Essa é o segundo encontro promovido este ano e a terceiro em Borba, que faz parte do Fórum dos Municípios Mineradores
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Brasil produz apenas 8% do Nitrogênio (NPK) para atender produtores brasileiros.(Pedro da Veiga) |
A Comissão de Geodiversidade, Recursos
Hídricos, Minas, Gás e Energia da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM),
presidida pelo líder do governo, deputado Sinésio Campos (PT), promove nesta
sexta-feira (12), a partir das 17h, na Escola Estadual Balbina Mestrinho, no
município de Borba (a 151 quilômetros), a Audiência Publica com o tema
Potássio: “Uma realidade do Amazonas para o Brasil”.
Essa é o segundo encontro promovido este ano
e a terceiro em Borba, que faz parte do Fórum dos Municípios Mineradores e,
também, inclui Nova Olinda do Norte (a 135 quilômetros), Autazes (a 113
quilômetros), Itacoatiara (a 176 quilômetros) e Urucurituba (a 208
quilômetros).
O deputado Sinésio Campos disse que o projeto
Potássio Amazonas está na pauta de discussão dos governos federal e do Amazonas
e será realidade a partir de 2018.
Ele lembrou que o Brasil produz apenas 8% do
Nitrogênio (NPK) para atender produtores brasileiros.
De acordo com o parlamentar, o encontro
servirá como fórum de discussão da viabilidade social, econômica e o impacto
florestal do processo de exploração da Silvinita nos municípios da região do
rio Madeira.
A região concentram uma jazida de mais de 400
milhões de toneladas do minério, um dos componentes para a produção do NPK,
fertilizante utilizado na correção do pH do solo na agricultura e pecuária, o
qual o Brasil importa 92% do Canadá, Rússia e Bielorrússia
O governista lembrou que, semana passada, o
jornal “Valor Econômico” publicou reportagem do anúncio da empresa Potássio do
Brasil, que pretende investir 2 bilhões de dólares em quatro anos na exploração
da Silvinita na região de Autazes.
“Essa é uma conquista de todos nós que sempre
acreditamos que o potássio é uma das soluções para geração de oportunidades
para o interior”, comemorou Sinésio Campos, que desde 2002 encampou a luta da
exploração mineral.
Ele lembrou que, em Autazes, a empresa
Potássio do Brasil realiza trabalho de pesquisa em oito pontos do município e
encontrou jazida de Silvina a uma profundidade de 650 metros, na estrada do
Rosarinho.
Com Informação da Assessoria
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