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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

No Brasil, 45% dos consumidores já fazem pagamentos pelo celular

Roupas, celulares e eletrônicos são as compras mais frequentes de quem usa smartphones para consumo, diz estudo do Mercado Pago


 

Pagamentos mais realizados pelos brasileiros que usam o celular são de roupas e acessórios, celulares, eletrônicos em geral e pagamentos de contas de casa, como luz e água (VEJA.com/Thinkstock)



O número de consumidores que fazem pagamentos online dobrou entre 2014 e 2015, segundo estudo do MercadoPago, sistema de pagamento do MercadoLivre, em parceria com o Instituto IPSOS. De acordo com o levantamento, 45% dos entrevistados já realizam algum tipo de operação de pagamentos via smartphones, mais do que o dobro (21%) do registrado no ano passado pela mesma pesquisa. Foram entrevistados 450 internautas do país.

Entre os pagamentos mais realizados pelos brasileiros que usam o celular estão roupas e acessórios (59%), celulares (56%), eletrônicos em geral (49%) e pagamentos de contas de casa, como luz e água (45%).

Segundo Celina Ma, que comanda o marketing do MercadoPago, os resultados mostram que o consumidor se sente cada vez mais seguro para fazer pagamentos. "O uso do celular para operações de pagamento avança rapidamente. Varejistas, grandes ou pequenos, têm que estar preparados para o avanço dos pagamentos feitos por celular", diz.

Veja.com


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Prévia da inflação acumula alta de 10,71% em 2015

Taxa é maior desde 2002, de acordo com o IBGE. Em dezembro, o IPCA-15 subiu 1,18%, também o maior número para o mês em treze anos


Em dezembro, a inflação foi pressionada, sobretudo, pelos grupos alimentação e bebidas e transportes(Ricardo Moraes/Reuters)


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 1,18% em dezembro, sobre alta de 0,85% no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira. Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 1,11% para o período.

Com o resultado de dezembro, o IPCA-15 acumulou uma alta de 10,71% este ano, o maior número desde 2002, quando a inflação medida pelo indicador atingiu 11,99%. A taxa de 1,18% registrada pelo IPCA-15 em dezembro também foi a maior para o mês desde 2002, quando ficou em 3,05%.
O resultado mostra que a inflação ultrapassou o teto da meta estabelecida pelo Banco Central (BC), de 6,5%. Além disso, também superou a previsão de economistas do mercado financeiro, que estimavam que o IPCA chegaria ao final de 2015 em alta de 10,61%, segundo o último boletim Focus, divulgado no começo da semana.

Em dezembro, a inflação foi pressionada, sobretudo, pelos grupos alimentação e bebidas (2,02%) e transportes (1,76%). No primeiro grupo, ficaram mais caros produtos como cebola (26,28%), batata-inglesa (18,13%), tomate (17,60%), açúcar refinado (13,74%) e cristal (13,64%), feijão-carioca (5,60%), hortaliças (5,05%), frutas (4,90%) e óleo de soja (4,78%).

Já em transportes, destacaram-se os preços dos combustíveis. O litro da gasolina ficou 2,69% mais caro e o etanol, 7,14%. Também subiram os preços das passagens aéreas (36,54%).
Quanto aos índices regionais, o maior foi o do Rio de Janeiro (1,67%), por influência das contas de energia elétrica, que subiram 8,34%. O menor índice foi o da região metropolitana de Belo Horizonte (0,79%).


Veja.com


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Relator do orçamento propõe cortar R$ 10 bi do Bolsa Família

Ao todo, deputado Ricardo Barros (PP-PR) sugere enxugamento de 12,2 bilhões de reais e a manutenção da meta de superávit primário de 0,7% do PIB


Corte no Bolsa Família é o maior entre os propostos pelo relator do orçamento(CLEMILSON CAMPOS/JC IMAGEM/Estadão Conteúdo)



O relator do Orçamento de 2016, deputado Ricardo Barros (PP-PR), apresentou nesta sexta-feira seu relatório final sobre o tema com cortes de 12,2 bilhões de reais, sendo 10 bilhões de reais do Bolsa Família. Assim, o deputado não acatou os pedidos do governo de preservar o programa social.

O relatório será votado na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional na próxima semana e também mantém a meta de superávit primário do setor público consolidado equivalente a 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para o próximo ano. A meta é defendida pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

"Entregarei o relatório do orçamento com a meta de superávit estabelecida. Esses cortes, por mais duros que sejam, são necessários", afirmou o relator a jornalistas.
A meta de economia para o pagamento de juros da dívida do setor público consolidado - governo central, Estados, municípios e estatais - é de 43,8 bilhões de reais para 2016, ou 0,7% do PIB. Só para o governo central (governo federal, Banco Central e Previdência), o objetivo é de 34,4 bilhões de reais. Nesta sexta-feira circulou o rumor de que Levy teria dito que deixará o governo caso a meta de superávit primário para o próximo ano fosse zerada pelo Congresso.

