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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Cidade demonstra preocupação com setor primário por conta da cheia dos rios Juruá, Madeira, Purus e Negro

O parlamentou citou informações da Defesa Civil de que o nível das águas


Durante o discurso, o deputado estadual também cobrou medidas urgentes (Foto: Aleam)


O deputado estadual Orlando Cidade (PTN) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para expor sua preocupação com a situação da produção do setor primário no Amazonas em função da cheia dos rios, que já levou municípios a decretarem estado de emergência.

O parlamentou citou informações da Defesa Civil de que o nível das águas já é superior ao verificado no mesmo período, em 2014, e lembrou que este ficou marcado como o ano de maior prejuízo para os produtores rurais em decorrência da cheia. “Na enchente do ano passado (2014), registrou-se a maior perda em toda a produção do Estado e o secretário de Defesa Civil já aponta para os quatro grandes rios - Juruá, Madeira, Purus e Negro - que já apresentam alagações superiores do que a do ano passado”, alertou.

Durante o discurso, o deputado estadual também cobrou medidas urgentes no setor de Segurança Pública para combater o crescimento da violência no município de Manacapuru (a 68 km de Manaus). Segundo Cidade, os índices se devem em grande parte ao tráfico de drogas, que utiliza a cidade como rota da droga oriunda da região do alto Solimões.

“Solicitamos à Polícia Federal que implantasse naquele município um posto para combater o tráfico de drogas, que é muito frequente, como também estamos solicitando a intervenção do nosso secretário de Segurança, doutor Sérgio (Fontes), para que faça uma barreira permanente na entrada e na saída daquele município para combatermos esses crimes tão violentos que estão acontecendo lá em Manacapuru”, contou.

Com Informação da Assessoria


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cheia de rio Madeira prejudica comércio de Manicoré

Comerciantes já reclamam da falta de Movimento no Comércio


Plantações que ficam em área de várzea, tiveram 100 por cento de Perdas (Foto: Gabriel Caetano)



Há aproximadamente dois meses, a região de Manicoré sofre com a cheia do rio Madeira. Com as chuvas na região o rio ultrapassou o nível histórico, inundando diversas Comunidades da Zona Rural e Lavouras, localizadas em área de várzea. No Município são mais de 15 mil desabrigados.

Plantações que ficam em área de várzea, tiveram 100 por cento de Perdas, Com isso, a produtividade do que restou em Manicoré que é o Maior Produtor de Melancia, Macaxeira, Banana e Farinha cai cada dia e os preços dos Produtos deverão ficar mais caro que o normal. 

A cidade vive dificuldade no Setor Primário. Barcos que saiam lotados de Banana, Macaxeira e Farinha, com Destino a Manaus, hoje saem vazio Carregado apenas com Passageiros.

Esse transporte de Matéria-prima que passam por atravessadores proporcionaram um aumento de 30 a 40% na Economia do Município. 

Comerciantes já reclamam da falta de Movimento no Comércio, “essa cheia está prejudicando muito nós que somos comerciantes e precisamos dos amigos ribeirinhos que produzem seus alimentos na zona rural”, disse um Comerciante de Material de Construção. 

Manicoré hoje conta com mais de 200 (Duzentas) Comunidades na Zona Rural e garante mais de 50 por cento da População do Município. 

Rio Madeira

O rio Madeira em Manicoré, Já alcançou marca Histórica e continua subindo, a água já lava a escadaria do Antigo Porto, fenômeno nunca visto por Moradores, além de deixar parte do Funcionamento no Terminal Hidroviário Waldomiro Gomes paralisado, se o nível elevar, Parte do Terminal Ficará Submerso, consequentemente irá paralisar o funcionamento do Novo Porto.

A estrada que dá acesso as comunidades de Barreira e Igarapezinho estão interditadas devido à inundação de igarapés que desaguam no Madeira.

Já houve várias quedas de Barranco em diversos pontos da Orla da Cidade. 


Fonte: Folha de Manicoré