Visando encontrar saída para a questão fundiária, o deputado informou que no próximo dia 30 estará sendo constituído um grupo de trabalho para dar celeridade nessa situação
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O grupo será encabeçado pela Defensoria Pública do Estado (DPE), com a(A Critica) |
Em
seu pronunciamento da última terça-feira (23), no plenário da Assembleia
Legislativa do Amazonas (ALEAM), o deputado estadual Sidney Leite (DEM) tratou
sobre o problema da regularização fundiária na capital e no interior do Estado.
O
parlamentar disse que o título de propriedade da terra permite o acesso a financiamento
visando, inclusive, a melhoria das próprias habitações.
Sidney
Leite citou o bairro Santa Etelvina, como um dos locais onde tem pessoas
morando há mais de 30 anos e não conseguem obter o título definitivo de sua
terra.
“Essas
pessoas tem direito a se regularizar porque residem há muito tempo no local,
inclusive estão sendo prejudicadas porque não conseguem obter um empréstimo
para melhoria de suas habitações”, afirmou.
Grupo
de trabalho
Visando
encontrar saída para a questão fundiária, o deputado informou que no próximo
dia 30 estará sendo constituído um grupo de trabalho para dar celeridade nessa
situação.
O
grupo será encabeçado pela Defensoria Pública do Estado (DPE), com a
participação do governo do Estado, por meio da Secretaria de Política
Fundiária.
Também
conta com a participação do Ministério Público do Estado (MPE) e o Tribunal de
Justiça do Amazonas (TJ-AM), além da Assembleia Legislativa.
“Onde
for possível serão solicitados os títulos definitivos, bem como poderão entrar
com pedido de usucapião e com isso garantir o direito de propriedade da terra”,
disse o parlamentar, ressaltando que para a grande maioria de homens e mulheres
que moram em Manaus será a chance de pegar financiamento em bancos para
construir suas casas, bem como fazer ampliação.
Sidney
Leite parabenizou a ação da Secretaria de Política Fundiária que deu entrada em
pedido de matriculas para beneficiar cinco bairros – Cidade de Deus, Nossa
Senhora de Fátima I e II, Fazendinha, Alfredo Nascimento e uma pequena parte do
Santa Etelvina.
“Vai
alcançar em torno de 30 mil títulos que serão garantidos a partir dessas
matriculas”, disse, ressaltando que serão beneficiados 150 mil pessoas.
Com Informação da Assessoria

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