CPMF - Segundo o relator, caso o governo e o PT queiram manter o orçamento do Bolsa Família sem cortes, terão de apresentar destaque na reunião da comissão com outra opção de corte. Barros também incluiu em seu relatório receitas de 10,3 bilhões de reais relacionadas à CPMF, imposto proposto pela equipe econômica que enfrenta resistência de parlamentares, e mais 21 bilhões de reais com a regularização dos ativos no exterior, cujo projeto ainda tramita no Congresso. "Haverá certamente contingenciamento para aguardar a confirmação da receita no ano que vem", disse.

O deputado afirmou ainda esperar a conclusão da votação geral do Orçamento de 2016 até a próxima quinta-feira, dia 17, em meio às intensas discussões no Congresso sobre o processo de abertura de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Veja.com


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Justiça quebra sigilo de empresa de filho de Lula e de Gilberto Carvalho

Uma perícia da PF concluiu que a consultoria prestada pela LFT


O empresário Luís Cláudio Lula da Silva(Reginaldo Castro/Lancepress/VEJA)


A Justiça Federal autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal da LFT Marketing Esportivo, empresa de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e do ex-ministro e ex-chefe de gabinete de Lula Gilberto Carvalho. Os pedidos foram feitos pela Receita Federal e pelo Ministério Público Federal, que investigam o suposto envolvimento dos dois em esquema de compra de medidas provisórias editadas nos governo Lula e Dilma Rousseff no âmbito da Operação Zelotes.

A empresa de Luís Claudio recebeu 2,5 milhões de reais do escritório de consultoria Marcondes & Mautoni, o mesmo contratado por montadoras de veículos para fazer lobby pela edição das normas que estenderam benefícios fiscais que as beneficiaram.

Uma perícia da PF concluiu que a consultoria prestada pela LFT à Mautoni se limitou a copiar informações da internet, em especial do site de pesquisa Wikipedia. Por essa razão, foi aberto um inquérito específico para investigar esse contrato, além das relações próximas de Gilberto Carvalho com o lobista Mautoni, que está preso acusado de atuar para comprar as MPs.

Em nota, o escritório que defende Luís Claudio disse que "os dados bancários e fiscais de Luís Cláudio Lula da Silva já foram analisados pelas autoridades no âmbito do Inquérito nº 1.424/15, que já se encontra encerrado e que não atribuiu a ele a prática de ato ilícito".

E prosseguiu: "Não há qualquer elemento a justificar nova medida invasiva. É importante registrar que a busca e apreensão nas empresas de Luís Cláudio, autorizada pela 10ª. Vara Criminal de Brasília, foi considerada ilegal pela Desembargadora Neusa Alves, do TRF1, por estar alicerçada apenas em "ilações" de dois membros do Ministério Público Federal."

A defesa informou, ainda, que "assim que tiverem acesso à íntegra da decisão, os advogados de Luís Cláudio tomarão as medidas cabíveis para impugnar a quebra de sigilo, para que ela também seja reconhecida ilegal pela instância superior."

(Com Estadão Conteúdo)


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Dados ruins da economia chinesa fazem dólar subir 1,36%

Movimento refletiu o ambiente de aversão a risco diante de dados fracos sobre o gigante asiático e da queda dos preços do petróleo


Na mínima do dia, no entanto, a moeda americana chegou a recuar a R$ 3,74 (iStock/Getty Images)



Após uma sessão de muitos altos e baixos, o dólar fechou em alta 1,36%, a 3,81 reais, refletindo o ambiente de aversão ao risco alimentado pelos dados fracos sobre a economia da China e pela queda dos preços do petróleo. Na mínima do dia, a moeda americana chegou a 3,74 reais, com investidores entendendo que as tensões entre o vice-presidente Michel Temer e a presidente Dilma Rousseff poderiam dar força à campanha pelo impeachment.

Dados fracos sobre o desempenho comercial da China em novembro reiteraram preocupações com a desaceleração da segunda maior economia do mundo, levando investidores a evitar ativos de maior risco. As preocupações ganharam mais força no fim da manhã após os preços do petróleo passarem a cair, com o contrato americano chegando a recuar abaixo de 37 dólares o barril pela primeira vez desde 2009. "Temos toda a indefinição política local e lá fora também não é um dia bom para países relacionados a commodities", disse o economista da Tendências Consultoria Silvio Campos Neto.

