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domingo, 8 de novembro de 2015

Justiça Federal ouvirá Eletrobrás para decidir sobre suspensão do reajuste

O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Amazonas 


(Imagem: Eletrobras) Abdala também informou está preocupado com um possível aumento do valor 


O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Abdala Fraxe (PTN) informou que a Justiça Federal ouvirá a Eletrobrás antes de se manifestar sobre a Medida Cautelar que pede a suspensão do aumento de 38,8% e 42% da tarifa de energia elétrica, em vigor desde o último dia 1º de novembro.

O pedido foi feito através de uma ação conjunta ingressada na última quarta-feira pela Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Aleam em mais seis órgãos de defesa do consumidor do Amazonas, entre eles os Procons estadual e municipal.

“Estamos aguardando, agora, sua tramitação e decisão junto à Justiça Federal após ela ouvir a justificativa da Eletrobras/Amazonas Energia explicando a metodologia que foi aplicada para formalizar o reajuste na tarifa de consumo das famílias amazonenses. Nossa ação está bastante embasada e consubstanciada do ponto de vista jurídico, por isso, esperamos ter o mesmo sucesso de nossa ação anterior quando da mesma forma conseguimos barrar a cobrança da bandeira tarifária que o governo federal tentava impor para nossa região”, disse Abdala.

Segundo ele, a população não tem condições de pagar o reajuste que foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que agora será aplicado pela Eletrobrás, que é de 38,8% para usuários de baixa tensão (residências), e 42% para os de alta tensão (fábricas e empresas). Para  ele o reajuste não tem justificativa. 

Combustíveis

Abdala também informou está preocupado com um possível aumento do valor do combustível que tem previsão para vigorar a partir desse final de semana. “Existe a possibilidade de um novo aumento antes do final do ano. Isto é certo.

Contudo, se isso vier a acontecer, acredito que todas as entidades que tomaram a decisão de entrar com uma ação para barrar o aumento na tarifa de energia elétrica, devam também, formalizar uma ação com o objetivo de evitar mais esse reajuste em cima dos combustíveis que vai impactar diretamente no bolso do consumidor”, afirmou o deputado.


Com Informação da Assesoria

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Castro acionará Justiça e Ministério Público contra vereador de Coari

A maior dor que essa turma está sentido é a distância dos cofres


Denúncias sobre os esquemas de pedofilia e corrupção da prefeitura de Coari (Foto: Plantaobrasil)


O deputado Luiz Castro (PPS) disse, no seu discurso desta terça-feira (5) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que vai acionar a Justiça e o Ministério Público do Amazonas contra o presidente da Câmara Municipal de Coari, vereador Iran Medeiros (DEM), por conta das ameaças feitas a ele. Na sessão do último dia 29 de abril na Câmara do Município, o vereador ameaçou “dar um murro na cara” de Luiz Castro, caso o encontre.

“Não vou responder com ódio, com raiva, difamação com difamação, vou responder com perdão, com amor, com a compreensão de que a insanidade desse vereador não deve ser respondida no mesmo nível. Vou pedir a apuração do crime, mas não vou descer ao mesmo nível baixo e despropositado. Meu perdão é espiritual, mas estou acionando a Justiça, o Ministério Público e quero dizer que não vou ficar inerte, mas não vou responder ódio com ódio” afirmou Luiz Castro que recebeu o apoio dos deputados Adjuto Afonso (PP), e Abdala Fraxe (PTN) durante o seu pronunciamento.

A ameaça, segundo Castro, é por conta das denúncias sobre os esquemas de pedofilia e corrupção da prefeitura de Coari. Ele disse que em toda a sua vida pública, desde que ingressou na política em 1982 “nunca tinha assistido a um ato tão insano, desequilibrado e despropositado quanto o que eu assisti em Coari”.

Ao comentar o discurso de Luiz Castro, o deputado Abdala Fraxe, sugeriu que se sofrer qualquer ameaça ou agressão também vai buscar meios judiciais para saber se essa atitude vai ser tomada mesmo ou não. “Isso é a reação daquela turma que gostava da boquinha dos cofres públicos. A maior dor que essa turma está sentido é a distância dos cofres da prefeitura de Coari”, afirmou Fraxe.

Com Informação da Assessoria