Segundo Sinésio, a implantação desse polo, avança
agora para a fase de regularização fundiária e licenciamento ambiental.
Ele começou a ser discutido em 2006 e, que em sete anos, aconteceram
avanços considerados.
“Não devemos apenas nos limitarmos ao projeto
Zona Franca de Manaus (ZFM) como fator de desenvolvimento para nossa
região”, assinalou Sinésio.De acordo com Sinésio
Campos, a implantação do Polo Naval demandou intervenções em diversas
frentes de trabalho, com a Secretaria de Planejamento (Seplan) e o Serviço de Apoio às Micro
e Pequenas Empresas (Sebrae), lançando uma campanha voltada para a formalização dos
pequenos empresários do setor naval.
Segundo o deputado,
o programa de regularização visa capacitar as empresas do setor para
atender as demandas com a criação desse polo.
Sinésio destacou ainda,
que para atender a demanda de qualificação do novo mercado, foi projetada
uma mão-de-obra estimada em torno de 50 mil trabalhadores, nos próximos
5 anos na indústria naval local.
Para isso, o governo
está abrindo vestibular para o curso de Engenharia Naval, que será
feito pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), voltado para a
qualificação de pessoal para atuar nos setor náutico, com início
ainda para este ano.
Agora, disse o líder
do Governo, se existem pessoas contra a criação do Polo Naval é só
dizer para o governo não abrir curso de engenharia Naval porque essa
proposta não é bem vinda.
“Uma questão que merece discussão apurada,
diz respeito às comunidades lá existentes, cujos moradores merecem
respeito e tratamento com consideração.
Nesse sentido podemos trabalhar
juntos e alcançarmos os resultados positivos”, observou Sinésio.
Sinésio afirmou que
o Polo Naval é uma realidade, assim como a Cidade Universitária e,
como presidente da Comissão de Geodiversidade, Recursos Hídricos,
Minas, Gás e Energia, está aberto a prestar todas as informações
sobre o assunto, principalmente em relação a discursos e encaminhamentos,
pois o governo tem que mostrar como vai tratar aquelas comunidades ribeirinhas
lá existentes.
Com informação da Assessoria

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