No âmbito local, embora Temer não tenha proposto explicitamente o rompimento com Dilma, operadores entenderam que não há outra alternativa. Eles acreditam que a notícia dá força ao lado que defende o impeachment contra a presidente, perspectiva que tem sido, de maneira geral, bem recebida pelo mercado. "Conforme vai se distanciando o PMDB do governo, vai ficando mais forte a hipótese do impeachment", disse o operador de câmbio da corretora B&T Marcos Trabbold.

A notícia vem no momento em que tramita no Congresso Nacional o processo de abertura de impeachent contra Dilma. Foi adiada para esta terça-feira a eleição da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisará o tema, contrariando o governo, que quer que a matéria seja votada o mais rápido possível.

Muitos operadores acreditam que eventual mudança no governo poderia facilitar a recuperação da economia brasileira. Alguns ressaltam, porém, que o processo pode paralisar o ajuste fiscal e provocar rebaixamentos da nota soberana do país.


Bolsa - O Ibovespa terminou o dia com desvalorização de 1,72%, aos 44.443 pontos, também em reação à baixa dos preços de commodities no exterior e a preocupações com o agravamento da crise política no Brasil. O giro financeiro foi de 5,81 bilhões de reais.


Fonte: Veja.com

domingo, 6 de dezembro de 2015

Atitude empreendedora: desafio da Global Shapers de Manaus leva workshops a alunos de escola

A comunidade mundial foi criada no Fórum Econômico Mundial e liga grupos com intuito de fazer contribuições sociais por meio de atitudes e projetos empreendedores


(Foto: Divulgação)Marina Souza, Daniela Arbex, Renata Frota e Glauco Aguiar foram os shapers desafiados

Plantar as sementes da sustentabilidade e do empreendedorismo. Este foi o desafio proposto aos mais novos empreendedores do Global Shapers Manaus – grupo de jovens empresários que realizam ações para impactar positivamente a cidade e contribuir para a disseminação do empreendedorismo.
Com o projeto ‘Agentes Verdes’, quatro jovens ‘shapers’ estão levando workshops variados para crianças em escolas públicas de Manaus. A iniciativa pretende melhorar a rotina de alunos e professores e, no longo prazo, auxiliar na formação profissional e empreendedora de cada um.
As primeiras contempladas foram  crianças da Escola Municipal Carlos Gomes, localizada no bairro Compensa, zona Norte de Manaus. Em torno de 40 alunos de 9 a 11 anos (da 4ª a 9ª série) participaram no final de novembro, de cinco workshops diferentes com os temas: sustentabilidade, permacultura e horta escolar, lixo tecnológico, moda sustentável e impacto sobre o meio ambiente.
“A ação foi um projeto piloto e teve a intenção de apresentar às crianças o termo ‘sustentabilidade’ em aspectos variados. É uma forma de  mostrar possibilidades para que no futuro elas possam seguir, se quiserem, carreiras diferenciadas,  e sustentáveis”, conta uma das novas integrantes do Global Shapers Manaus, a arquiteta Daniela Arbex.
Semente empreendedora
Além de participar dos workshops, as crianças da escola foram desafiadas. Elas terão algumas semanas para sugerir ideias para um projeto sustentável para ser aplicado na escola. A melhor ideia será executada e terá investimento dos ‘shapers’ e patrocinadores, além de supervisão da equipe que a realizou a tarefa.
“Queremos mostrar a capacidade de realização deles. Ao final, todos serão premiados com brindes”, acrescenta Renata.
Blog: Juliana Teles
A curadora da G. Shapers Manaus, Juliana Teles, diz: “Esse foi o primeiro teste de um novo formato    de seleção para as pessoas que se propõem a integrar o grupo. Além da peneira inicial que escolheu 4 dos 30 participantes inscritos, nós queríamos oportunizar a eles vivenciar uma ação na prática. Em um mês eles tiveram que desenvolver um projeto inteiro em grupo, o que permitiu ver como eles se saíram com novas ideias, uma vez que o projeto final surgiu de sugestões deles próprios juntos. O Global shapers faz seleções anuais e podem participar jovens de 20 a 29 anos com perfil empreendedor e forte  preocupação social”.
Destaque
Nos workshops oferecidos, as crianças participantes aprenderam, por exemplo, a  cozinhar com restos de alimentos e fazer artesanato com lixo tecnológico. O objetivo foi fazê-las experimentar diferentes situações onde a sustentabi-lidade é possível.

