos se mobilizam pelas redes sociais e fizeram as provas usando narizes de palhaço

As candidatas Juliana Afonso e Simone Russo fizeram protesto isolado denominado os "Palhaços da Semsa", na unidade onde fizeram as provas
As candidatas Juliana Afonso e Simone Russo fizeram protesto isolado denominado os "Palhaços da Semsa", na unidade onde fizeram as provas (Odair Leal)

Com o título de Palhaços da Semsa,  na rede social, Faceboook, as candidatas da Semsa  Juliana Afonso , Simone Russo ,  lideraram um protesto em  frente as unidades onde realizaram a prova da Semsa. “Queremos que esse concurso seja cancelado e que contratem outra empresa”, conta Juliana ao relatar que hoje alguns candidatos do ensino fundamental foram prejudicados pelo concurso da Ufam. “ Soubemos que no Martha Falcão alguns não fizeram a prova”, informou.
Juliana disse  que elas e outros colegas estão revoltados com o cancelamento do concurso , no dia 27. "Estamos chateados porque sabemos que há indicativos de fraudes e a Prefeitura impediu, com essa prova rápida, agora, que  fosse feita uma investigação por meio de ação do Ministério Público".  

Novos erros

Alguns candidatos relataram que houve erro na impressão do endereço indicado no documento de confirmação das provas.
O candidato, Antonio Carlos relatou, por meio de postagem nas redes sociais, que na Escola Estadual Juracy Batista Gomes (para Farmacêutico)  “a empresa ( Cetro, responsável pela execução das provas ) colocou no endereço como se fosse Bairro Novo Aleixo e não é, fica no Mutirão”.



ACRITICA

Concurso da Semsa continua em clima tenso

As candidatas Juliana Afonso e Simone Russo  se mobilizam, hoje, 1h,  para fazer protesto contra  o concurso da Semsa. Convocam todos em rede social para pedir o cancelamento do concurso.


Com o título de Palhaços da Semsa,  na rede social, Faceboook, as candidatas da Semsa  Juliana Afonso , Simone Russo ,  vão liderar um protesto em  frente as unidades onde farão a prova da Semsa, logo mais, 1h da tarde.
Juliana mobilizará os estudantes na Escola Samuel Benchimol e  Simone Russo na Unidade Sebastião Norões. Elas fazem as provas para a área de psicologia e se dizem revoltadas  com a atual situação do concurso . “Queremos que esse concurso seja cancelado e que contratem outra empresa” , conta, ao relatar que hoje alguns candidatos do ensino fundamental foram prejudicados pelo concurso da Ufam. “ Soubemos que no Martha Falcão alguns não fizeram a prova”, informou.  

Juliana disse  que elas e outros colegas estão revoltados com o cancelamento do concurso , no dia 27. "Estamos chateados porque sabemos que há indicativos de fraudes e a Prefeitura impediu, com essa prova rápida, agora, que  fosse feita uma investigação por meio de ação do Ministério Público".   

O  protesto os candidatos prometem  levar  narizes de palhaço para as escolas em que farão  prova, a fim de distribuir para os demais candidatos. Além de batons batons vermelho para pintar narizes de palhaço nas caras uns dos outros, uma vez que não haverão narizinhos de plástico para todos.

 Estão confirmadas manifestações nas unidades Samuel Benchimol, Nova Cidade (Psicólogos), João Braga, Nova Cidade (Odontólogos),  Sebastião Norões, Cidade Nova (Psicólogos).

Adesão

Entre os desabafos, no Facebook, o candidato, Antonio Carlos diz que na Escola Estadual Juracy Batista Gomes ( para Farmacêutico)  “a empresa ( Cetro, responsavel pela execução das provas ) colocou no endereço como se fosse Bairro Novo Aleixo e não é, fica no Mutirão”
Catarina Cruz Buttel  dia que a  prova da manhã “ não “aconteceu corretamente porque  estavam ocorrendo também a prova da Ufam”  e que teria atrapalhado os candidatos da Semsa , do ensino fundamental que fazem os testes pela manhã.

ACRITICA