Barreto explicou que vai oficializar o documento
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Em dez anos, no período de 2003 a 2013, a Agência Reguladora (Foto: Arsam) |
A Comissão Mista Especial da Água, da Câmara Municipal de Manaus
(CESAGUA/CMM), deve discutir, nesta quarta-feira (30), os relatórios com as
respostas aos questionamentos dos problemas relacionados à água, que foram
encaminhados tanto à Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos do
Estado do Amazonas (Arsam) quanto à Manaus Ambiental.
O relatório com as respostas da Arsam aos questionamentos feitos
pelos vereadores da Comissão — que tem como presidente o vereador Wilker
Barreto (PHS) e relator Luís Mitoso —, já estão em poder da Comissão, segundo
revelou nesta segunda (28), o vereador Wilker Barreto.
A Manaus Ambiental, de acordo com o vereador, ainda não se
manifestou quanto à resposta dos questionamentos dos vereadores. Wilker Barreto
fez um apelo à Mesa Diretora no sentido de reiterar apelo à direção da
concessionária para o cumprimento das informações feitas pela Casa Legislativa
para que sejam confrontadas pela Comissão. O vereador informou que quer
encerrar os trabalhos da Comissão antes do início da Copa do Mundo.
Barreto explicou que vai oficializar o documento aos vereadores
integrantes da Comissão, também integrada pelos vereadores Waldemir José (PT),
Marcel Alexandre (PMDB) e Dr. Alonso (PTC) e disponibilizar para os demais
vereadores que estiverem interessados no assunto.
Recomendação
de multa de R$ 15 milhões
Em dez anos, no período de 2003 a 2013, a Agência Reguladora dos
Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam) recomendou a
aplicação de 102 penalidades de multa à Manaus Ambiental S/A, no valor
acumulado superior a R$ 15 milhões. Os dados constam no relatório técnico
entregue à Comissão Especial da Água da Câmara Municipal de Manaus
(CESAGUA/CMM).
No ano passado, foi contabilizado um quantitativo de 11 multas,
avaliado em R$ 263,7 mil. Entretanto, nesses dez anos, a recomendação mais
representativa foi em 2012, sendo 30 penalidades em uma quantia estimada de R$
4,2 milhões, após constatação de não conformidades na prestação dos serviços
e/ou a observância do não cumprimento pela Manaus Ambiental de obrigações
legais e contratuais. Vale destacar que a competência da aplicação das
penalidades é do chefe do Executivo Municipal, em respeito à Lei Orgânica do
Município de Manaus.
O documento traz também o balanço de reclamações e/ou denúncias
dos clientes, recepcionadas pela Arsam nos últimos quatro anos (2010-2013).
Foram 7.348 queixas, motivadas por ‘alto consumo’, ‘taxa de esgoto’, ‘falta
d’água’, ‘baixa pressão’. Do total, o motivo campeão foi a conta de consumo
elevada, com 4.240 reclamações no período. Na sequência, aparecem 2.002 queixas
de consumidores, que sofreram com a falta d’água.
Em resposta aos questionamentos da CESAGUA/CMM, a Arsam forneceu
ainda informações sobre área de cobertura e cobrança pelo sistema de esgotamento
sanitário, em um total de 49 áreas na capital amazonense, incluindo bairros,
partes dos mesmos, conjuntos e residenciais. No relatório também, a agência
reguladora detalhou sobre a instituição da tarifa social de água e de esgoto,
conforme estabelecido na Cláusula Quinta do 5º Termo Aditivo ao Contrato de
Concessão da Prestação dos Serviços Públicos de Abastecimento de Água e de
Esgotamento Sanitário da Cidade de Manaus.
A partir do 5º Termo Aditivo ao Contrato, a Arsam esclareceu, no
relatório técnico ainda, que a avaliação de metas contratuais da Manaus
Ambiental, no período 2013/2014, se dará ao final deste ano, diante do novo
plano de metas realizado em substituição ao anterior.
Texto: Nely Pedroso – DIRCOM/CMM
Localidades
em que há disponibilidade do serviço de esgotamento sanitário e onde é feita a
cobrança do mesmo, segundo informações da Arsam:
Betânia;
Parte
do Centro;
Colônia
Oliveira Machado;
Crespo;
Distrito
Industrial;
Conjunto
Atilio Andreazza;
Educandos;
Morro
da Liberdade;
Santa
Luzia;
São
Lázaro;
Residencial
Eliza Miranda, no Distrito Industrial;
Residencial
Petrópolis;
Condomínio
Ayapuá;
Conjunto
Barra Bela, no Parque 10;
Igarapé
do Bombeamento, na Compensa (disponível, mas não é cobrado)
Cidade
Nova 1 e 2;
Conjunto
Déborah;
Dom
Pedro;
Conjunto
Kyssia;
Conjunto
Tocantins;
Conjunto
Eldorado;
Conjunto
João Bosco 2, no Coroado;
Condomínio
Senador João Bosco, na Torquato Tapajós;
Conjunto
Jornalistas;
Condomínio
Vila do Sol Maior;
Nascente
do Mindu, cobrindo algumas ruas do bairro Cidade de Deus (disponível, mas não é
cobrado)
Condomínio
Ouro Verde;
Conjunto
Canaã;
Residencial
Ozias Monteiro, Cidade Nova
Condomínio
Parque dos Rios 2
Condomínio
Samambaias
Condomínio
São Judas Tadeu
Igarapé
da Sapolândia, próximo à Vila Olímpica (disponível, mas não é cobrado)
Conjunto
Villa Rica;
Conjunto
Villa Nova;
Viver
Melhor 2, Cidadão 11;
Viver
Melhor 3, Cidadão 13;
Conjunto
Augusto Montenegro;
Conjunto
Jardim de Versalles;
Conjunto
Vista Bela;
Conjunto
Cidadão 12;
Conjunto
Nova Cidade;
Conjunto
Galiléia;
Conjunto
Renato Souza Pinto 2;
Conjunto
Ribeiro Júnior;
Conjunto
Villa Real;
Conjunto
Villa da Barra;
Conjunto
Viver Melhor 1;
Conjunto
Cidadão 9
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