JULIANA GERALDO

sábado, 28 de novembro de 2015

Bloqueio de recursos pode paralisar governo, dizem especialistas

Segundo economistas, o prolongamento do bloqueio de R$ 10,7 bilhões poderá comprometer o funcionamento da máquina pública



O decreto sustará o pagamento de todas as despesas não obrigatórias do governo, aquelas que não são determinadas por lei ou pela Constituição(Reprodução/Internet)



O contingenciamento de recursos que será publicado na segunda-feira (30) poderá levar à paralisia do governo, caso o Congresso demore a aprovar a alteração da meta fiscal de 2015. Segundo economistas, o prolongamento do bloqueio de R$ 10,7 bilhões poderá comprometer o funcionamento da máquina pública.
O decreto sustará o pagamento de todas as despesas não obrigatórias do governo, aquelas que não são determinadas por lei ou pela Constituição. O contingenciamento não suspenderá apenas a compra de equipamentos e obras públicas, mas as despesas de custeio (manutenção) do governo, interrompendo o pagamento de contas de energia, água, telefone e de aluguéis dos órgãos públicos. Os contratos de terceirização, como vigilância, recepção, limpeza e manutenção de informática, também serão prejudicados.


As despesas mínimas estabelecidas pela Constituição em saúde e educação, assim como os salários do funcionalismo e os benefícios previdenciários e trabalhistas, estão garantidos. No entanto, ainda não está claro se programas sociais como o Bolsa Família, cujos gastos não são obrigatórios, foram preservados do contingenciamento. O detalhamento dos cortes só será divulgado na próxima semana.



Segundo o coordenador do curso de Economia do Ibmec, Márcio Salvato em um primeiro momento, a medida significa o atraso no pagamento de contratos por alguns dias. No entanto, caso a crise se prolongue, poderá levar à paralisia da máquina pública.
“O decreto [de contingenciamento] é consequência de um impasse político que se refletiu nas contas públicas. O governo está numa situação complicadíssima”, explica Salvato. “É como se o dono de uma indústria tivesse de fechar uma fábrica porque não tem mais dinheiro para fazê-la funcionar.”



Membro do Conselho Federal de Economia, Fábio Silva diz que, dado o impacto da crise econômica e do impasse político, o governo não tinha opção. “A gente está caminhando para um contingenciamento de grandes proporções. O país está prestes a encerrar o ano com um déficit primário muito grande e não vejo alternativa no curto prazo a não ser medida que vá na direção de cortar onde nem tem mais onde cortar”, diz.



Ao anunciar a edição do decreto, o Palácio do Planalto informou que a situação será apenas temporária, até que o Congresso Nacional aprove o projeto de lei que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 e revise a meta fiscal para este ano. Prevista para ocorrer na quarta-feira (25), a votação foi adiada por causa da prisão do líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS).



No início do ano, o governo tinha estipulado meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) em R$ 66,3 bilhões – R$ 55,3 bilhões para a União e R$ 11 bilhões para estados e municípios. No entanto, as dificuldades para cortar gastos e a crise econômica, que derrubou a arrecadação, fizeram a equipe econômica revisar a meta fiscal de 2015 para déficit primário de R$ 51,8 bilhões. Por causa do reconhecimento dos atrasos nos repasses a bancos públicos, o valor do déficit subirá para R$ 119,9 bilhões caso a alteração da LDO seja aprovada pelos parlamentares.



O governo teve de editar o decreto para evitar um desentendimento jurídico com o Tribunal de Contas da União. Na quinta-feira (26), o Ministério Público de Contas tinha recomendado o pagamento integral dos atrasos nos repasses a bancos públicos até o fim do ano. No entanto, para que isso possa ser feito, o Congresso precisava ter aprovado a nova meta de déficit primário. Como a meta que ainda está valendo é o superávit de R$ 66,3 bilhões, o governo viu-se obrigado a fazer o novo corte orçamentário.




