Medida válida por 180 dias tem por objetivo a adoção de ações de combate contra o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya
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Decreto de situação de emergência foi publicado no Diário Oficial do Município |
O prefeito de Manaus,
Arthur Virgílio Neto, decretou situação de emergência nas áreas do município de
Manaus, em ato publicado no Diário Oficial do Município da última sexta-feira
(4) em razão da Epidemia por Doenças Infecciosas Virais, em especial às de transmissão
pelo mosquito Aedes aegypti. A situação de emergência terá vigência pelo
período de 180 dias.
A declaração de emergência já havia sido anunciada durante a
semana, quando o prefeito se reuniu com o governador do Amazonas, José Melo, e
representantes de órgãos públicos e Forças Armadas, para discutir estratégias
para combater a epidemia com a atuação integradas das instituições.
O decreto autoriza a adoção de medidas administrativas
necessárias à imediata resposta por parte do Poder Público à situação e
autoriza, também, que a Secretaria Municipal de Saúde adote as medidas
administrativas necessárias à prevenção da iminente epidemia, assim como
planejar, organizar, coordenar e controlar as medidas a serem empregadas
durante a situação de anormalidade, nos termos e diretrizes fixadas pelo
Ministério da Saúde.
Autoriza também a Secretaria articular-se com esferas
federal e estadual com o fim de combater a situação de emergência; encaminhar
ao Chefe do Poder Executivo relatórios técnicos sobre a situação da emergência;
divulgar para a população as informações necessárias sobre o resultado das
ações de combate à epidemia; propor, de forma motivada, a contratação
temporária de profissionais, a aquisição de bens e contratação de serviços
necessários à atuação na situação de anormalidade; e adotar os meios
necessários para a implantação do Plano Emergencial de Resposta a Epidemia por
Doenças Infecciosas Virais.
Ao tomar a medida, a Prefeitura observou a portaria do
Ministério da Saúde de declaração Emergência em Saúde Pública de Importância
Nacional (ESPIN), que confirmou a relação entre o Zika Vírus e a microcefalia,
por meio de exames realizados pelo Instituto Evandro Chagas; além de considerar
o aviso da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana de
Saúde (OPAS) de alerta global sobre a epidemia de Zika Vírus, confirmando
também a sua correlação com a microcefalia.
*Com
informações da assessoria de imprensa

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