sexta-feira, 1 de março de 2013

Implantação do Polo Naval deve gerar 30 mil empregos

Segundo o deputado, o programa de regularização visa capacitar as empresas do setor para atender as demandas com a criação desse polo

Nesse sentido podemos trabalhar juntos e alcançarmos os resultados positivos(Aleam)

 



O deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), Sinésio Campos (PT), disse nesta quarta-feira (27), que a implantação do Polo Industrial Naval (PIN), na cidade Manaus, vai gerar mais de trinta mil empregos.

Segundo Sinésio, a implantação desse polo, avança agora para a fase de regularização fundiária e licenciamento ambiental. Ele começou a ser discutido em 2006 e, que em sete anos, aconteceram avanços considerados.

“Não devemos apenas nos limitarmos ao projeto Zona Franca de Manaus (ZFM) como fator de desenvolvimento para nossa região”, assinalou Sinésio.De acordo com Sinésio Campos, a implantação do Polo Naval demandou intervenções em diversas frentes de trabalho, com a Secretaria de Planejamento (Seplan) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), lançando uma campanha voltada para a formalização dos pequenos empresários do setor naval. 

Segundo o deputado, o programa de regularização visa capacitar as empresas do setor para atender as demandas com a criação desse polo.

Sinésio destacou ainda, que para atender a demanda de qualificação do novo mercado, foi projetada uma mão-de-obra estimada em torno de 50 mil trabalhadores, nos próximos 5 anos na indústria naval local.

 Para isso, o governo está abrindo vestibular para o curso de Engenharia Naval, que será feito pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), voltado para a qualificação de pessoal para atuar nos setor náutico, com início ainda para este ano. 

Agora, disse o líder do Governo, se existem pessoas contra a criação do Polo Naval é só dizer para o governo não abrir curso de engenharia Naval porque essa proposta não é bem vinda.

“Uma questão que merece discussão apurada, diz respeito às comunidades lá existentes, cujos moradores merecem respeito e tratamento com consideração.

Nesse sentido podemos trabalhar juntos e alcançarmos os resultados positivos”, observou Sinésio.

Sinésio afirmou que o Polo Naval é uma realidade, assim como a Cidade Universitária e, como presidente da Comissão de Geodiversidade, Recursos Hídricos, Minas, Gás e Energia, está aberto a prestar todas as informações sobre o assunto, principalmente em relação a discursos e encaminhamentos, pois o governo tem que mostrar como vai tratar aquelas comunidades ribeirinhas lá existentes.

Com informação da Assessoria

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