WELLTON MÁXIMO – AGÊNCIA BRASIL


sábado, 21 de novembro de 2015

Desemprego: Amazonas já perdeu 24,9 mil vagas de trabalho

De janeiro a outubro deste ano, Estado demitiu 24,9 mil trabalhadores. Maiores perdas foram nos setores da construção civil e na indústria de transformação


O Ministério do Trabalho e Emprego mensalmente o balanço dos empregos formais no País (Reprodução/Internet)


O Estado do Amazonas perdeu 3.769 postos de trabalho no mês de outubro. Esta é a diferença entre admissões e demissões registradas neste período. No acumulado do ano, o déficit na geração de empregos totaliza 24,9 mil. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados periodicamente pelo Ministério do Trabalho e Emprego e Previdência Social.
A indústria é o setor que mais foi afetado, com 2.147 demissões a mais que o volume de admissões. De janeiro a outubro, a perda no estoque de empregos é de 30,4 mil.
No mês de outubro, o Brasil fechou 169.131 vagas formais de emprego. Trata-se do pior resultado para o mês da série histórica iniciada em 1992. Os dados do Caged são fruto de 1.237.454 admissões e 1.406.585 demissões. O resultado foi muito inferior ao registrado em outubro do ano passado, quando ficou negativo em 30.283 vagas pela série sem ajuste.
No acumulado dos últimos 12 meses, o País fechou 1.381.992 vagas, com ajuste, ou seja, incluindo informações passadas pelas empresas fora do prazo. Desde janeiro deste ano, o saldo de postos fechados é de 818.918, também com ajuste. O resultado divulgado nesta sexta ficou dentro das expectativas do mercado para o mês passado.
De acordo com os dados do Caged, o setor de construção civil foi o responsável pelo maior número de vagas formais de trabalho fechadas em outubro. No total, foram encerradas 49.830 postos no setor. O número é resultado de 135.605 admissões e 185.435 desligamentos no período.
Todos os setores da economia fecharam vagas no mês passado. O segundo maior responsável por fechamento de postos no mês, bem próximo da construção civil, foi a indústria de transformação, com queda de 48.444 vagas. Na terceira posição, ficaram os serviços, com um resultado negativo de 46.246.
Piores resultados
De acordo com o Caged, das 27 unidades da Federação, 23 reduziram o total de empregos. Os estados de São Paulo e Minas Gerais foram os que mais fecharam vagas no mês, com um saldo de demissões de 50.423 e 24.502, respectivamente.


A Critica.Com

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Justiça Federal decide na próxima semana sobre embargo da BR-319

Presidente do TRF1 disse aos parlamentares da bancada do Norte no Senado que na próxima semana vai decidir sobre o recurso do Dni contra a decisão da Justiça Federal do Amazonas que suspendeu, em caráter liminar, as obras na rodovia


(Foto: Ariquemesonline) O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Cândido Ribeiro, disse 



O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Cândido Ribeiro, disse aos parlamentares da bancada do Norte no Senado que na próxima semana vai decidir sobre o recurso do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) contra a decisão da Justiça Federal do Amazonas que suspendeu, em caráter liminar, as obras de manutenção da BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO).
O desembargador recebeu nesta quinta (19), no seu gabinete em Brasília, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e os senadores rondonienses Acir Gurgacz (PDT-RO) e Valdir Raupp (PMDB-RO), todos defensores da retomada das obras de manutenção da rodovia.
Os parlamentares fizeram um relato da diligência da Comissão de Infraestrutura do Senado feita no mês passado. Na ocasião, os três senadores saíram de ônibus de Porto Velho para Manaus.
“Viemos aqui como vieram todas as outras partes falar do nosso entendimento sobre a BR. Temos plena convicção de que TRF1 terá isenção e maturidade para analisar os fatos e decidir”, disse a senadora Vanessa.
Para o senador Acir Gurgacz, o presidente do TRF1 está pronto para tomar uma decisão. “Nossa expectativa é que as obras sejam retomadas”, afirmou o senador.

Com informações da assessoria


domingo, 15 de novembro de 2015

A Crítica Premium: exclusividade e economia para assinantes

A RCC traz para seus assinantes, o ‘A Crítica Premium’, cartão de vantagens que garante descontos de até 50% em produtos e serviços 

Entre os participantes estão empresas de diversos segmentos como o de alimentação, diversão, estética e serviços automotivos (Divulgação)


 
Economizar é a palavra de ordem em tempos de desafios para o cenário nacional. Em Manaus não é diferente. Como é possível, então, adequar gastos sem deixar de usufruir de serviços e produtos importantes ou desejados? +dinheiro dá a dica. A partir de agora, os leitores que são assinantes do jornal A CRÍTICA terão em suas mãos uma oportunidade de economizar no dia a dia em diversos estabelecimentos da cidade.
Eles recebem, com a edição de hoje, o “A Crítica Premium”, um cartão de vantagens exclusivo que permite  descontos que variam de 5% a 50% em 41 estabelecimentos parceiros espalhados pela  capital amazonense (veja lista no guia do A Crítica Premium). Entre os participantes estão empresas de diversos segmentos como o de alimentação, diversão, estética e serviços automotivos.
 “Entre as vantagens do cartão estão a praticidade - porque o cartão é aceito para todos os serviços e produto dos estabelecimentos em qualquer hora ou dia da semana - e  a gratuidade, uma vez que não se paga nada a mais para obtê-lo, bastando ser assinante e estar adimplente”, explica o coordenador do projeto, Renato de Souza.
O produto foi concebido após a equipe verificar uma tendência global de mercado por um consumo que apresente vantagens reais, segundo a diretora de marketing corporativo  da Rede Calderaro de Comunicação (RCC), Paula Vieira. “A distribuição de vouchers, descontos em sites na internet e as compras em sites coletivos compõem esse novo cenário econômico. O cliente não pode perder dinheiro de jeito nenhum e essa foi uma solução que estava ao nosso alcance”, ressalta ela.
 Passo a Passo
De acordo com a diretora de Marketing, após receber o cartão e verificar no link “premium” dentro do site do Portal A Crítica  (www.acritica.com)  quais os estabelecimentos parceiros, o assinante pode se dirigir a qualquer um desses locais e realizar suas compras ou pedidos normalmente.
“No caso de um restaurante, no momento de pedir a conta, o consumidor  deve entregar o seu cartão Premium e um documento oficial com foto, que pode ser identidade, carteira de habilitação, profissional ou de trabalho. Crachás de empresa não são válidos”, detalha.
No momento seguinte, continua ela, o cartão é levado pelo garçom e validado pelo estabelecimento, que checa se o cliente está com a assinatura em dia e tem, direito, portanto, ao benefício. “Feita a validação, o desconto oferecido pela empresa é dado sobre o valor final da conta, não apenas sobre o prato principal, por exemplo”, continua.

Economize
 Ainda conforme Paula, o cartão traz outra vantagem  ao assinante, que  pode, após suas compras, conferir no link  disponível no portal, o quanto gastou e o quanto já economizou com os descontos ofertados pelas empresas.
“Dependendo do consumidor e da frequência de utilização do cartão, o valor economizado com os descontos, no período de um ano, pode acabar compensando, inclusive, o dinheiro investido na assinatura”, defende a diretora.
Expectativa de empresas em alta
Alguns dos empresários que já são parceiros no projeto organizam suas equipes para atender à nova demanda. A expectativa é de que a utilização do cartão aumente a clientela e fidelize os clientes já cativos dos estabelecimentos. “É uma excelente forma de dar  a volta por cima na  crise que o comércio, de forma geral, vivencia”, avalia o empresário Walber Cabral, que comanda os restaurantes Na Oca e Picanharia Vieiralves, ambos integrantes do projeto, sendo que o primeiro oferece 20% de desconto e o segundo 10%. 
Para ele, o desconto oferecido é um investimento, tendo em vista que o objetivo maior é obter ganhos no movimento dos estabelecimentos. “Além da divulgação das marcas, nos interessa propor uma troca que não envolva dinheiro. São  milhares de  assinantes. Se uma parte dessas pessoas frequentar nossos espaços, já ganhamos, porque o que queremos é aumentar e fidelizar nossa clientela”, argumenta.
Nos dois restaurantes de Walber, os funcionários estão sendo treinados e trabalharão no salão dos estabelecimentos  com o símbolo do “A Crítica Premium” bordado em seus uniformes.
O diretor executivo da rede de salões de beleza Amanda Beauty Center, Luiz Alberto Pontes,  apostou na ideia porque, segundo ele, viu na proposta uma forma direta de comunicação com o seu público.
“Temos a expectativa  de ter um crescimento significativo, o que é excelente tendo em vista o momento de retração pelo qual o mercado passa”, comemora.
 Para ele, a principal vantagem é que o cartão traz um cliente em potencial aos salões. “Muitos já usam nossos serviços e vão gostar de pagar mais barato e outros vão vir por conta do benefício e tendem a ficar se gostarem do atendimento”, explica ao lembrar que as três unidades da rede de salões Amanda Beauty Center (nos shoppings Millennium, Manauara e Ponta Negra) oferecem 10% de desconto em qualquer serviço.
Cartão Disponível para assinantes
Assinatura: Plano semestral R$ 260
Mais infos: 3643-1010


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Pagamento do 13º salário deve injetar R$ 1,87 bilhão na economia do AM

Montante é cerca de 8,2% superior ao calculado para ano anterior. Valor corresponde a 1,1% do total do país, diz Dieese.

Lojas apostam em vitrines para atrair clientes (Foto: Suelen Gonçalves / G1 AM)

O pagamento do 13º salário deve injetar cerca de R$ 1,87 bilhão na economia amazonense até o fim do ano, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta quarta-feira (11). O valor corresponde a 1,1% do total do país.


De acordo com o levantamento, o montante representa em torno de 2,2% do PIB estadual. Em comparação com 2014, o valor é cerca de 8,2% superior ao calculado para o ano anterior.



"O valor médio pago em forma de 13º em 2015 será de R$ 1.892,70, em termos nominais, supõe um aumento de 8,1% em relação ao valor médio pago em 2014", informou o Departamento.



"O consumir pode usar uma parte para pagar dívida, usar uma outra parte para guardar porque há gastos que costumam aumentar no fim do ano. Ele não deve gastar tudo", disse.



O pagamento do 13º salário deve injetar na economia brasileira aproximadamente R$ 173 bilhões até dezembro de 2015. 
Em todo o país, 84,4 milhões de brasileiros serão beneficiados com o rendimento adicional, em média, de R$ 1.924,00.



O número de pessoas que receberá o 13º salário em 2015 é aproximadamente 0,3% inferior ao calculado em 2014, em grande parte pela redução do estoque desempregos no setor formal.



Por outro lado, estima-se que cerca de 900 mil pessoas passarão a receber o benefício, por terem requerido aposentadoria ou pensão pelo INSS.



Conforme o Dieese, o número de pessoas no Amazonas que receberá o décimo terceiro foi estimado em pouco mais de 925 mil, queda de -1,2% em relação ao ano de 2014. O contingente correspondente a 1,1% do total que terá acesso ao benefício no Brasil.

No estado, os empregados formais de empregados ficam com 79,2% do total do pagamento (R$ 1,48 bilhões) e os beneficiários do INSS, com 14,2% (R$ 265,6 milhões), enquanto aos aposentados e pensionistas do estado do Regime Próprio caberão 5,7% (R$ 107,5 bilhões).

O economista e supervisor Técnico do Diesse no Amazonas, Inaldo Seixas Cruz, observou que o consumir pode estar mais cauteloso na hora de usar o pagamento do décimo em razão do cenário econômico atual.

Cenário nacional
Em termos médios, o valor do 13º salário pago ao setor formal corresponde a R$ 2.451. A maior média deve ser paga para os trabalhadores do setor de serviços, corresponde a R$ 2.796; o setor industrial aparece com o segundo valor, equivalente a R$ 2.570 e o menor 13o salário foi verificado entre os trabalhadores do setor primário da economia (R$ 1.497).

G1 Amazonas


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Tecnologia nos serviços: a transição do manual para o digital

Empresas de Manaus investem em ferramentas tecnológicas para modernizar atendimento e surpreender clientes


(Foto: Arquivo/AC) Restaurante San Culinária Asiática foi o pioneiro em Manaus a apresentar o cardápio digital, substituindo o pape


Em tempos que a tecnologia domina o cenário, as empresas estão buscando melhorar seus processos e sair da era do papel para estar mais ao lado do consumidor para sair na frente, a fim de facilitar a vida do consumidor ou dos colaboradores. A inovação tecnológica está em todos os setores da economia, mas o comércio e serviços tem se destacado por estarem mais próximos das necessidades dos usuários.
Alguns restaurantes de Manaus, tais como o San Culinária Asiática (rua Amapá, Vieiralves) e o Sushi Kai (av. Mário Ipiranga Monteiro, Adrianópolis) já estão adotando o auto-serviço, que funciona como uma espécie de “cardápio digital” em que os clientes podem escolher e registrar seus pedidos através de tablets instalados em cada mesa. O pedido chega direto na cozinha. A conta também pode vir através de um único clique, facilitando assim o atendimento e o trabalho do garçom.
Desde julho, a Golfinho Cooperativa de Táxi trocou a comunicação via rádio pelo aplicativo que monitora a frota e a localização dos taxistas cooperados. A ferramenta veio para agilizar o atendimento ao cliente e o trabalho do próprio profissional.
Em Manaus, as companhias de táxi Tucuxi e Manauara já atendem a chamados através do aplicativo de celular, mas só a Golfinho monitora através da central.
Outro destaque é o serviço SAC 2.0, adotado há um ano pela rede de drogarias Santo Remédio para melhorar a relação com seus clientes. A ferramenta filtra todo tipo de feeback do consumidor através do site e das mídias sociais, a fim de direcionar o atendimento para os setores responsáveis. Seja uma queixa, uma sugestão, uma dúvida ou um elogio, tudo é monitorado através do SAC 2.0, oferecido pela agência de inteligência digital 92dpi.
Este é um diferencial frente à concorrência com o propósito de fidelizar o cliente e melhorar a gestão da empresa, explica Wili Garcez, da Santo Remédio. “Muitas vezes o cliente quer se expressar e não tem como, às vezes ele passa para a gerência e funcionário, mas acaba não chegando na empresa. Este canal digital é como se estivesse falando com o dono. Seja uma queixa ou um elogio, buscamos solucionar os problemas, tem questão de dúvida sobre medicamento que encaminhamos para o nosso Call Center.” A rede possui 52 lojas 1.600 funcionários em Manaus.
“O celular está em todo lugar e perto do alvo da empresa. Isso mostra que a empresa está antenada com novas tecnologias e embarca na inovação para sair na frente. Portanto, melhora sua competitividade”, explica o pesquisador do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INdT), Fabrício Marinho.
Blog: Sérgio Cavalcante
Gestor do INdT
“A empresa se torna até mais próxima do bolso do consumidor, literalmente. A empresas deve pegar a onda junto. Você não pode ficar no ‘disco de vinil’. E muitas empresa não sabem que tem essa disponibilidade”. As palavras de Sérgio Cavalcante, product owner do INDT traduzem a demanda por modernizar as relações entre empresas, funcionários e clientes. O INDT já desenvolveu soluções semelhantes como para o Easy Taxi Brasil (chamada de táxi por aplicativo de celular) PagSeguro, do UOL (ferramenta para fazer pagamentos on-line), continua aprimorando seus processos para oferecer para demais empresas. Um deles é “cardápio digital”, direcionado a seus colaboradores, que podem escolher e opinar sobre a refeição oferecida pela empresa de alimentação contratada pelo INDT.
“ Inclusive estávamos fazendo a segunda versão para parceiros. Usamos o design thinking para analisar a interação do usuário com o aplicativo. A empresa precisa conhecer ponto de vista de todos seus clientes. A gente desenvolve a ferramenta completa. O cardápio digital funciona da seguinte maneira: a empresa cadastra os pratos do dia e o aplicativo mostra as opções para o funcionário, que pode sugerir ou votar nos pratos que deseja comer na semana, e a cozinha prepara as refeições por estas demandas. O benefício está no custo, redução de desperdício, planejamento e olhar no que o funcionário deseja”.
O ‘case’ foi desenvolvimento dentro do INDT e teve bom feedback dos funcionários. Cavalcante explica que muitas soluções partem da necessidade dos usuários, então os empresários ou gestores procuram os desenvolvedores. Agilidade, tendência, economia de recursos e modernizar. O desenvolvedor Fabrício Marinho ressalta que o INDT tem know-how para esses projetos. “Temos essa veia e condição de fazer isso”.
Evolução
Em 2010, os dispositivos móveis representavam apenas 26% do segmento brasileiro de Smart Connected Devices, composto por desktops, notebooks, tablets e smartphones. Hoje, eles evoluíram para 81%, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa de Mercado.
Se adequando a novas tecnologias
Há pouco tempo, transmitir os pedidos de corridas de táxi da central para os taxistas custava 20 minutos. Hoje o sistema despacha as corridas em três segundos, conta o presidente da Cooperativa Golfinho, Marcelo Neder que resolveu modernizar o serviço de táxi em Manaus para não perder espaço para a concorrência.
No pacote foram desenvolvidos dois aplicativos pela empresa Original Software - um para o cliente e outro para o taxista. “Fomos a São Paulo e Rio de Janeiro visitar várias empresa e cooperativas de táxi que já trabalhavam com isso”.
A central controla a localização dos motoristas, a quantidade de táxi por pontos, a fila de corridas, o histórico de corridas e o faturamento de cada um.
“A corrida fica memorizada. Sabemos onde eles estão, quantos carros possuem nos pontos, tudo em tempo real. Funciona como um controle financeiro para o próprio taxistas que sabem quantas corridas fizeram e quanto ganharam por dia ou por mês”, detalha o presidente.
Se pediu o carro pelo aplicativo, o usuário sabe previsão de chegada do táxi. “Isso facilitou muito. Acabou aquele negócio de dizer ‘o taxi ta chegando’”.
Há 14 anos no mercado, a Golfinho tem uma frota de 300 carros 300 anos e 32 pontos distribuídos por Manaus.
“Quem não se adequar às novas tecnologias e mais facilidades pro cliente vai ficar para trás. Para nós foi uma alavancada no mercado. Foi a primeira empresa que implantou isso. As empresas estão mais procurando para dar mais eficiência para o cliente”.
A Manauara Rádio Táxi e a Tucuxi também entraram na briga dos aplicativos.

CINTHIA GUIMARÃES